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Durante a Bienal do Livro de São Paulo 2026, tive o prazer de mediar uma conversa com Isadora Poloni, autora de Os Escritos Póstumos de Felícia de Castro, a convite da Editora Ipê das Letras.
Conversamos sobre a construção da obra, a personagem Felícia de Castro e os caminhos da narrativa, passando por memória, identidade e escrita.
Foi muito especial poder conhecer melhor o universo criado pela Isadora e conversar sobre literatura diretamente com quem deu vida a essa personagem.
#OsEscritosPóstumosDeFelíciaDeCastro #IsadoraPoloni #IpêDasLetras #BienalDoLivro #BienalDoLivroSP
Na Bienal do Livro de São Paulo 2026, tive o prazer de mediar uma conversa com Robbin Soars, autor de Terra Santa: a jornada do profeta guerreiro, a convite da Editora Ipê das Letras.
Falamos sobre a construção da obra, a jornada de seu protagonista e os caminhos que atravessam essa história entre fé, conflitos, escolhas e humanidade.
Foi uma experiência muito especial poder ocupar esse lugar de mediadora e, ao mesmo tempo, conversar sobre literatura com quem está por trás da criação de uma história.
#QuerQueEuDesenhe #IpêDasLetras #BienalDoLivro #BienalDoLivroSP
Michelangelo Merisi, o Caravaggio, transformou a pintura ao levar para as telas aquilo que a arte muitas vezes tentava esconder: corpos imperfeitos, rostos comuns, violência, desejo, fé e humanidade.
Mas por trás do gênio existe uma vida marcada por conflitos, fugas, crimes e uma morte cercada de mistérios.
No segundo episódio da série Dossiês, do Quer Que Eu Desenhe?, vamos entrar na vida e na obra de Caravaggio para descobrir onde termina o mito e começa o homem.
🎙️ Dê o play e venha investigar esse dossiê comigo.
#QuerQueEuDesenhe #Dossiês #Caravaggio #Arte #HistóriaDaArte #Barroco #PodcastDeArte
Dossiês está começando.
No primeiro episódio da nova série do Quer Que Eu Desenhe?, vamos falar sobre Ana Mendieta, uma das artistas mais instigantes e controversas da arte contemporânea.
Cubana, imigrante e mulher, Ana construiu uma obra profundamente ligada ao corpo, à natureza, à violência, à identidade e à ausência. Seu trabalho ultrapassava os limites da tela e transformava o próprio corpo em território de investigação.
Mas, em 1985, sua própria história terminou de maneira trágica.
Ana morreu após cair da janela do apartamento em Nova York que dividia com seu marido, o artista Carl Andre.
O que aconteceu naquela noite?
A versão apresentada por Andre.
As perguntas levantadas pela família de Ana.
O julgamento.
A absolvição.
E uma disputa que ultrapassou os tribunais e chegou ao mundo da arte.
Neste episódio, não queremos apenas descobrir como Ana morreu.
Queremos entender quem foi Ana Mendieta, o que sua obra dizia sobre o corpo e a violência, por que sua morte provocou uma das maiores controvérsias da arte contemporânea e por que, décadas depois, seu nome continua sendo reivindicado por artistas e movimentos que questionam as estruturas de poder do mundo da arte.
Porque talvez a pergunta não seja apenas “o que aconteceu com Ana?”
Talvez seja também:
quem tem o direito de contar a história de uma artista depois que ela se vai?
Este é o primeiro Dossiê.
Dossiê #001 — Ana Mendieta
Arte, investigação, história e as histórias que a arte tentou esconder.
Saiba mais em: https://querqueeudesenhe.com/
Se você gostou deste episódio, siga o Quer Que Eu Desenhe? no Spotify e acompanhe os próximos Dossiês.
E se fosse possível apagar da memória alguém que marcou profundamente a sua vida? Você faria isso?
Neste episódio do Quer que eu Desenhe?, mergulhamos em Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, um dos filmes mais marcantes do século XXI. Muito além de uma história de amor, a obra discute memória, identidade, luto, arrependimento e a maneira como nossas lembranças moldam quem somos.
Conversamos sobre os simbolismos do filme, as escolhas de direção, o roteiro brilhante de Charlie Kaufman e por que essa narrativa continua emocionando e provocando reflexões mais de vinte anos depois.
Um episódio para quem ama cinema, filosofia, psicologia e boas histórias que permanecem na memória, mesmo quando tentamos esquecê-las.
Quer se aprofundar no tema e conferir outros conteúdos sobre arte, design, literatura, cinema e cultura? Acesse querqueeudesenhe.com.
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A música pode influenciar o desenvolvimento de uma criança muito além da diversão?
Neste episódio do Quer que eu Desenhe?, conversamos com a musicista e educadora Keren Moraes, especialista em musicalização infantil e dona de um impressionante ouvido absoluto. Falamos sobre como a música contribui para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças, a importância do contato com os sons desde os primeiros anos de vida e o papel da educação musical na formação de indivíduos mais criativos e sensíveis.
