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O que é a sociedade, essa coisa que, tal qual o tempo, para Santo Agostinho, nós temos certeza de que sabemos o que é até que alguém nos peça para explicá-la. A sociedade é a soma dos indivíduos ou, ao contrário, ela é um todo maior do que as partes, funcionando, inclusive, à revelia da compreensão que dela se possa ter? A sociedade é o resultado da ação dos indivíduos, do modo como eles atuam sobre ela, no limite, ela é uma construção deles ou ela existe antes dos próprios indivíduos e agencia até mesmo a crença de que são eles que, de alguma modo, a concebem? A sociedade é a explicação que dela fazemos? Ela depende de como a percebemos e, por isso, se nossa percepção muda, a natureza dela também muda? O que ela significa ou ela é uma realidade sensível que independe da linguagem e suas definições? Para responder a essas perguntas e chegar a alguma luz sobre o que possa ser a sociedade, entrevistamos nesse programa o sociólogo Edison Bariani Junior. Além disso, comentamos seu livro mais recente, que ele gentilmente lançou em nosso programa, O navio de Teseu e os (des)caminhos da sociologia. Em busca de uma epistemologia do social. Volume 1. A percepção.
De Aristóteles aos pensadores modernos, passando por Maquiavel, Locke, Hobbes, Rousseau, Arendt e mais um monte de mente brilhante, você está a fim mesmo de saber o que é a tal “POLÍTICA”? A gente já te adianta que não adianta orar e mamar no detergente para entender definitivamente uma das peças imprescindíveis desse jogo de xadrez chamado vida, “tá ok”? Então vem com a gente vibrar em Outras Frequências, pois o episódio 519 do primeiro podcast do Brasil está caprichado! São 18 anos “querendo ajudar a querer consertar o que não pode ser”, como pensou o magro abusado. Lamarca, Scheel, Coleone e você, querido ouvinte! Dá o play aí!
Editorial: Foi Bertolt Brecht, o poeta e dramaturgo alemão, que, nos anos 1940, escreveu que a cadela do fascismo está sempre no cio. Em 1977, Roland Barthes, o crítico literário e semiólogo estruturalista francês, em sua aula inaugural no Collége de France, afirmou que a língua é fascista, não porque proíbe, impede ou censura o que se quer dizer, mas justamente porque obriga a dizer e faz isso por meio de um corpo de regras que regula e oprime a própria expressão e que submetem os indíviduos ao poder, ao arbítrio e aos estereótipos da própria linguagem. Os Engenheiros do Hawaii cantaram, em "Toda forma de poder", de 1986, que "o fascismo é fascinante, deixa a gente ignorante fascinada", repercutindo o título de um famoso ensaio da intelectual e crítica norte-americana Susan Sontag, intitulado "Fascinante fascismo" e publicado no livro Sob o signo de Saturno, de 1980. No ensaio, Mrs. Sontag se dedica a desvelar, com a acuidade e o brilhantismo crítico que lhe foram caratecterísticos, as mentiras e falsificações históricas que o cinema de Leni Riefenstahl, a cineasta e documentarista do Terceiro Reich, de Hitler, ajudaram a propagar sobre o Führer e as violências autoritárias que estavam nos fundamentos de um governo genocida, insano e perverso. Lá pelas tantas, constatando que Riefenstahl continuava a produzir sua arte, agora por meio de seus livros de fotografia, mesmo depois do enorme desprezo que ela alimentou pela verdade ideológica do regime nazista, Sontag concluiu que "o fascismo fascina de um modo que outra iconografia delimitada pela sensibilidade pop (de Mao Tsé-Tung a Marilyn Monroe) não faz. Sem dúvida, alguma parcela do aumento de interesse no fascismo pode ser considerada como um produto da curiosidade. Para aqueles que nasceram depois do início dos anos 40, massacrados por um palavrório vitalício, pró e contra, sobre o comunismo, é o fascismo — o grande motivo,de conversação da geração dos seus pais — que representa o exótico, o desconhecido. Portanto, existe um fascínio generalizado entre os jovens para com o horror, com o irracional. Cursos que tratam da história do fascismo, juntamente com aqueles sobre o oculto (incluindo vampirismo), estão entre os mais freqüentados, hoje em dia, nos campus das universidades." Nós, aqui, respondemos a vocês se o fascismo é mesmo fascinante.
O primeiro podcast do Brasil chega à 18ª temporada e volta das férias temático: ao longo de 2026, os irresponsáveis Márcio Scheel, Marcel Rodrigo Lamarca e Eduardo Coleone seguirão fazendo programas leves e descontraídos, mas terão como centro de cada episódio um tema muito específico. No primeiro episódio do ano, o tema foi a RESPONSABILIDADE. Legal, moral, administrativa, civil, contratual ou penal, a RESPONSABILIDADE foi esmiuçada pelo Marcel, pelo Scheel e pelo Du ao longo de mais de uma hora, naquele formato com o qual vocês, queridíssimas e queridíssimos ouvintes, já se acostumaram ao longo dos últimos 18 anos. Venham com a gente, pois nós vibramos em Outras Frequências, cientes (ou não, como pensaria Caetano) de nossa RESPONSABILIDADE.
