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Bom dia.
Primeiramente eu cumprimento e felicito a você pai ou pessoa responsável que exerce a função e missão da paternidade na perspectiva do Reino de Deus em Igreja e Sociedade. Em seguida eu leio, o texto das Senhas Diárias de hoje: “Pediram, e ele [Deus] fez vir codornizes e os saciou com pão do céu. Fendeu a rocha, e dela brotaram águas, que correram, qual torrente, pelo deserto. Porque estava lembrado da sua santa palavra e de Abraão, seu servo” (Salmo 105.40ss).
Que salmo de caráter histórico maravilhoso e precioso no que diz respeito à oração. Ele, visto no seu contexto, nos ajuda, e muito, a pensar e repensar, a nossa piedade e vida de oração, na Palavra, com e/ou sem fé. O povo de Deus da Antiga Aliança orava pedindo assistência nas necessidades corporais. Contudo, o coração do povo liberto da escravidão, quase na integralidade, permaneceu impenitente e incrédulo, apesar da presença graciosa e favorável de Deus. Ele não crê e nem louva a Deus, o SENHOR, que liberta e cuida, na fartura e na carestia, por causa da Sua santa Palavra, para além, muito além do que a razão e inteligência conseguem dimensionar. E, sem dúvida: A resposta de Deus à oração é um milagre. Veja Dt 9.4ss.
O salmodiar do salmista, com gratidão, promove e aponta para a necessidade do sacerdócio de Cristo, mediante o qual nós podemos nos achegamos, confiadamente, com nossas necessidades, corporais e espirituais, ao trono da Graça. Por isso mesmo, benditos/as nós que temos, na Palavra, não Abraão ou Moisés, mas, sim, Cristo, o Pão vivo que desceu do céu, como mediador da Nova Aliança.
Oremos: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome. Venha o teu reino. Seja feito a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. Pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém.
Boa noite!
A palavra de Deus fala com você.
Sou a Pastora Vera Maria Immich, atuo na Comunidade e Pastoral da Consolação em Curitiba da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
O texto das senhas para nossa reflexão noturna encontra-se me 2 Tessalonicenses 3. 1-3, Paulo escreve: “orem por nós, para que a mensagem do Senhor continue a se espalhar rapidamente e seja bem aceita como aconteceu entre vocês. Orem também para que Deus nos livre das pessoas más e perversas, pois nem todos creem na mensagem, mas o Senhor é fiel. Ele lhes dará força e os livrará do maligno.”
Lindo pedido de Paulo aos tessalonicenses: orem por nós, pelo ele, Timóteo e Silvano. O contexto era de perseguição e conflitos internos. Mas, havia algo maior e que não poderia se perder: a pregação e a propagação do evangelho, apesar das pessoas más e dos obstáculos. Exatamente por isso que ele precisa contar com as orações e com o cuidado de Deus. Ele precisa sentir-se carregado pela comunidade. Apoiado e estimulado. A causa é grande e ninguém dá conta sozinho, nem mesmo Paulo.
Deus quer que continuemos a propagar o Evangelho da Salvação, mas não por nossa força e poder, mas pela força e o poder que vem do Senhor.
Paulo reconhece o poder da oração comunitária. Uma comunidade que não ora e que não põe seus projetos sob o poder da oração não reconhece suas fraquezas e facilmente cai em deslizes. É uma comunidade que pode criar ídolos e afastar-se Deus.
Oremos uns pelos outros e pela propagação do Evangelho.
Senhor Deus! Graças te damos porque nos fortaleces continuamente e podemos confiar na tua direção. Clamamos para que continues dando a direção à tua Igreja e às tuas comunidades. Amém!
Bom dia
A palavra de Deus fala com você.
Sou a Pastora Vera Maria Immich, atuo na Comunidade e Pastoral da Consolação em Curitiba da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil.
Em nossa vida temos de enfrentar muitas situações de angústia e medo. Algumas por situações de perigo eminente e outras devido a possibilidades de perigo. O medo é mais bom do que ruim. É um sentimento que nos protege porque alerta para o perigo. Indica situações que devemos evitar e nos faz correr. Põe-nos em movimento e aciona nossos mecanismos de defesa mais escondidos. Mas, o medo também pode paralisar, atormentar e impedir de viver plenamente.
