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A posição de goleiro - por ser a mais distinta dentre todas as outras posições em um time de futebol - é a que mais chama atenção, seja para o bem ou para o mal. Durante a história do Athletico alguns goleiros se destacaram, sendo o principal deles o Alfredo Gottardi, mais conhecido como Caju, que criou uma conexão incrível com o clube enquanto atleta e até depois de se aposentar. O centro de treinamentos do Furacão foi nomeado em homenagem a ele, o CAT do Caju. Além dele, outros arqueiros defenderam muito bem as nossas redes, como Altevir Salles, Roberto Costa, Ricardo Pinto, Flávio, Santos e muitos outros. No episódio de hoje do Quebra o Muro, conversamos com a Deya Broto e a Analu Sert sobre os nossos goleiros do passado e o que esperar dos futuros defensores da nossa rede.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Fabíola Tigrinho
Convidados: Ana Lucia Sert e Andréa Broto
Pesquisa: Danielle Broto, Namie Biazus, Thaiane Bientinezi
Editorial: Ana Carolina de Souza
Revisão: Andréa Broto
Edição: Emelly Ribeiro
Vinhetas: Mariana Braga e Thaiane Bientinezi
Chute de Menina: Vittoria Santos
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Para incentivar ainda mais a leitura aqui no Brasil, por que não unir com uma das maiores paixões dos brasileiros: o futebol? A literatura esportiva vem crescendo ultimamente. Espalhados pelas estantes das livrarias estão diversos livros que abordam um time específico ou um técnico ou ainda algum jogador. E com o Athletico não é diferente. Diversos autores decidiram transformar a sua paixão pelo furacão em livros incríveis que contam a história do clube, de seus jogadores e de seus torcedores.
Neste episódio do Quebra o Muro, com as Atleticaníssimas, tivemos um bate papo com os jornalistas Sandra Nassar e Heros Schwinden sobre algumas das obras atleticanas que não podem faltar na estante de cada torcedor.
FICHA TÉCNICA:
FICHA TÉCNICA:
O principal clássico das araucárias, que reúne as duas maiores torcidas do estado do Paraná, teve sua primeira edição em 1924 e, de lá para cá, foram disputados 346 Athletibas no total, sendo 268 pelo Campeonato Paranaense. Pelo estadual, a disputa entre Athletico e Coxa rendeu 19 finais, com o Furacão vencendo 10 delas. A grande rivalidade se iniciou na origem dos clubes, uma vez que cada time representava uma camada social da cidade: o Athletico era o clube da aristocracia curitibana e o Coritiba representava os imigrantes alemães. A hostilidade entre as torcidas cresceu ainda mais a cada jogo disputado e hoje é uma das maiores rivalidades do Brasil. O clássico Athletiba nos rendeu momentos incríveis, alguns pesadelos e também histórias memoráveis. Neste episódio comentamos sobre alguns dos principais jogos, e as Atleticaníssimas Michele Toardik e Michelle Gandin contam um pouco sobre as suas vivências pessoais nessa disputa que nunca deixará de ser eletrizante.
As mulheres que decidiram seguir a carreira de jornalista e escolheram a área esportiva sofrem com o machismo desde os primórdios. Nos anos 1970 era normal algum jogador ou técnico não responder as perguntas das repórteres. E ainda hoje vemos as comentaristas tendo suas opiniões questionadas pelo simples fato de serem mulheres.
A luta dessas profissionais é diária em seus locais de trabalho, seja dentro de uma redação ou seja cobrindo um evento esportivo, para serem respeitadas e ouvidas. As mudanças já são bem visíveis, temos cada vez mais mulheres nos programas esportivos, alguns canais já têm narradoras e um jogo da Copa do Mundo de 2018 foi transmitido por uma equipe 100% feminina.
Porém, precisamos de mais e queremos mais espaço! Para celebrar o Dia do Jornalista (07/04), convidamos as meninas do Trétis por Elas, da Trétis TV: Thaís Karam e Thays Kloss, para um super bate papo sobre mulheres que trabalham noticiando futebol e esportes em geral e o quais são os muros que ainda precisamos quebrar!
