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E vamos para mais um Conselhos de Longe por aqui: vocês perguntam (ou desabafam) e a gente tenta ajudar um pouquinho!
Será que sua pergunta apareceu no episódio de hoje? Dá o play!
A vida humana é formada por relacionamentos. Já dizia John Donne que “homem algum é uma ilha”. Vivemos em contato com os outros, dependemos dos outros para florescer, e ao longo dos anos vamos criando nossa teia de relacionamentos. Amizade, família, amor, trabalho. São tantas facetas diferentes que exigem cuidado e nutrição igualmente diferentes. Mas e quando um desses relacionamentos para de funcionar? E quando algo se rompe? É possível retornar ao que era antes? É possível restaurar o que se partiu? Vem com a gente tentar entender se vai ou racha.
Uma pequena reflexão sobre o que é conquistar algo e se você precisa fazer apenas coisas grandiosas para comemorar seus checks da lista da vida! ;)
Não importa o motivo, sair de casa é sempre um desafio. Seja pra estudar, trabalhar, recomeçar, fugir, construir ou apenas se aventurar, basta dar um passo nessa direção para que nada mais seja como antes. Por mais que a gente amadureça, quando temos o nosso próprio cantinho parece que passamos de fase na vida e junto com essa fase vem lições preciosas sobre o mundo e sobre nós. Hoje vamos conversar com a querida amiga Yasmin Vasconcelos, que vai dividir com a gente a dor e a delícia da liberdade e da independência de se morar sozinho.
Uma breve reflexão sobre a importância de termos amigas na nossa vida. É o famoso: tenha amigas mulheres. Todo o resto, elas te ajudam a resolver.
Quem nunca pagou um mico quando adolescente, não é mesmo? Contamos os nossos micos, os que vocês compartilharam com a gente e demos boas risadas de tempos ótimos que vivemos! Dá o play :)
Quem não tem medo de viver uma vida plena? Vem refletir um pouco com a Nini sobre o poder negativo que as amarras exercem sobre nós e sobre o peso de acharmos nossa identidade naquilo que nos impede de sermos mais felizes e livres.
As redes sociais influenciam muito nossa maneira de nos relacionarmos com o outro. Em tempos de pós-pandemia, em que muitos dos nossos círculos sociais ou morreram ou se transformaram completamente, as redes sociais podem ter sido aliadas para aplacar a solidão. É fácil nos comunicarmos com os amigos que moram longe, é mais fácil flertar com o contatinho do app de relacionamentos, é mais fácil parecer que estamos presentes, de fato, na vida alheia. Mas e quando essa socialização se torna superficial e a gente começa a se sentir ainda mais sozinhos? Muita gente e nenhum significado, sabem? Há um caminho melhor a ser trilhado?
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