As senhas para o dia de hoje, encontrada no Salmo 25.15 nos dizem: eu olho para o Senhor, pois ele me livra do perigo.
Este salmo é derramamento de uma alma angustiada e aflita, alma com medo. Demonstra uma opção de se socorrer no Senhor e nele buscar o perdão dos pecados e compaixão, no versículo 16. O salmista está atormentado, mas não paralisado. Ele se achega a Deus em humildade e clama, reconhecendo que ele tem errado e se desviado, reconhecendo que somente Deus pode protegê-lo e ampará-lo.
Este olhar do salmista para o Senhor, buscando socorro no perigo é uma postura ativa que olha para a própria vida e examina seus erros e suas carências e busca solucioná-las. Em humildade reconhece que precisa do Senhor em sua vida. Olhemos para o Senhor e nos refugiemos nele até a tempestade passar. Um refugiar-se ativo e comprometido que também cuida e protege os mais fragilizados.
Oremos a oração que Cristo nos ensinou. Pai nosso que estás nos céus....
Olá, boa noite! Espero que seu dia tenha sido proveitoso. Sou o pastor Jefferson Schmidt atuando na Paróquia das Araucárias em Irati.
Neste início de noite a Palavra de Deus fala com você através do Apóstolo Paulo na sua segunda carta aos Coríntios (2 Coríntios 1.10) – “Ele nos salvou e continuará a nos salvar desses terríveis perigos de morte. Sim, nós temos posto nele a nossa esperança”.
Queridos irmãos e irmãs em Cristo, este versículo faz parte da ação de graças de Paulo pelo conforto divino. Quando escreve para sua comunidade em Corinto, ele primeiramente recorda como Deus o livrou de perigos e aflições, ou seja, reconhece os perigos, inclusive a morte, mas em primeiro lugar agardece.
Penso que também cabe a nós a ação de graças pelo cuidado e proteção, também neste tempo de pandemia. Através das orientações e cuidados das pessoas da área da saúde, a vida está sendo preservada e mantida. Através da fé, a esperança e o ânimo se fortalecem e nos auxiliam na caminhada da vida.
Possivelmente cada um, cada uma de nós perdeu um familiar, um amigo e amiga, algum conhecido e isso nos mostra o quanto as situações de ameaça a vida nos rodeiam, não só pela covid, mas das diferentes violências no trânsito, na sociedade e até mesmo dentro da própria casa.
Que possamos em nossas orações nunca esquecer de agradecer e que essa gratidão nos mova a ações diaconais concretas de ajuda, apoio, de serviço a quem precisar. Quando nos alegramos e agradecemos, também estamos reconhecendo o imenso amor e a misericórdia de Deus.
Que possamos refletir e entender que temos muitas razões para agradecer a Deus. Nós somos animados a agradecer pela vida, pela família, pelos amigos, pelo trabalho, pela criação, pela colheita, pelo pão de cada dia, pela saúde.
Agradecer é reconhecer o grande amor de Deus por nós. Ele é o doador de tudo o que temos e somos. Entreguemos a Deus toda a nossa realidade de vida e confessemos que apesar todas as nossas falhas e dificuldades, somos abençoados por Ele todos os dias da nossa vida.
Vamos orar?
Deus Criador, tu que colocas este mundo sob a promessa de novos tempos: aguça em nós a sensibilidade de reconhecer o teu agir em nosso meio já agora. Dá-nos coração e mente que saiba acolher o projeto de teu reino. Amém.
Um abençoado novo dia a você que me ouve! Sou o pastor Jefferson Schmidt atuando na Paróquia das Araucárias em Irati. Nesta manhã a Palavra de Deus fala com você através do Profeta Zacarias 1.17 – “Ele ajudará Jerusalém que voltará a ser a sua cidade escolhida.”
Queridos irmãos e irmãs em Cristo, este versículo faz parte da primeira visão do Profeta Zacarias que anuncia aos seus ouvintes que um novo tempo está para começar, ainda que momentaneamente não se perceba nenhum sinal. Zacarias fala do amor e misericórdia de Deus na história do povo, como sustento de sua esperança e fé, apesar de todo sofrimento causado pelo exílio e destruição de Jerusalém. A misericórdia de Deus é a força que nutre a esperança e a possibilidade de mudança.
