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Nesta aula, o Rav Avraham apresenta a tradição da libação da água durante Sukot e explica por que esse ritual se tornou um ponto de confronto com os Tzedokim. A discussão sobre a água, o vinho, a contagem do Ômer e a interpretação da Torá revela uma disputa mais profunda: servir a Hashem e reconhecer a Torá Oral ou construir uma ideologia que permita apenas aproveitar o mundo material.
A água que permanece embaixo simboliza o mundo que precisa ser elevado. Ao levá-la ao altar, o ser humano transforma as dificuldades e a materialidade em parte de sua missão espiritual, fechando o ciclo entre o que está embaixo e o que se eleva para Hashem. A alegria de Sukot, portanto, não é somente a satisfação de uma conquista pessoal, mas a alegria da conexão e da submissão à vontade divina.
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Neste shiur, a partir da presença de Avraham Avinu entre os Ushpizin de Sucot, refletimos sobre duas qualidades que marcaram a sua grandeza: a bondade e a agilidade em praticar o bem. A hospitalidade de Avraham não era apenas uma disposição interior; ela se expressava em iniciativa, prontidão e disposição para servir.
A aula também traz a história de uma casa literalmente aberta a pessoas de diferentes situações e necessidades, mostrando como a hospitalidade pode ser vivida em escalas possíveis para cada família. Mesmo sem perder os cuidados necessários, somos convidados a abrir mais o coração, reconhecer o bem que pode existir por trás de uma aparência difícil e permitir que a nossa própria interioridade seja revelada por meio da Mitzvá.
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Nesta aula, o Rav Avraham apresenta orientações práticas para a preparação e a vivência de Sucot. Ele aborda a construção e a proteção da sucá, os cuidados com a chuva e com a cobertura retrátil, a permanência na sucá, as bênçãos da primeira e da segunda noite e a forma de organizar a preparação para o Yom Tov e o Shabat.
A aula também trata de aspectos importantes das mitzvot dos arba minim, incluindo a necessidade de que sejam próprios, a atenção com o lulav, o etrog e os nós, além de cuidados para ensinar as crianças. Ao longo da explicação, o Rav Avraham destaca que a alegria de Sucot deve ser compartilhada: é preciso incluir outras pessoas, ajudar quem necessita e criar um ambiente de alegria, gratidão e participação na festa.
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Nesta aula, o Rabino Avraham apresenta Sucot como a recordação do compromisso assumido pelo povo de Israel depois da saída do Egito: deixar a segurança aparente e confiar em Hashem. A Sucá, especialmente quando o clima não é confortável, desperta a consciência de que a proteção verdadeira não está apenas na casa, no dinheiro, no poder ou nos amigos, mas nas mãos de Hashem.
A partir da relação entre Pessach e Sucot, separadas por seis meses, e da explicação sobre as Nuvens da Glória, o shiur mostra que Sucot revive a coragem de seguir adiante mesmo sem garantias visíveis. A parábola do alpinista ilustra o desafio de soltar a “corda” que parece oferecer segurança e reconhecer em quem realmente depositamos nossa confiança.
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#Sucot #Bitachon #Torá #RabinoAvraham
A prece de cada um é ouvida
Deidicado a Refuá Shlemá de Zaave Bat Guitel
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Nesta aula, o Rav Avraham compartilha uma história sobre uma carta enviada ao Rebe por uma mãe que pedia que seus filhos fossem lembrados em oração antes de Yom Kippur. Anos depois, a carta voltou a aparecer diante de um dos filhos, revelando a força de uma prece individual e o cuidado dedicado a cada pessoa.
Ao nos aproximarmos de Yom Kippur, a história convida a refletir sobre a importância de não duvidar do valor das nossas preces. Cada pedido é levado a sério, e cada pessoa possui uma importância singular diante de Hashem. Uma preparação para entrar no dia mais sagrado com mais confiança, responsabilidade e esperança.
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Nesta aula, o Rav Avraham conecta a linguagem da Parashá Haazinu — “Yeshurun engordou e deu coice” — ao sentido de Yom Kippur como um exercício anual de afastamento temporário do material. A prosperidade e o conforto podem criar tendências que desviam a pessoa de seu caminho; por isso, mesmo quem é considerado yashar, uma pessoa correta, precisa preservar a humildade e lembrar que seus recursos também trazem responsabilidades diante de Hashem e do próximo.
