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Judiciário federal e estadual são tudo a mesma coisa? Quais as semelhanças e as diferenças? Como essas categorias podem lutra juntas?
Para a abordar o tema, o podcast de outubro recebe a oficiala de justiça do TRF6 Alessandra Matias Barbosa, coordenadora do o Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado de Minas Gerais (Sitraemg).
Todos os servidores, de alguma forma, são filhos e filhas das trabalhadoras e trabalhadores da educação, que os formaram e ajudaram a ingressar no serviço público. Porém, as proximidades entre as duas categorias vão além. Cada qual à sua maneira, a educação pública e o serviço jurisdicional passam por um desmonte agressivo, promovido por governos neoliberais. Na educação, que também pertence à administração pública direta, esse processo encontra-se em estágio avançado. Mas nunca é escusado advertir: o presente deles pode ser o futuro do servidor do TJMG.No podcast de setembro, o SERJUSMIG recebe a professora Denise Romano, coordenadora do maior sindicato do Estado de Minas Gerais, o segundo maior do país, o terceiro maior da América Latina: o Sind-UTE/MG, Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais. A entrevista ilumina a compreensão dos servidores sobre a realidade do serviço público no estado e sobre esse instrumento tão essencial para o futuro da sociedade: a escola pública. Não se esqueça de ativar o sininho para receber as notificações!
A saúde dos trabalhadores ameaçada! Muitas terceirizações e diminuição de concursados! Perdas salariais.
Assédio moral nos setores. E o governo de Minas não se dá por satisfeito e quer acabar com os direitos dos trabalhadores.
Eu poderia estar falando sobre nós, do Judiciário. Mas esta é a realidade atual dos eletricitários, aqueles trabalhadores que garantem a energia elétrica nas nossas casas, locais de trabalho, estudo e lazer. E é com eles que nós vamos conversar hoje. BORA LÁ!
Atualmente, fala-se muito em desinformação, fakenews, notícias falsas. Isso costuma aparecer em discussões sobre a mentira na política, mas a mentira não é um expediente antigo na política? Qual é a novidade para se falar tanto em fakenews? Como as redes sociais e o uso de novas tecnologias interferem nesse quadro? Qual o papel do anonimato nessa história? As pessoas estão mais propensas a acreditar e divulgar aquilo que confirma o que elas pensam? Às vezes, uma notícia construída de maneira criteriosa é algo demorado e mais exigente ao público do que uma notícia produzida para enganar. Essa luta não é muito desvantajosa? Dá para enfrentar a desinformação?
Para refletir sobre essas questões, o podcast Prosa de Servidor de julho entrevista a professora Geane Alzamora, pequisadora da UFMG e autora do livro “Sociedade da desinformação e infodemia”.
De onde vem o dinheiro que paga o nosso trabalho? Por que tem sido tão difícil garantir direitos básicos, como a data-base? Por que, quando um governo vai reduzir despesas, os cortes sempre começam pelo serviço público? Basta lutar por data-base, carreira e outros pagamentos, sem se preocupar com a questão orçamentária? O tema do nosso Prosa de Servidor em junho é orçamento público.
"O sindicato não tem que mexer com política, tem é que cuidar dos direitos dos servidores: data-base atrasada, carreira, remoções”. O comentário é de um servidor do TJMG. Mas será mesmo que essa abstração é possível? Pode o sindicato ignorar que o servidor é parte da classe trabalhadora? Que até mesmo a possibilidade de ação sindical foi conquistada pelo conjunto da classe trabalhadora? Que as grandes questões que definem a vida do servidor são definidas para além dos limites do TJMG? Que o Judiciário é financiado pelos impostos pagos pelo conjunto dos trabalhadores? Que os servidores do TJ, sozinhos, não podem barras os grandes ataques que a política neoliberal desfere contra seus direitos? Este é o tema do podcast do mês de maio, com o presidente Eduardo Couto e a 3ª vice-presidente, Melissa Caldeira.
O Judiciário é um lugar inseguro para nós mulheres? A posição privilegiada da magistratura e as dificuldades de controle democrático sobre esse poder contribuem para que os abusos aconteçam? Para discutir o assunto, o Prosa de Servidor de abril conversa com a advogada Raquel Orlando, integrante do Núcleo de Saúde do Trabalhador (NST) do SERJUSMIG.
A contagem de tempo para adicionais foi retomada? Quando vai acabar a cobrança previdenciária sobre aposentados? O que vai acontecer se a Reforma Administrativa proposta pelo Congresso Nacional for aprovada? Em que circunstâncias o SERJUSMIG deve recorrer ao CNJ? As questões acima, entre inúmeras outras, evidenciam a importância da atuação nacional do SERJUSMIG, articulado com outras entidades, por meio das frentes nacionais e da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados. Para quem ainda tem dificuldades de entender, a experiência sindical é abundante de demonstrações de que a luta dos trabalhadores é, em primeiro lugar, uma luta de caráter nacional. Acompanhe o Prosa de Servidor de fevereiro, o primeiro de 2026, com os diretores Felipe Galego e Eduardo Couto e fique por dentro da atuação nacional do SERJUSMIG.
No último podcast Prosa de Servidor de 2025, o assunto é a tentativa de desmonte do serviço público que tramita no Congresso Nacional sob a alcunha de Reforma Administrativa.
A proposta busca aproximar o serviço público da lógica empresarial e do nível de precarização do trabalho já imperante na iniciativa privada, impondo metas e bônus fora e acima da missão social do Estado, acabando com a estabilidade e generalizando as terceirizações, entre outras medidas danosas.
A FENAJUD e o SERJUSMIG resistem de maneira intransigente contra esse ataque, ao lado das entidades e mandatos que compõem a Frente Parlamentar Mista do Serviço Público. E, como o estudo e a reflexão são imprescindíveis na luta organizada, entender a pauta é fundamental.
Para tanto, o entrevistado do mês é o cientista político Thiago de Queiroz, assessor da Consillium. A entrevista foi realizada no 26º Encontro de Delegadas e Delegados, no início de novembro, em Ouro Preto (MG).
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Na calada da noite, 52 parlamentares aliados de Zema (Novo) aprovaram em 1º turno a PEC 24, popularmente conhecida como PEC do Cala Boca. A proposta, se passar em segundo turno na Assembleia Legislativa, subtrairá da população mineira o direito de decidir sobre uma de suas principais fontes de riqueza e bem-estar: a Copasa. A votação está prevista para ocorrer nesta quarta-feira (5).
A estatal, altamente lucrativa e cobiçada por especuladores da Faria Lima, é referência internacional nos serviços de água potável e tratamento de esgoto, além de repassar bilhões em dividendos a seus acionistas. O Estado de Minas Gerais, acionista majoritário, recebe a maior parte desse recurso, que então passa a compor o mesmo bolo orçamentário que paga os salários dos servidores, entre outras despesas vitais para o funcionamento da máquina pública.
Com a privatização, o único beneficiário será o comprador da Copasa, que terá mercado consumidor assegurado, já água e esgoto são serviços indispensáveis, e toda a infraestrutura construída ao longo de décadas com investimentos públicos. Aos mineiros, além da perda de patrimônio, restarão tarifas cada vez mais altas, um atendimento precário e a perda de investimentos no serviço público. Atestam-no as inúmeras experiências de privatização do saneamento no Brasil e no mundo.
Para entender o assunto, o Prosa de Servidor de novembro recebe Eduardo Pereira, presidente do Sindagua [Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Estado de Minas Gerais]. O programa está disponível no YouTube e seis plataformas de podcast.
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