Deus fala com Zacarias através de um anjo. Sabemos que suas profecias, suas visões cumpriram-se, entre elas uma que sempre ouvimos no tempo de Advento: “Alegrem-se muito povo de Sião. Moradores de Jerusalém, cantem de alegria, pois o rei está chegando. Ele vem triunfante e vitorioso; mas é humilde e está montado num jumento...”
O que Deus tem falado a nós neste tempo onde não estamos exilados, mas nossa liberdade de ir e vir é controlada. Onde os abraços, a comunhão, o encontro, a proximidade com outras pessoas não são recomendados para proteção a própria vida. Onde mudamos hábitos e rotinas. Tudo isso, obviamente tem gerado dor e sofrimento e nos faz pensar em como será o amanhã, o mês que vem, o próximo ano.
O que Deus tem falado a nós? Talvez nos diga: acalma este teu coração, seja responsável com a tua vida e a vida das outras pessoas e espere em absoluta confiança.
As promessas do Senhor são certas. Por isso, também nós podemos confiar que um novo tempo virá, pois Deus tem nos ajudado. Através do Batismo somos pessoas acolhidas e escolhidas e sem dúvida Deus tem nos ajudado neste tempo de medo e incertezas, mas também tempo de fé, de esperança e oração.
Vamos orar?
Misericordioso Deus, gratos te somos por podermos contar contigo neste tempo de medo e desconfiança. Aqueça nosso coração para não duvidarmos na Tua promessa de vida digna e abundante. Esteja ao nosso lado neste novo dia. Amém.
Boa noite,
Bom dia,
Boa noite!
A Palavra de Deus fala com você!
Sou Pastora Paula Trein, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, atuo na Paróquia de Assis.
Compartilho com vocês a Palavra do Evangelho de Lucas 19. 2-3, que diz assim: "Um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos, estava tentando ver quem era Jesus".
Jesus entra em Jericó e atravessa a cidade. “Havia ali um homem, chamado Zaqueu, muito rico, chefe dos publicanos”. Publicano era o que cobrava o imposto público sobre a circulação da mercadoria. Zaqueu era o chefe dos publicanos da cidade. Sujeito rico e muito ligado ao sistema de dominação dos romanos. Os judeus mais religiosos argumentavam assim: “O rei do nosso povo é Deus. Por isso, a dominação romana sobre nós é contra Deus. Quem colabora com os romanos peca contra Deus!” Assim, soldados que serviam no exército romano e cobradores de impostos, como Zaqueu, eram excluídos e evitados como peca- dores e impuros.
Os versículos que lemos nos afirma que Zaqueu desejava ver Jesus. Ao aouvir dos grandes milagres e feitos de Cristo e sabendo que Ele iria passar por Jericó, surgiu um grande desejo em seu coração e isto se tornou o seu grande alvo: "Eu preciso ver a Cristo".
Não há encontro com Cristo, sem um desejo puro e sincero, que brote no coração daquele que deseja se arrepender e ter uma vida nova.
Assim como Zaqueu despertou o desejo puro e sincero de apenas ver Jesus. Zaqueu sabendo dos milagres, repensando a sua vida, pensando em suas atitudes, sentia que não era feliz...
Ele se esforçou, ele buscou, e não foi a multidão ou o que os outros pudessem falar ou criticar que desanimou Zaqueu. Tudo depende da forma de como agimos. Deus conhece nossas intenções e nossos corações!
Que a nossa fé desperte o desejo de sempre buscarmos a Cristo Jesus!
Convido para Orarmos:
"Amado Deus e Pai, chegamos humildemente na tua presença e te pedimos, que diante de tantas dificuldades e tristezas, possamos sempre estar buscando a ti. Pois tu Senhor, tu nos olha, tu nos encontra, nos acolhe e nos fortaleça. Em ti temos a verdadeira esperança! Em nome de Cristo Jesus nós oramos". Amém!
Bom dia!
