O governo Bolsonaro atravessa uma encruzilhada econômica com impactos diretos em 2022, ano eleitoral. Criado para atender os mais vulneráveis na pandemia de Covid-19, o auxílio emergencial termina em outubro. Por isso, o Palácio do Planalto quer um Bolsa Família turbinado, chamado de Auxílio Brasil, a partir de novembro. O problema é que não há dinheiro para isso. Atrás dos recursos, o governo negocia com o Congresso a Reforma do IR e a PEC dos Precatórios. Especialistas em finanças têm criticado as propostas. Como resolver essa situação?