Um episódio para pais, educadores, músicos e para todos que acreditam no poder transformador da arte.
🎧 Siga o Quer que eu Desenhe? no Spotify e compartilhe este episódio com quem ama educação, música e cultura.
Drag é arte, performance, corpo, personagem, presença e criação de mundo.
Neste episódio do Quer que eu desenhe?, Larissa Mercury conversa com Pamdora Medonha, artista criada por João Goulart e anteriormente conhecida como Pamdora Moon, sobre arte drag, identidade, expressão, cultura pop e construção de personagem.
A conversa passa pelo processo criativo por trás da persona, pelas referências que atravessam a cena drag, pela relação entre corpo e performance e pela forma como uma artista drag cria imagem, narrativa, estética e presença.
Mais do que maquiagem, figurino ou palco, a arte drag também fala sobre invenção de si, liberdade criativa, exagero, humor, política, linguagem visual e ocupação de espaço.
Este episódio faz parte do arquivo revisitado do Quer que eu desenhe? e volta ao ar como parte desse fechamento de ciclo antes da próxima fase do podcast.
Dá o play e vem comigo revisitar essa conversa com Pamdora Medonha.
Quer que eu desenhe?
Por Larissa Mercury.
Convidada: @pamdoramedonha__
O que acontece quando todo mundo deixa de enxergar?
Neste episódio do Quer que eu desenhe?, Larissa Mercury revisita Ensaio sobre a cegueira, romance de José Saramago publicado em 1995, para pensar sobre humanidade, medo, violência, ética, poder e colapso social.
Na história, uma epidemia de cegueira branca atinge uma cidade sem nome e transforma completamente a forma como as pessoas se relacionam. Aos poucos, aquilo que parecia civilização começa a descascar, revelando egoísmo, abandono, brutalidade, sobrevivência e também pequenos gestos de cuidado.
Falamos sobre literatura, metáfora, sociedade, comportamento humano e sobre como Saramago constrói uma narrativa incômoda, daquelas que não deixam o leitor sair limpo da experiência.
Ensaio sobre a cegueira não é apenas um livro sobre não ver. É um livro sobre aquilo que a gente se recusa a enxergar.
Este episódio faz parte do arquivo revisitado do Quer que eu desenhe? e volta ao ar como parte desse fechamento de ciclo antes da próxima fase do podcast.
Dá o play e vem comigo revisitar Ensaio sobre a cegueira.
Quer que eu desenhe?
Por Larissa Mercury.
A Semana de Arte Moderna de 1922 foi só um evento artístico ou uma grande provocação cultural?
Neste episódio do Quer que eu desenhe?, Larissa Mercury revisita a Semana de Arte Moderna, realizada no Theatro Municipal de São Paulo, em fevereiro de 1922, e fala sobre como aquele encontro ajudou a marcar uma ruptura importante na história da arte brasileira.
Falamos sobre modernismo brasileiro, arte moderna, literatura, música, pintura, escultura, crítica, escândalo, vaia, elite paulista e a tentativa de criar uma linguagem artística menos presa aos modelos europeus e mais interessada em pensar o Brasil.
Também passamos por nomes como Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Di Cavalcanti, Victor Brecheret e outros artistas e intelectuais ligados a esse momento.
A Semana de 22 não resolveu todos os problemas da cultura brasileira, muito pelo contrário. Mas abriu uma fresta barulhenta para discutir identidade, linguagem, ruptura, tradição e invenção.
Este episódio faz parte do arquivo revisitado do Quer que eu desenhe? e volta ao ar como parte desse fechamento de ciclo antes da próxima fase do podcast.
Dá o play e vem comigo revisitar a Semana de Arte Moderna.
Quer que eu desenhe?
Por Larissa Mercury.
Plínio Marcos não escrevia para deixar ninguém confortável.
Neste episódio do Quer que eu desenhe?, Larissa Mercury revisita a vida e a obra de Plínio Marcos, um dos nomes mais importantes e incômodos do teatro brasileiro. Dramaturgo, jornalista, ator e cronista, ele levou para o palco personagens que a sociedade preferia esconder: prostitutas, cafetões, presidiários, trabalhadores explorados, gente empurrada para as bordas da cidade e da vida.
Falamos sobre teatro brasileiro, censura, ditadura militar, marginalidade, violência social e a força de uma escrita que parecia sair direto da rua, sem pedir desculpas e sem passar perfume no horror.
Plínio Marcos é autor de obras marcantes como Navalha na Carne, Dois Perdidos Numa Noite Suja e O Abajur Lilás, textos que escancaram um Brasil áspero, contraditório e profundamente humano.
Este episódio faz parte do arquivo revisitado do Quer que eu desenhe? e volta ao ar como parte desse fechamento de ciclo antes da nova fase do podcast.
Um episódio para quem gosta de literatura brasileira, teatro, dramaturgia, cultura, história do Brasil, arte política e autores que escrevem com a delicadeza de um soco na mesa.
Dá o play e vem comigo revisitar Plínio Marcos.
Quer que eu desenhe?
Por Larissa Mercury.
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