Na obra do filósofo pessimista norueguês Peter Wessel Zapffe, especialmente no seu ensaio "O Último Messias" (1933) e no livro Sobre o Trágico (Om det tragiske), o alce-irlandês (um cervídeo pré-histórico extinto) é utilizado como uma metáfora central para descrever a condição humana e o que ele chama de "paradoxo existencial"