A Palavra de Deus fala com você! Sou a Pastora Paula Trein, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, atuo na Paróquia de Assis. Compartilho com vocês a Palavra de 2 Crônica 30. 18,19 - Ó Deus bondoso, perdoa todos os que com todo o coração te adoram a ti, o Senhor.
O rei Ezequias correu risco de constrangimento ao convidar pessoas das tribos de Israel. O risco deles não virem a Jerusalém era muito grande. Afinal de contas fazia muitos anos que Israel e Judá não celebravam a Páscoa juntos.
Ezequias corajosamente chamou o seu reino à fidelidade – e conseguiu. As pessoas “se humilharam e foram a Jerusalém” (v. 11). Elas tiveram um tempo tão agradável juntas que concordaram coletivamente em ficar mais sete dias. Não tinha havido tanta alegria na terra desde os tempos do rei Salomão. Foi um tempo de purificação e renascimento, um ponto de mudança drástica para os filhos de Israel.
Alguns irmãos que vieram das tribos do Norte não haviam se purificado, conforme a Lei estipulava. Compreendendo a sinceridade do povo em buscar a Deus, ainda que de modo imperfeito, Ezequias autorizou que eles participassem da Páscoa e suplicou o perdão de Deus para eles. O relato bíblico diz que “o Senhor ouviu a oração de Ezequias e não castigou o povo” (2 Crônicas 30:20, NVI).
É comovente que tudo isso tenha acontecido na Páscoa, um belo prenúncio do Cordeiro por vir, morto pelos pecados do mundo. Este mesmo Cordeiro nos convida a vir a Deus, assim como estamos, a fim de que Ele possa nos perdoar e purificar. E assim como Ezequias tomou iniciativa em busca da reconciliação e da paz. Suplicando a Deus o perdão dos pecados a todos que com todo o coração adoram ao Senhor!
Convido para um momento de oração:
"Senhor Jesus, tu morreste por nós na Cruz para proporcionar paz a nossa alma. Nós te pedimos: vem a todos que a ti abrem seu coração. Permite que te encontrem aqueles que te procuram. Consola-nos com tua ajuda. Para ti queremos viver e morre. Em nome de Cristo Jesus nós oramos." Amém.
[23:50, 04/08/2020] Paula Trein: "Ó Deus bondoso, perdoa todos os que com todo o coração te adoram a ti, o Senhor" 2 Crônica 30. 18,19.
Que esta Palavra alimente a nossa fé!
Tenham um abençoado dia!
Boa noite.
“Meus irmãos, o que é que deve ser feito? Quando vocês se reúnem na igreja, um irmão tem um hino para cantar; outro, alguma coisa para ensinar; outro, uma revelação de Deus; outro, uma mensagem em línguas estranhas; e ainda outro, a interpretação dessa mensagem. Que tudo seja feito para o crescimento espiritual da igreja.” (1 Co 14.26) Estas são palavras de Paulo em sua primeira carta aos Coríntios. Ou seja, não importa o que você sabe fazer ou o que você consegue fazer, não importa o seu dom, mas para que ele é utilizado. Uma pessoa sabe cantar, outra ensinar, outra recebe uma revelação, outra ainda uma mensagem em língua estranha, e ainda outra a interpretação dessa mensagem, mas o propósito final será sempre a edificação da igreja de Cristo, o corpo maior.
É interessante observar como esta dinâmica funciona em nossas Comunidades e também na sociedade como um todo. Na comunidade percebemos claramente como a valorização dos dons contribui para perfeito funcionamento do corpo. Quando alguém tenta usar o seu dom para engrandecimento próprio prejudica o equilíbrio do todo, não contribui, atrapalha. Na área da medicina temos hoje uma especialidade para tratar cada parte do corpo: cardiologista, pneumatologista, dermatolgista, dentista e assim seguem muitas outras..., mas cada especialista trabalha pensando no bem estar do corpo todo. Qual é a sua especialidade na missão de Deus e como ela contribui para o bom funcionamento do corpo de Cristo? Pensem nisto.
Orem comigo: Obrigado Deus criador pela diversidade de dons que nos deste. Cada pessoa é capaz de fazer algo. Que neste tempo possamos perceber, descobrir o que sabemos fazer bem e colocar este dom a serviço de tua missão. Por Cristo, Jesus. Amém.
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