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Este é mais um regresso à nossa danada infância. Fomos recordar as experiências sobre rodas, mais concretamente as de bicicleta. As rodinhas, as quedas, as viagens longas ou as frustrações. Nada fica por dizer neste nostálgico episódio.
Este é um episódio bem diferente de todos os outros de Putos Danados. Depois de muitos pedidos, acedemos finalmente a dar uma entrevista franca e até sincera sobre tudo o que rodeia este podcast. A convite da Matilde Pereira, estivemos num dos mais recentes episódios do programa "Intrigante" da Rádio No Ar, para falar das polémicas que têm envolvido este espaço de conversa. As questões políticas, a cultura de cancelamento, a alegada saída de um dos nossos integrantes ou belíssimas peças de mobiliário: nada ficou por dizer nesta curta conversa que podem escutar. Não nos responsabilizamos pela condução, questões, banda sonora ou problemas de áudio neste episódio. Embora o estejamos a disponibilizar aqui, os direitos continuarão a pertencer à Rádio No Ar. Agradecemos à Matilde Pereira pelo convite, e pela amabilidade com que nos tratou em todo o processo.
Esta semana filosofamos sobre comida, agricultura e outras coisas sobre as quais fomos mudando a nossa visão. Quem diria que mais uma vez a conversa iria até Coca-Cola, e a um momento de tensão que leva à despedida de João Mateus. Será o princípio do fim deste podcast?
Tudo corria muito bem até Manuel ter de levar com João e Bruno a fazer trocadilhos à parva. Não se deixem enganar: já se viveram dias menos sombrios neste podcast.
Estamos a habituar-nos mal, e já só queremos companhia. Esta semana falamos com a Inês Antunes. Esta jovem albicastrense segue a máxima de Simone de Beauvoir de que "não se nasce mulher, torna-se mulher". Sendo ela assumidamente feminista, discutimos este tema, as suas variantes e a diferença para com o femismo. A Inês também nos teve de aturar vários minutos sobre o facto de ter uma alimentação vegana.
O João Bravo escreveu uma dissertação de Mestrado que dá pelo nome "Design como Catalisador Reflexivo", e essa foi a desculpa para o trazemos ao nosso podcast. Com um convidado deste calibre, falamos abertamente de tudo o que nos apeteceu neste que foi um dos nosso episódios preferidos. Desde comichão no céu da boca a Black Mirror, o céu é o limite nesta conversa.
Somos uns tipos bastante nostálgicos, e neste episódio discutimos alguns jogos e objetos que fazem parte do nosso imaginário. Como era possível jogar o concurso do "Hugo" através das teclas do telefone fixo? É uma conversa que é cultura geral, e será capaz de agarrar tal qual um "pega-monstro".
Pela primeira vez gravamos um episódio em que um de nós se encontra em movimento, mais concretamente a "pilotar" um avião. Uma conversa de mão-cheia que até começou por felácios e carros do futuro, mas acabou em temas mais sombrios como as nossas profissões numa realidade paralela.
Esta semana a Filipa Mendonça volta a falar connosco, desta vez com os dez anos da sua experiência no Reino Unido como pano de fundo. Afloramos ainda o preconceito sobre folgas, "sick days" e filmes de animação.
Voltamos a receber uma convidada, e não fizemos por menos. A Filipa Mendonça é enfermeira e a cara do logo da Ramp Stamp London. Não contente com isso, é uma moça inteligentíssima que consegue tornar uma conversa à volta de uma paixão (skating) em algo verdadeiramente cativante. Não se espantem se acabarmos a falar de comida.
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