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Em surdina ja se fala em bomba atómica para atacar o Irão. A guerra é do capital, vai favorecer as mesmas empresas e ricos de sempre e por-nos a austeridade às cavalitas. As prisões, a segurança e a violência política. Os cocktails que ficaram por lançar.
Neste episódio catorze e meio, em que demos destaque a França, entrevistamos o realizador José Vieira. Realizador por tentativa erro, José emigrou com os pais para Paris, instalando-se nos anos 60 na bidonville de Massy. Ao long da vida foi retratanto as vivências dos imigrantes em França - não só dos portugueses. Fez parte de colectivos anti-racistas do início dos anos 80. Fala-nos das lutas dos portugueses, da relação entre diferentes comunidades e da tragédia da emigração.
Desta vez falamos pouco os dois. Que mais poderíamos acrescentar sober o Irão? Voltámos a lembar as tareias que a polícia dá aos cidadãos e a da tareia que os trabalhistas acabaram de levar em UK. Na segunda parte falamos com Bruno Assunção da França Insubmissa. Discutimos as diferenças de voto entre os dois países, num momento em que a França Insubmnissa é o partido mais votado pelos jovens e nas periferias das cidades. Não esquecendo ainda o permanente estigma face aos emigrantes portugueses. Ponto de Fuga 14
Os acontecimentos no Estádio da Luz, ao invês de serem debatidos como epifenómeno, devem ancorar no racismo diários sentido por mihares de portugueses com reflexos no seu quotidiano. Discutir demografia sem estar sustentado nos vieses económicos de crescimento. Um Santa Clara que monta a vida no erário público, neste caso em cima da universidade pública. Entrevista com Luhuna Carvalho sobre a Nova Iorque de Mamdani.
Pelos vistos nada é mais consensual que Seguro e Bad Bunny. Enquanto isso, papamos os conteúdos dos ficheiros Epstein sem uma revolta generalizada e, os oligarcas da tecnologia já mandam mensagens directas a cidadãos de países específicos a pedir que se revoltem contra os seus governos. Na estreia do programa em duas partes, a nossa primeira convidada é a Ana Maria Saldanha para nos falar da revolução bolivariana no seu apogeu.
Já tinhamos anotado o aparente fim do estado, foi preciso uma tempestade para escancara-lo.
As mobilizações eleitorais da esquerda pelo mundo fora. I Show Speed e 2+2=5.
Ao estado a que chegamos, se o António José Seguro é um perigoso de extrema esquerda, o que sobre para nós? Certamente a prisão.
O país não está de todo preparado para a questão do assédio. Os anos passam e todas as reacções estão na mesma. Não nos perguntem por 5 números e 2 estrelas porque o Tweet não foi adivinha. O que podemos aprender com os Black Panthers hoje e aferições sobre a guerra civil americana. A areia do governo nos nossos olhos. Nigéria e Gronelândia.
O perfil de bicos de pés dos principais candidatos a passar à segunda volta. A contenda à esquerda. Venezuela e Gronelândia e o regresso do cinismo? Ponto de Fuga 8.
Dia 25 de Dezembro e gravámos sem vídeo. Não tinhamos as condições de garantir que as nossas câmaras não fossem invadidas por familiares, como queremos deixar incógnito o debate se temos ou não efeites de natal nas nossas casas. Ainda assim há uma prenda: a Andreia dá alguns insights sobre o movimento MAGA o que permite não depender em exclusivo do Jonet. Falámos da torre de Babel que é Estrasburgo, da Eurovisão e da habitação. Fizemos um ponto de situação sobre o paradeiro de Tony Blair, um indivíduo que convém estar sobre escruínio. Por opções editoriais, a Clara Ferreira Alves continua a não ser convidada do Programa. Ponto de Fuga 7.
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