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Dia Bárbara Nobre, historiadora e escritora, fala sobre seu primeiro romance “Boca do Mundo” (Companhia das Letras), violência de gênero e a ruptura com estereótipos nordestinos.
Escritora e tradutora, Bruna é a primeira brasileira a receber, junto com Stênio Gardel, o National Book Award, pela tradução de “A palavra que resta”. Em 2025, lança seu primeiro livro “Horas azuis” (Companhia das Letras). Nesse papo, a escritora fala sobre escrever em inglês e ser sua própria tradutora, ser estrangeira nos EUA e no Brasil e os perigos da inteligência artificial.
Neste episódio especial pós-flip, convido Jana Viscardi, linguista e divulgadora científica, a falar sobre sua experiência na edição desse ano, mesas e livros que se destacaram, Vale Tudo, literatura de autoria feminina e o seu próprio projeto de escrita.
Giovana Madalosso fala de seu novo romance Batida Só (Todavia, 2025), legado, prazer feminino e a importância de ser imortal.
Jeovanna Vieira fala sobre a recepção calorosa de Virgínia Mordida (Companhia das Letras, 2024), os incômodos pessoais que guiam sua escrita, música e muito mais.
Izabella Cristo fala dos limites da auto-ficção no seu romance de estreia mãezinha (Dublinense, 2025) e sobre o cruzamento entre a literatura e a medicina.
Andréa Del Fuego revisita sua carreira, fala sobre o processo de reedição de seu livro Nego Tudo e o flerte com a medicina.
Isabela Noronha fala sobre sua experiência como aluna e professora de escrita criativa, a relação com Bernardine Evaristo e os seus romances Resta Um e Carlabê.
Simone AZ fala sobre seu primeiro romance Dakota Blues (Companhia das Letras, 2025), a influência da cultura pop na sua escrita e a história do Brasil que não deve ser esquecida.
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