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Um dos objetivos desse podcast é viver amizades sem fronteiras. Podemos não nos conhecer pessoalmente, mas somos sim uma comunidade e nos importamos por aqui. Dito isso, lá vamos nós para mais um episódio de Conselhos de Longe, onde vocês mandam suas questões e dúvidas e nós damos nosso melhor para ajudar ou dar uma nova perspectiva para a situação. Lembrando que este podcast não substitui o diagnóstico e acompanhamento de profissionais. Busque sempre ajuda. Agora, vamos conversar!
Se tem algo que todas aqui odeiam são aqueles comentários e falas embebidos em arrogância, julgamentos e falta de educação. Comunicar-se é um dos atos mais importantes de nossas vidas e - indiscutivelmente - um dos mais difíceis. Há muitos jeitos de dizer a mesma coisa, tanto de um modo rude, que irá magoar a outra pessoa, quanto de um modo firme, mas claro e respeitoso. As interações sociais que vivenciamos ao longo dos dias podem ser catastróficas ou salvadoras, dependendo das palavras que escolhemos. No episódio de hoje vamos conversar sobre como podemos ter uma comunicação mais assertiva e empática, deixando claro nossas necessidades, sem passar por cima da boa educação ou magoar alguém. Bora conversar sobre a comunicação não violenta?
Sabemos que, em muitos casos, a vida online é apenas uma vitrine de como a gente quer que os outros nos vejam. Quer você seja influencer, low profile, poste apenas coisas boas ou suas crises existenciais. As redes sociais servem como um ponto de partida para você se relacionar com pessoas parecidas com você ou para que você seja atraído pelo que vê. Mas, por acaso, isso é ruim? Será que o certo é se expor mesmo 100% dentro desse coliseu? Seria a vida online uma ilusão necessária? Vem conversar com a gente sobre esse tema, de peito aberto, sem persona por trás.
A gente não sabe o dia de amanhã. Viver é uma aposta a todo tempo. O que vai me acontecer se eu tomar a decisão errada? E se algo que eu quis muito aconteceu mas não era o que eu esperava? O que eu faço com o que eu tenho hoje? Certamente, 2022 é o ano de praticar todo o aprendizado nesses anos passados sombrios e duros pra tantas pessoas. Apesar de não sermos soberanos, vamos dar o melhor que temos para estarmos prontos e atentos a cada bênção que chega a nós. Manifeste!
Último episódio do ano e da nossa segunda temporada. Vamos conversar sobre como 2021 foi para nós, nossos sonhos e metas, e o que esperamos de 2022. Nos vemos em breve, no dia 10 de janeiro. Aproveitem as férias, até ano que vem! ;)
“Homem não chora. Rosa não é para meninos. Isso é coisa de mulherzinha!”. Quantas vezes ouvimos essas frases sendo pronunciadas como verdades absolutas? A masculinidade tóxica é uma construção social que define um conjunto de regras que determinam comportamentos específicos esperados de indivíduos do sexo masculino. Mas o que é ser homem? É se resumir a comportamentos violentos, valorizar apenas a força física e enxergar as próprias emoções como fraquezas? Até que ponto esses esteriótipos afetam a vida dos homens e são capazes de perpetuar casos de homofobia, estupro e misoginia? No episódio de hoje, convidamos o publicitário e antropólogo Peterson Fernandes para dividir suas experiências e visões sobre esse tema.
Finalmente tivemos o esperado encontro da galerinha desse podcast. Depois de quase dois anos gravando apenas pelas telas, nos encontramos no meio do caminho, em São Paulo, pra gravar, passear e comer muito por lá! No episódio de hoje a gente conta um pouquinho de como está sendo a viagem, quais eram os planos para ela, como foi nos conhecer (ou nos rever) pessoalmente, primeiros amores e planos para 2022. Tem de tudo!
São aqueles momentos, que passam num piscar de olhos e quando você viu, mudaram o rumo de tudo. Como seria a vida se aquilo não acontecesse? Será que já estava escrito e era pra ser? No episódio de hoje vamos falar sobre destino, acaso e serendipity. Daqueles assuntos que aquecem o coração!
Tiago Arrais cantou certa vez que olhou a tristeza nos olhos e sorriu. Sorriu, por quê? Será que ele sabia que só poderia voltar a sorrir se encarasse a face da tristeza que o atormentava? Quando a tristeza bate à nossa porta, nosso primeiro reflexo é pegá-la pela mão e enfiá-la em baixo da cama, bem escondidinha, silenciosa, como se na nossa cabeça, ela não existisse mais. Até que um dia, ela resolve vir à tona, grita, esperneia, implorando para nos sentarmos à mesa, passarmos um café e nos olharmos no olho. Será que só assim, olhando-a nos olhos, com coragem, conseguiremos seguir em frente e sorrir?
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