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O escritor, sociólogo e professor emérito da USP Reginaldo Prandi completou 80 anos em 2026. Autor de vários livros publicados pela Companhia das Letras, como “Mitologia dos orixás”, “Orixás”, “Aimó” e “Morte nos búzios”, ele é reconhecido pela escrita sobre mitologias afro-brasileira e indígena, em gêneros como ficção e literatura infantojuvenil.
Neste episódio mais curto da Rádio Companhia, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre o seu livro mais recente, “Orixás", lançado no ano passado, e sobre os processos por trás de sua extensa obra. Por fim, ele participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade a partir de suas preferências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
Agatha Christie
Aimó – Reginaldo Prandi
Brasil africano: orixás, sacerdotes, seguidores – Reginaldo Prandi
Crime no Copan – Victor Bonini
Jo Nesbø
José de Alencar
Luiz Schwarcz
Machado de Assis
Mitologia dos orixás – Reginaldo Prandi
Morte nos búzios – Reginaldo Prandi
O Evangelho segundo Jesus Cristo – José Saramago
Orixás – Reginaldo Prandi
Paulo Coelho
Temporada de Caça – Andrea Camilleri
Momentos de crise pedem boas leituras. Frente a uma eleição apertada no Brasil e notícias que mostram democracias em xeque pelo mundo, um respiro pode ser encontrado nos livros. Obras que não se intimidam com a profundidade dos problemas, colocam os acontecimentos em perspectiva e pensam caminhos possíveis.
Neste episódio, a Rádio Companhia recebe dois escritores que fazem esse trabalho com excelência: o cientista político André Singer e o teólogo Ronilso Pacheco. Eles analisam o cenário eleitoral, em especial o que está em jogo para os eleitores evangélicos e a classe média, e discutem as pautas que poderiam se contrapor à polarização atual.
André Singer é autor de livros como “Os sentidos do lulismo” e “O lulismo em crise”. Agora, lança pela Companhia das Letras “Impasse”, que olha para o Brasil da última década – anos em que a democracia foi colocada à prova no país. Ronilso Pacheco é autor de livros como “Ocupar, resistir, subverter” e "Teologia negra”, publicado pela Zahar. Ele também é coautor de “Diálogos em tempos difíceis".
Confira as obras e os autores citados:
Antes que apague – Natalia Timerman
Apagando a História – Jason Stanley
Cem anos de solidão – Gabriel García Márquez
Contos finais escolhidos – Franz Kafka
Diálogos em tempos difíceis – Michel Gherman e Ronilso Pacheco
Impasse – André Singer
Miguel Ángel Asturias
O lulismo em crise – André Singer
O mercador de Veneza – William Shakespeare
Os sentidos do lulismo – André Singer
Ocupar, resistir, subverter – Ronilso Pacheco
Questão de raça – Cornel West
Teologia negra – Ronilso Pacheco
“Armadilhas”, lançamento da Companhia das Letras, é o novo livro de Luiz Ruffato, escritor premiado nacional e internacionalmente, e publicado em 15 países. Em “Armadilhas”, ele reúne 18 contos sobre vidas comuns, atravessadas por perdas, desejo, amor e violência. Luiz também é autor de vários romances, como “Inferno Provisório”, “De mim já nem se lembra” e “Eles eram muitos cavalos”, que completa 25 anos em 2026.
Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre suas motivações para escrever, seu alter ego e seus rituais para trabalhar. Por fim, ele também participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade a partir de suas preferências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
A cartuxa de Parma – Stendhal
A família Golovliov – Saltykov-Shchedrin
Acender uma fogueira – Jack London
Armadilhas – Luiz Ruffato
Coleção História da vida privada
De mim já nem se lembra – Luiz Ruffato
Eles eram muitos cavalos – Luiz Ruffato
Inferno provisório – Luiz Ruffato
O leopardo – Giuseppe Tomasi di Lampedusa
O vermelho e o negro – Stendhal
Emmanuel Carrère é o assunto do momento. Quem lê um livro, quer ler outro e mais outro. O escritor francês parte de histórias surpreendentes para tentar entender o mundo e a si mesmo. Ele se coloca diante das ambiguidades entre bem e mal, da dor dos outros, das mazelas e do inimaginável. E não passa ileso: expõe segredos de família, a própria fragilidade, momentos de desequilíbrio e lutos.
Carrère é autor dos sucessos “Ioga” e “O Adversário”, além de “Outras vidas que não a minha”, “Um romance russo”, “Limonov”, “V13” e o lançamento “Colcoz”, todos publicados pela Alfaguara.
Neste episódio, Stéphanie Roque conversa com Mariana Delfini, editora, pesquisadora, crítica literária e tradutora do Carrère, e com Marcelo Ferroni, editor dos livros dele na Alfaguara e também escritor, autor de livros como “A febre” e coautor de “Corpos secos".
Em setembro, Carrère estará no Brasil. Ele vai participar de três encontros gratuitos em São Paulo e no Rio de Janeiro promovidos pela Companhia das Letras, em comemoração aos 40 anos da editora. Você pode ouvir mais informações neste episódio.
