As últimas semanas foram de intensos acontecimentos na reta final da pré-campanha ao governo do Estado. E analistas políticos concordam que a movimentação é inédita. Em entrevista a Marco Antônio Soalheiro, a jornalista, colunista e cientista política Bertha Maakaroun, diz que esse processo político em Minas não encontra paralelo desde a redemocratização. Explica que faltou liderança e houve busca de forma generalizada por apoios e, no momento, o que se vê é confusão, traições e indefinições. Bertha comentou as chances de Mateus Simões, com a ampliação de apoios; o isolamento de Marcelo Aro, as idas e vindas de Cleitinho e se ainda existe possibilidade de nova reviravolta. Falou da entrada na disputa de Flávio Roscoe e comentou as possibilidades dos pré-candidatos Alexandre Kalil e Patrus Ananias, que estão em partidos do campo de esquerda.