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Quisemos comemorar a chegada ao episódio 100 de Putos Danados com ouvintes regulares. Por isso convidamos o João Brás que afirma só ter falhado um episódio e falou-nos de momentos memoráveis e de um dos seus hobbies preferidos; a Alexandra Sobreira ouviu boa parte dos episódios e contou-nos como gostava de ter participado em algumas das conversas mais polémicas que já tivemos; o André Baptista foi convidado por ouvir ocasionalmente e acabou para insultar um dos anfitriões e fazer uma revelação polémica dos seus hábitos de reprodução do nosso podcast.
Esta semana extrapolamos sobre os comportamentos (e não só) de portugueses fora de portas. Como é óbvio, também não resistimos a fazer uns comentários a costumes pouco ortodoxos de certos e determinados estrangeiros.
Esta semana discutimos o que raio é essa porcaria dos NFT (token não fungível).
Esta semana os Putos Danados discutem uma questão filosófica com a leveza que os caracteriza.
Um cogumelo infetado dá origem a um difícil dilema colocado aos Putos Danados neste episódio.
Só precisávamos de uma desculpa para trazer a Helena Pereira ao Putos Danados. Apeteceu-nos falar sobre museus, uma das especialidades da nossa convidada, e esse é o pontapé de saída para esta conversa. Podem ler mais sobre esta paixão da Helena na sua página proximArte.
Neste episódio discutimos um verdadeiro clássico estudantil: a auto e heteroavaliação. Aproveitamos o momento para nos auto e heteroavaliarmos enquanto distintos e fraquinhos podcasters.
Neste episódio falamos das vantagens e desvantagens de viver em cidades como Lisboa, ou em meios mais pequenos. É um tema em que discordamos por várias vezes, e a discussão enriquece com isso.
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