FICHA TÉCNICA:
Em seus 97 anos de vida, completados hoje, 26 março de 2021, o Athletico atraiu milhares de pessoas e hoje é o time com maior torcida no Paraná. Por muito tempo, o rubro negro foi considerado uma equipe regional, mas com a chegada dos anos 2000, o Furacão se consolidou como um time da elite que sempre está disputando títulos e algumas vezes os conquistando. Com isso, a torcida rubro negra tomou proporções nacionais e internacionais e embaixadas atleticanas foram criadas em diversas cidades ao redor do país e do mundo.
FICHA TÉCNICA:
Por muito tempo as mulheres foram reconhecidas como o sexo frágil mas, por anos e anos, elas têm provado que estão bem longe disso. Tendo que lutar diariamente pelo seu espaço, as mulheres ainda são minoria em diversas profissões que são consideradas masculinas, além de ganharem salários mais baixos e ocuparem menos cargos de liderança, apesar de serem as que mais recebem diplomas de ensino superior. Neste episódio, conversamos com duas Atleticaníssimas - uma engenheira e outra piloto - que nos contam como é estar em profissões dominadas por homens, como é ter que enfrentar essas barreiras diariamente e o que precisamos fazer para alcançar uma realidade igualitária.
Ser um atleta de alta performance é levar o corpo ao extremo quase que diariamente. Por isso é necessário que a saúde desses profissionais seja acompanhada no dia-a-dia por uma equipe médica vasta. A fisioterapeuta, por exemplo, ajuda, com exercícios próprios, na prevenção de lesões, mas caso aconteçam, ela fará todo o tratamento para que esse ou essa atleta possa voltar a ativa o mais rápido e com o melhor físico possível. Para as esportistas femininas, é necessário que dentro dessa equipe médica tenha uma ginecologista que acompanha diariamente o ciclo menstrual e os hormônios, uma vez que eles podem afetar o condicionamento físico das atletas. Neste episódio, conversamos com duas profissionais das áreas citadas, a ginecologista Caroline Wall Obrali e a fisioterapeuta Celia Sandrini e elas nos explicam toda a importância em estar sempre alerta com a saúde das atletas.
O futebol feminino tem chamado mais a atenção dos torcedores nos últimos anos, principalmente após a Copa do Mundo de 2019. De lá para cá, algumas determinações - tanto da CBF, quanto da CONMEBOL - fizeram com que os clubes brasileiros incentivassem mais a categoria, mas ainda tem muito chão pela frente. As bases femininas, por exemplo, ainda são bem precárias e não recebem a devida atenção. Muitas meninas acabam jogando em times mistos ou tendo que disputar campeonatos masculinos, já que as competições de categorias de base femininas surgiram apenas em 2017. Neste episódio do Quebra o Muro, conversamos com as profissionais da área Daniely Quadros e Luiza Montingelli sobre todas as dificuldades, desafios e preconceitos que as nossas meninas enfrentam todos os dias na caminhada até a tão sonhada carreira de jogadora de futebol profissional.
FICHA TÉCNICA:
O Athletico trilhou, no Campeonato Paranaense, uma fantástica trajetória até hoje, cheia de emoções e inovações. O apelido de Furacão nasceu exatamente de uma campanha durante o estadual; o incrível projeto que temos no clube hoje se iniciou após uma derrota para o rival em um jogo do paranaense e, desde 2013, o rubro negro disputa a competição com o time sub-23, também chamado de Aspirantes. Neste episódio, tivemos um bate papo sobre o nosso histórico no estadual e nossas expectativas para esse ano. O Campeonato Paranaense de 2021 começa no dia 28 de fevereiro e o Furacão chega para lutar pelo tetracampeonato.
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A camisa 11 que hoje é usada por Nikão já foi manto de outro craque algumas décadas atrás. Famoso por seus dribles, Nilson Borges chegou ao Athletico em 1968, foi campeão paranaense em 1970, quebrando um jejum de 12 anos do clube sem levantar a taça, foi considerado o rei dos Atletibas e quando chegou a hora de pendurar as chuteiras se tornou o Seu Nilson, funcionário do clube.
Foram cinquenta anos dedicados ao furacão como atleta, treinador, auxiliar técnico e ídolo. Neste episódio contamos com a presença do Professor Heriberto Ivan Machado, grande historiador atleticano, que nos relatou um pouco da incrível história do nosso saudoso Nilson Borges, que nos deixou recentemente.
Este emocionante episódio é apenas uma singela homenagem nossa a esse ídolo que fez tanto pelo nosso Athletico e estará para sempre eternizado em nossas memórias.
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