Um programa de natal curtinho para todo o mundo que, igual ao Papai Noel, está com o saco cheio.
O Programa Outras Frequências chega à edição número 515, há 17 anos falando sobre música, cinema, literatura, entretenimento, política, filosofia e muito mais, sempre de uma maneira leve e descontraída, respeitando a inteligência do nosso "telespectouvinte". Nesta semana, tem a Bola de Ouro da FIFA, tem maluco namorando uma árvore, tem a PEC do banditismo e muitos outros assuntos, leves e pesados, incluindo o nosso "Momento LuksColor" da edição 515, que foi a condenação pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão (mais 124 dias multa) de um sujeitinho aí por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado por violência e ameaça grave, além de deterioração de patrimônio tombado. É melhor "já ir" se acostumando com a cadeia, pois ainda faltam 23 processos só no STF, sem contar tantos outros crimes ao longo da pandemia. E tem os heróis nacionais de 60 anos atrás, nossos ídolos (que ainda são os mesmos...), nas ruas pela democracia. Sexo, drogas e rock and roll? Pai, filho e espírito santo? Pelé, Coutinho e Pepe? Cerveja, cachaça e uísque? Scheel, Lamarca e Coleone? Não! Estamos falando de Chico, Gil e Caetano salvando a pátria de novo. Vem vibrar em Outras Frequências pela 515ª vez!
O programa **Outras Frequências** é um podcast brasileiro que discute música, cultura e comportamento, apresentado por **Eduardo Coleone**, **Marcel Lamarca** e **Márcio Scheel**. Com um tom descontraído e informativo, o trio aborda desde lançamentos musicais até análises de tendências culturais, sempre com opiniões bem-humoradas e embasadas. O programa atrai ouvintes que buscam um conteúdo alternativo e aprofundado sobre música, cinema, tecnologia e outros temas da cultura pop e underground.
Além do formato podcast, o **Outras Frequências** também tem presença em redes sociais, interagindo com o público e expandindo as discussões para além dos episódios. Se você gosta de música e cultura com uma abordagem crítica e despojada, vale a pena conferir! 🎧🔥
(Feito com IA)
O primeiro podcast do Brasil, no ar há 17 anos, não iria deixar de comentar mais uma insanidade social, para se somar às 743 milhões que já abordamos aqui, não é mesmo? Então Marcel Rodrigo Lamarca, Márcio Scheel e Du coleone abordam na edição número 513 do OF, entre outros assuntos, a febre dos bebês reborn... opa... será que andam levando essas manufaturas nas UPAs por conta da febre? Pegue seu café quente, seu termômetro e sua vontade de viver (ou morrer) e vem vibrar em Outras Frequências conosco, galela! A gente promete cantar um "Rock-a-Bye, Baby" (claro que vocês se lembram do desenho do Picolino, né? "Cante de novo, Charlie!") para vocês dormirem "um bom soninho" no final, como cantaria a Simony, a namorada de um amigo nosso. Outras Frequências: porque o resto é papo furado entre maluco e bebê reborn.
Bom dia, boa tarde e boa noite! Olá, queridos telespectadores, ouvintes, “galela” em geral que vibra em Outras Frequências com o primeiro podcast do Brasil! Já são 17 anos ininterruptos discutindo os principais assuntos do país e do mundo, idolatrando a dúvida e contando com quantos fracassos se faz um sucesso. Neste episódio, tem música, futebol, comportamento social, política e muitos outros assuntos, além da amoeba marota do pequeno e maravilhoso Matheus, colocando de pé os poucos cabelos que restam ao nosso locutor e DJ preferido, o papai Marcel. Vem vibrar em Outras Frequências com Scheel, Marcel e Du! Porque o resto é vacilão passando pano para Neymar.
Olá, "galela"! Os chefes do benefício cultural chegaram com a edição número 511 do primeiro podcast do Brasil!
O Programa Outras Frequências está em sua 17ª temporada, transformando cultura, entretenimento, política, filosofia, sociologia e muito mais em um grande bate-papo de botequim, com os amigos Márcio Scheel, Marcel Rodrigo Lamarca e Du Coleone pensando e debatendo os principais assuntos deste planeta, que tenta se livrar de suas pulgas no sacolejo, como diria um baiano arretado. E não adianta chamar o Satan Goss para nos deter, que o Jaspion parece estar ao nosso lado, "galela"!
Como vocês sabem bem, queridas e queridos telespectadores e ouvintes, nós vibramos há 17 anos em Outras Frequências, choramos no Carnaval, não vemos graça nas gracinhas de tevê e morremos de rir no horário eleitoral. Curta, comente e envie esse programinha para todo mundo!
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