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Chega um momento nas nossas vidas em que parece que conversar só com a família ou amigos não resolve as questões mais profundas do nosso ser, não acham? Quando falamos em terapia, muitas pessoas dizem que não fazem porque é “apenas conversar com um estranho”, que é um jogo mental, ou truques de autoajuda. Mas, afinal, o que é terapia? Hoje vamos conversar sobre o tema com a psicóloga Maria Sandra, então fiquem bem confortáveis e sejam bem-vindos à nossa sessão de terapia.
O fundo do poço é um lugar bem assustador, certo? Escuro, úmido, com ecos que parecem relembrar você do quão fracassado você é, quão indigno de amor, quão incapaz… Mas e se ali, no fundo do poço, o sol também brilhar? E se ali você descobrir que ainda é forte e capaz, e que consegue juntar o restinho de força que restou e escalar as paredes escorregadias? Segura a nossa mão, porque hoje, vamos começar essa escalada de volta, amigos!
A vida em si já é uma grande aventura, não é? Não podemos prever o que vem depois de cada curva e isso nos traz um senso de incerteza e às vezes até medo. Mas e se depois da curva a vida se tornar a maior aventura de todas? E se a surpresa tiver um desfecho totalmente inesperado? A falta de controle também faz a vida bela e, de fato, viva. Hoje é mais um episódio de Histórias de Longe e estamos ansiosas para ouvir o que vocês nos enviaram e dividir também um pouquinho mais das nossas memórias com vocês!
Que a verdade é sempre a melhor escolha, nós sabemos. E o problema é justamente esse, escolhermos o melhor pra nós. O que acontece quando mentimos sobre o que sentimos, o que pensamos, o que entendemos de algo? Às vezes – ou muitas vezes – temos medo de encarar de frente o que se passa em oculto dentro da mente e do peito e somos tomados por assombros e dores desnecessários. Se não for agora, será no futuro. O episódio de hoje é sobre assumir o que sente pra viver a vida de forma plena e corajosa. Vem dar nome aos bois, vem!
Todos nós escapamos. Todos temos, por menor que seja, uma vontade de fugir à realidade ou à rotina, desviando a mente para outras ocupações ou formas de entretenimento. De fato, depois que a pandemia começou, isso até se agravou mais e acabamos por criar universos paralelos para manter a paz interior e a sanidade o máximo possível. Loucura, sonho, fuga, infantilidade, irresponsabilidade... por que tanto apreço pelo escapismo, afinal? Vem conversar com a gente hoje sobre esse tema conforto e confronto ao mesmo tempo.
Mais um Histórias de longe com a participação especial de quem acompanha nosso podcast! <3
Vocês já ficaram observando uma pessoa que admiram e pensando: "como é que ela consegue fazer isso tudo? como ela se exercita com regularidade, come direito, tem tempo para descansar…" ou também o contrário? Como essa pessoa nunca consegue terminar o que começa, como está sempre doente, como nunca tem tempo para fazer as coisas realmente importantes? Segundo o dicionário, hábitos são a maneira permanente ou frequente de comportar-se; micro decisões diárias, sejam boas ou ruins. Hoje falaremos um pouco sobre como mudar nossa mentalidade e trocar alguns maus hábitos por outros melhores. Um passo de cada vez.
Dizem que quando viramos mães, um novo mundo nasce em nós. Um mundo mais bonito, com amor incondicional e inexplicável. Agora somos mais protetoras, mais atentas, mais pró-ativas, mais compreensivas, viramos quase que anjos na terra e vivemos para o alvo do amor que colocamos no mundo. Será? É isso mesmo? A maternidade é romântica assim mesmo? Ela é apenas uma parte da mulher ou domina todo o seu ser? Será que dá pra pensar no “eu” depois de filhos? O que fazemos com os gostos e sonhos que tínhamos antes disso? Hoje vamos conversar com a Társila, quase jornalista, ouvir suas experiências, admirar sua força e aprender sobre o mistério do coração de uma mulher, de uma mãe.
Como boas mulheres criadas entre o fim dos anos 90 e o começo dos anos 2000, nosso cérebro foi programado para achar incrível aquele grupo popular de garotas que andam como se fossem superpoderosas pelos corredores da escola, esbanjando charme, carisma e uma certa aura de intocáveis, bem vibes “As Patricinhas de Beverly Hills”, sabem? Mas será que essa imagem que ficou gravada nas nossas mentes quando ainda éramos novinhas ainda influencia nossas relações sociais no presente? Até que ponto a popularidade pode ser benéfica ou tóxica? Vale a pena ser popular, mesmo que isso custe nossa essência? Popularidade é diferente de relevância? Hoje vamos bater um papo sobre isso. E só pra lembrar: You can seat with us! :)
Na vida nada é estático. Estamos sempre passando por períodos de mudanças e, consequentemente, aprendizados. Às vezes, essas mudanças são tão intensas que precisamos externá-las de alguma forma, refleti-las em nós, em nossos corpos. Quando vale a pena abraçar a mudança e encarar uma cirurgia? Hoje nós vamos conversar com a nossa querida amiga Nádia Borges, uma mulher incrível que teve reveladas em seu corpo as fases das suas batalhas internas até, enfim, se encontrar após uma cirurgia bariátrica. Um passo de cada vez.
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