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Que não escolhemos nossos pais já é um fato, mas e quando a gente acaba nascendo em uma família com pais ou mães narcisistas? Narciso, famoso mito grego, conta a história de alguém que se tinha em tão alta conta que acaba morrendo afogado enquanto admirava seu próprio reflexo no lago. Na dinâmica familiar isso pode estar presente em pais que alimentam competições com seus próprios filhos, seja no âmbito na beleza, dos valores, de realizações pessoais, gerando um relacionamento extremamente tóxico. Hoje vamos conversar um pouco mais sobre esse tema difícil. Vem com a gente.
Sabemos (e já falamos em outros episódios aqui) sobre os desafios práticos e emocionais que envolvem viajar para o exterior, fazer um intercâmbio ou sobre, inclusive, o processo de mudança para outro país. Mas, o que acontece depois que o grand finale de morar fora se realiza? Depois que a sensação de novidade passa? Depois que a rotina e a normalidade tomam conta dos dias, dos anos? Hoje vamos conversar com a Carolina Klein, que mora na Alemanha já a alguns anos, e vai compartilhar um pouco com a gente sobre essa jornada de pertencer. Afinal, imigrar é apenas o começo.
Tem dias em que temos a sensação de que uma nuvem bem carregada de chuva está pairando sobre nossas cabeças. De repente alguma pequena coisa dá errado, e dessa pequena coisa outras mil coisinhas começam a desandar, tal qual um dominó. Ou, talvez, algo grande (e triste) tenha acontecido e a gente ainda não tenha aprendido a lidar com aquilo. Dias tristes vem e vão, e não temos como fugir deles por enquanto. Mas hoje queremos conversar sobre como viver em meio a eles, esperando por dias melhores.
O episódio de hoje é feito por vocês! Vocês nos contam suas histórias de superação e dividem esse tempinho com a gente. Tem tanta história linda. Dá o play!
Na psicologia, a zona de conforto é uma série de pensamentos e/ou comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter, associadas a conforto, porque não causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. Viver desta forma à primeira vista pode parecer um sonho, a receita para felicidade. Mas, será que é possível viver de fato numa zona segura? Temos o controle da nossa realidade? Vem conversar com a gente sobre a ilusão desse conforto e sobre como no incômodo podemos encontrar o que tanto buscamos na vida.
Em tempos de redes sociais, relacionamentos cada vez mais líquidos e globalização desenfreada, acabamos aprendendo alguns termos específicos para explicar alguns comportamentos sociais entre casais. Alguns bons, outros, nem tanto. Como a gente pode aprender a identificar se estamos sendo vítimas (ou praticantes) de coisas como: love bombing, gaslighting, hoovering? Nesse episódio, vamos conversar um pouco sobre esse assunto e tentarmos entender e também nos proteger contra essas armadilhas.
Em casos de violência, denúncie. Ligue para o 180 ou 190 e peça ajuda!
Temos mesmo que estar bem o tempo todo? A positividade tóxica é um termo que critica o discurso excessivamente otimista muito presente nos dias atuais. Esse comportamento é basicamente a negação ou afastamento da realidade e pela reinterpretação de fatos negativos como positivos. No nosso centésimo episódio, queremos discutir justamente sobre o que buscamos NÃO ser neste safe place! Que continuemos juntos aqui, onde a felicidade não é uma ditadura, mas uma meta diária, mesmo com os dissabores da vida.
E vamos com mais um conselhos de longe para vocês! Falamos sobre vida adulta, mudança de carreira e homens perfeitos (ou não). Vem pra cá ouvir mais essa conversa entre amigas! <3
Tudo tem um preço, principalmente um sonho. A vida é cheia de surpresas e curvas emocionantes, mas isso não quer dizer que a sorte das pessoas que realizam seus objetivos não está também acompanhada de muito trabalho duro e sacrifício. A gente constrói o nosso destino com coragem, resiliência e muita força de vontade. Hoje nós vamos conversar com a Mari, nossa convidada mais que especial, diretamente de Montreal, no Canadá, para dividir com a gente um pouco sobre as dores e as delícias de morar fora do país!
Aqui no Por que tão longe somos, na maioria das vezes, auto definidas como “meninas boazinhas”. Cada uma com seus traços de personalidade, claro, mas com essas características em comum: estar sempre disposta a ajudar, nunca dizer não e colocar os outros em primeiro lugar. Aos olhos da sociedade, essas atitudes parecem louváveis e exemplos a serem seguidos. Mas qual é o limite da bondade? Vem com a gente tentar entender se você também é uma menina boazinha e como se livrar das garras dessa síndrome.
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