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Neste último episódio do Sem Precedentes em 2025, o debate se volta para um tema sensível e incontornável: a ética no Supremo Tribunal Federal.
Em meio a críticas sobre imparcialidade, influência política e falta de transparência, cresce a percepção de que a relação entre a Corte e a sociedade atravessa um momento de desgaste.
Os alvos da vez são Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Mas no passado houve outros tantos exemplos.
Felipe Recondo e Diego Werneck discutem se o Supremo precisa de regras mais claras de conduta, até que ponto a resistência interna dificulta mudanças e por que a cobrança pública por responsabilidade e transparência se tornou central.
O episódio parte de uma pergunta simples — mas incômoda: quais limites éticos devem orientar a atuação dos ministros — e examina por que essa resposta é decisiva para a confiança no tribunal e para a própria democracia.
00:00 O Ano de 2025 e o Supremo
02:51 Código de Conduta e Expectativas para 2026
06:07 Imparcialidade e Ética no Supremo
08:53 Transparência e Relações com a Sociedade
12:09 Desafios e Críticas ao Supremo
15:04 A Influência da Política no Supremo
18:01 A Necessidade de Regras e Limites
20:57 A Resistência Silenciosa e a Percepção Pública
23:58 O Papel da Sociedade na Supervisão do Supremo
27:04 Expectativas Futuras e Conclusões
By Felipe RecondoNeste último episódio do Sem Precedentes em 2025, o debate se volta para um tema sensível e incontornável: a ética no Supremo Tribunal Federal.
Em meio a críticas sobre imparcialidade, influência política e falta de transparência, cresce a percepção de que a relação entre a Corte e a sociedade atravessa um momento de desgaste.
Os alvos da vez são Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Mas no passado houve outros tantos exemplos.
Felipe Recondo e Diego Werneck discutem se o Supremo precisa de regras mais claras de conduta, até que ponto a resistência interna dificulta mudanças e por que a cobrança pública por responsabilidade e transparência se tornou central.
O episódio parte de uma pergunta simples — mas incômoda: quais limites éticos devem orientar a atuação dos ministros — e examina por que essa resposta é decisiva para a confiança no tribunal e para a própria democracia.
00:00 O Ano de 2025 e o Supremo
02:51 Código de Conduta e Expectativas para 2026
06:07 Imparcialidade e Ética no Supremo
08:53 Transparência e Relações com a Sociedade
12:09 Desafios e Críticas ao Supremo
15:04 A Influência da Política no Supremo
18:01 A Necessidade de Regras e Limites
20:57 A Resistência Silenciosa e a Percepção Pública
23:58 O Papel da Sociedade na Supervisão do Supremo
27:04 Expectativas Futuras e Conclusões

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