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Érico Santos, 29 anos de São Paulo com ancestralidade baiana, é um multi-artista da dança, atuando em várias frentes, de dançarino, produtor, arte-educador e pedagogo. Nessas várias atividades desenvolve pesquisas que aprofundam questões de pertencimento e reconhecimento, e se utiliza desses meios para estimular reflexão. Atualmente envolvido com quatro trabalhos de Dança (@abracoque_vos @cia_sansacroma @nucleoajeum @coletivodesvelo). Abrindo Alas da segunda temporada do prato feito - As sete linguagens das artes na Periferia, é nosso convidado represente de Dança, para comentar as articulações do meio no ambiente periférico e dividir um pouco das suas experiências e conhecimentos. Vamos todos por a mesa e desfrutar desse novo cardápio. Érico Santos - DANÇA Iniciou seus estudos em danças através do Programa Vocacional em 2011, atuando a partir de então no grupo Improvis’Art Artístico, fundado com artistas do bairro Jardim João XXIII. Em busca de uma investigação mais intensa se adentrou no curso técnico em dança em 2013. Ao concluir o curso o artista se conecta com a Cia. Sansacroma sob direção de Gal Martins, onde atua como intérprete criador até o momento. Entre outros trabalhos como intérprete destacam-se Coletivo Desvelo, “Ajeum” sob direção de Djalma Moura e Abraço que vós me nordestes contemplado PROAC Primeiras Obras 2018. Foi orientador social na Casa do Zezinho em 2018, artista educador no Programa Piá em 2016 e 2019 e atualmente é Educador de Dança na Ong Vocação, onde atende a Unidade Icaraí e o CCA Crê-ser
No prato feito dessa semana vamos servir um banquete com o coletivo "Helenas Flutuantes", um espaço de fala e de escuta, mediado pela linguagem do teatro, a teatropia (nome cunhado jovens do próprio grupo), onde falamos sobre sobre o devir adolescente no contemporâneo, seus apagamentos, além de tocar em tópicos de gênero, sexualidade, LGBTfobia, preconceito com pessoas neuro divergentes, levantando questões sobre racismo tanto no ambiente da escola (pública), como no ambiente familiar. O grupo existe desde 2017, quando teve seu primeiro trabalho "Cuidado: Peça em Construção",peça de dramaturgia autoral, seguida por "Construindo (R)existência" (2018), peça de dramaturgia autoral, por fim, "Processo", (2019) peça baseada na música Um Homem na Estrada do Racionais, em diálogo os casos de racismo e violência policial que aconteceram em sequência ao longo do ano. Vem na busca de prosseguir aprendendo e construir novos formas aprendermos e de falarmos sobre nossas cicatrizes e buscarmos curas coletivas. Para representar o projeto convidamos Mariana Bittencourt,atriz, arte educadora, Graduanda em Licenciatura em Artes Cênicas pela USP buscando coletivamente tratar de afetos que marcam os corpos, os encontros, e a cidade.
Se come primeiro com olhos, e seguindo essa verdade popular o prato feito dessa sexta vai fazer uma apresentação de responsa. Lucas Guerra da Capote Filmes é nosso convidado! A Capote Filmes está presente em diversas áreas que compõem o Audiovisual. Como cinema (curtas-metragens e longa-metragens), filmagens para eventos, peças de teatro e palestras diversas. Atualmente, se dedica a realização,educação e a produção de conteúdo em diferentes plataformas do no mundo do audiovisual.
Essa semana tá frio, bora fazer uma Sopa! E ao invés de trazer um convidado das artes visuais, prato fino, vamos pensar a arte como um conjunto de práticas, e pensar em um publico bem mais exigente e especializado, as crianças. Saindo da rota, como sempre, o prato feito traz a Caravana Lúdica representando as artes. O grupo conta atualmente com 3 integrantes, Thiago Attie, Maria Helena Menezes Garcia e Vanessa Ribeiro, que se dividem entre as atividades de pesquisa de jogos, construção, produção e monitoria. Além disso o grupo conta com uma rede de apoio e de colaboração de amigos que acompanharam e acompanham o grupo, seja colaborando no carreto, na organização de eventos de rua, com doações de material reciclável, dentre outras atividades.
A culinária faz parte da identidade de um povo, assim como sua língua e suas músicas. Através da comida, do ato de cozinhar, expressamos sentimentos, trocamos saberes e aprendemos mais de nossa história. Porém, numa sociedade de consumo como a nossa, estamos cada vez mais alienados da origem de nossos alimentos e dos impactos que a produção em larga escala trazem. Essa alienação tem sido um importante fator para o processo de “gourmetização” da comida. Convidamos Bruna Carvalho, formada em Letras pela Ufop e estudiosa autodidata sobre alimentação. Conscientizou-se e tornou-se vegetariana estrita, hoje transita para o crudivorismo. Atualmente, está à frente do Expinafru (@expinafru) comercializando comida à base de plantas livres de glúten e soja. Além de difundir educação alimentar que contribui para a desmistificação do veganismo.
Nessa semana, para o programa Prato Feito, convidamos Aryani Marciano, artista multilingual e arte educadora licenciada em artes visuais pela USP. Aryani atua como cantora, compositora, poeta e instrumentista nas múltiplas expressões culturais das regiões periféricas, como saraus, festivais e slam. No programa dessa segunda-feira iremos conversar um pouco sobre sua trajetória artística e sobre ações culturais que acontecem na periferia de São Paulo e como essa produção dialoga com a vida da população que vive nesses territórios.
O primeiro ano do governo Bolsonaro e seus impactos nas áreas da educação e cultura são pautas do nosso primeiro podcast, o Pois é, pra quê?
O Professor Rodrigo Cruz conduz uma fantástica discussão com Wilson Borges (pesquisador, Professor e sindicalista) e André Fonseca (consultor em gestão cultural) sobre a atual conjuntura do capitalismo global e nacional e seus impactos na economia, educação e cultura.
Ficha Técnica
Apresentação: Rodrigo Cruz
Convidados: André Fonseca e Wilson Borges
Captação e edição: Pedro Augusto Assunção
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