A aula apresenta as cinco proibições básicas de Yom Kippur: comer e beber, lavar-se por prazer, usar cosméticos e perfumes, usar calçados de couro e manter relações maritais. Também aborda cuidados de saúde, as adaptações necessárias para quem precisa de medicação ou alimentação, as diferenças entre Yom Kippur e outros Yamim Tovim, e os principais detalhes da Avdalah e da vela utilizada ao final do dia. O objetivo é compreender a Halachá com seriedade, responsabilidade e consciência do significado espiritual desse dia.
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Dedicado leilui nishmat Dvora bat Kisl Z´´L
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Nesta aula de Shabat Teshuvá, em conexão com a Parashat Haazinu, o Rav Avraham analisa por que o Midrash destaca Reuven como o primeiro verdadeiro baal teshuvá. A partir dos episódios de Adam, Caim e Reuven, a aula diferencia reconhecer um erro de assumir plenamente a responsabilidade por ele. A Teshuvá não começa quando dizemos que foi o outro, a situação, a educação ou as circunstâncias; ela começa quando temos a coragem de dizer: fui eu.
Reuven se arrependeu antes de ser confrontado e não apenas confessou o que havia feito, mas também reconheceu a culpa de sua própria escolha. Essa ideia é aprofundada por meio da advertência contra o “eu te falei”, pela comparação entre Shaul e David e pelos ensinamentos do Rambam sobre livre-arbítrio. O perdão não apaga automaticamente todas as consequências, mas a responsabilidade abre o caminho para escolher melhor na próxima vez. A verdadeira Teshuvá é dizer “eu errei”, sem porém, e voltar a agir com consciência diante de Hashem.
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Nesta aula, o Rav Avraham analisa o episódio talmúdico de Rabi Elazar ben Durdaya e a transformação radical que ocorre quando ele deixa de procurar desculpas fora de si. Ao pedir ajuda às montanhas, aos céus, à terra, ao sol, à lua e às estrelas, ele passa por sucessivas tentativas de atribuir a responsabilidade às dificuldades da Torá, à sua educação, às circunstâncias e à sua sorte. A resposta é sempre a mesma: o caminho da Teshuvá não começa com uma negociação, mas com o reconhecimento sincero do próprio erro.
A partir da imagem da cabeça entre os joelhos e da ideia de retornar ao ponto em que a pessoa se desviou, a aula mostra que a Teshuvá exige urgência, humildade e responsabilidade pessoal. O momento decisivo chega quando Rabi Elazar compreende que tudo depende dele e assume: fui eu. Essa é a porta de entrada para uma mudança verdadeira — não a promessa vaga de corrigir-se algum dia, mas a decisão de começar agora, diante de Hashem.
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Nesta aula sobre Bitachon, o Rabino Avraham Stiefelmann explica a diferença entre confiar em Hashem antes de um acontecimento e reconhecer o bem depois que ele acontece. Antes do resultado, a pessoa não deve transformar a falta de certeza ou o conformismo em virtude: deve pedir com convicção o melhor resultado que consegue conceber e acreditar que Hashem pode fazê-lo acontecer.
A aula também mostra que pedir abundância não significa afastar-se de Hashem. É preciso pedir, ao mesmo tempo, sabedoria e discernimento para usar corretamente aquilo que for concedido. O Bitachon é apresentado como uma obrigação e um exercício de confiança que pode ser mantido mesmo quando a situação parece contrariar a lógica, os méritos pessoais ou as circunstâncias visíveis.
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Nesta aula sobre a Parashá Haazinu, o Rabino Avraham Stiefelmann explora a ligação profunda entre a terra e o comportamento humano. A partir da expressão “sua terra, seu povo”, a aula mostra como a condição da terra aparece relacionada às escolhas, à responsabilidade e à conduta das pessoas.
A reflexão aproxima esse tema do período de Rosh Hashaná e Yom Kippur e também aborda a Akedat Yitzhak, destacando a necessidade de harmonizar o amor por Hashem com o amor pela família e pelo próximo. Uma oportunidade para pensar sobre como a relação com Hashem se manifesta concretamente na forma como tratamos os outros.
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