Confira as obras e os autores citados:
A febre – Marcelo Ferroni
Annie Ernaux
Colcoz – Emmanuel Carrère
Corpos secos – Luisa Geisler, Marcelo Ferroni, Natalia Borges Polesso e Samir Machado de Machado
Ensino à distância – Ana Guadalupe
Estela sem Deus – Jeferson Tenório
Felizes os felizes – Yasmina Reza
Fils – Serge Doubrovsky
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
Gregorio Duvivier
Ioga – Emmanuel Carrère
Limonov – Emmanuel Carrère
Meus amigos – Hisham Matar
O adversário – Emmanuel Carrère
O bigode / A colônia de férias – Emmanuel Carrère
O dono e o mal – Bruno Ribeiro
O que podemos saber – Ian McEwan
O reino – Emmanuel Carrère
Outras vidas que não a minha – Emmanuel Carrère
Péter Esterházy
Philippe Lejeune
Todo o caminho até o rio – Elizabeth Gilbert
Um romance russo – Emmanuel Carrère
V13 – Emmanuel Carrère
“Filho”, lançamento da Companhia das Letras, é o primeiro livro do escritor e jornalista Thallys Braga. Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre o processo de escrita do livro. No ensaio autobiográfico, Thallys narra a busca pelo direito de existir sem medo – e fala sobre o preço de partir.
Por fim, ele também participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade a partir de suas preferências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
Anatomia de um julgamento: Ifigênia em Forest Hills – Janet Malcolm
As Meninas – Lygia Fagundes Telles
Camila Sosa Villada
Filho – Thallys Braga
Marguerite Duras
Mudar: método – Édouard Louis
O avesso da pele – Jeferson Tenório
O quarto de Giovanni – James Baldwin
Uma mulher – Annie Ernaux
“Grande sertão: veredas”, obra-prima de João Guimarães Rosa, completa 70 anos em 2026. E, até hoje, desperta todo tipo de sentimento nos leitores: medo pela fama de difícil, confusão pelo ineditismo da linguagem, mas, por fim, o encantamento pelo seu brilhantismo.
Quem decide encarar o sertão do autor que revolucionou a literatura brasileira faz uma travessia transformadora. Por isso, a Rádio Companhia estende a mão para quem quer ler (ou reler) esse livro, que faz reflexões profundas sobre o Brasil e a humanidade.
Neste episódio, a apresentadora Stéphanie Roque recebe Yudith Rosenbaum, professora de literatura brasileira na USP, e o escritor Jeferson Tenório, autor de “O avesso da pele”, “Estela sem Deus” e “De onde eles vêm”. Ao longo da conversa, há também inserções de trechos do audiobook, narrado por Caio Blat e com entradas de viola de Ivan Vilela.
E tem mais. A Rádio Companhia vai promover uma leitura coletiva de “Grande sertão: veredas”. Em quatro encontros online gratuitos, trechos específicos do livro serão discutidos. As conversas serão conduzidas por Stéphanie e acontecerão às quintas-feiras, às 19h30.
A leitura deve ser feita previamente, de acordo com o cronograma abaixo. A paginação indicada considera apenas as edições publicadas pela Companhia das Letras.
#1 - 10/9: Discussão do trecho até "Ou conto mal? Reconto."
Edições trade ou especial: pp. 13 a 50; edição de bolso: pp. 13 a 60.
#2 - 24/9: Discussão do trecho até "Conto. Reinaldo — ele se chamava."
Edições trade ou especial: pp. 50 a 105; edição de bolso: pp. 60 a 128.
#3 - 29/10. Discussão do trecho até "Aonde iam ter sortimento de veneno, para águas correntes corromper?".
Edições trade ou especial: pp. 105 a 252; edição de bolso: pp. 128 a 310.
#4 - 26/11. Discussão do último trecho do romance.
Edições trade ou especial: pp. 252 a 437; edição bolso: pp. 310 a 536.
Atualização: as vagas já foram todas preenchidas. Caso deseje participar, entre em nossa lista de espera: https://ciadasletras.typeform.com/esperaradiogsvEm dezembro, haverá um encontro especial, aberto a quem não participou da leitura coletiva. Mais informações em breve.
Confira as obras e os autores citados neste episódio:
Ana Martins Marques
Antes que apague – Natalia Timerman
Amara Moira
Até a próxima sessão – Leda Almeida Guerra
Caetano Galindo
Campo geral – João Guimarães Rosa
Clarice Lispector
Corpo de baile – João Guimarães Rosa
De onde eles vêm – Jeferson Tenório
Diga-me a que horas o comboio partiu – James Baldwin
Érico Melo
Estela sem Deus – Jeferson Tenório
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
Grande sertão: veredas e a psicanálise (ensaio) – Adélia Bezerra de Menezes
Gustavo de Castro
Iracema – José de Alencar
JGR: metafísica do grande sertão – Francis Utéza
José Lins do Rego
Mia Couto
Milton Hatoum
Morte em pleno verão – Yukio Mishima
O avesso da pele – Jeferson Tenório
O gaúcho – José de Alencar
O Guarani – José de Alencar
O mundo misturado: romance e experiência em Guimarães Rosa (ensaio) – Davi Arrigucci Júnior
O perigo de estar lúcida – Rosa Montero
Pra que mentir? – Gonçalo Junior
Primeiras estórias – João Guimarães Rosa
Roberto Schwarz
S. Bernardo – Graciliano Ramos
Sagarana – João Guimarães Rosa
Vidas secas – Graciliano Ramos
Walter Benjamin
“Nódoa” é o primeiro romance de Calila das Mercês. A escritora, poeta, jornalista e pesquisadora também é autora de outros dois livros: “Notas de um interior circundante e outros afetos” e “Planta oração”.
O romance, lançamento da Companhia das Letras, conta histórias de mulheres em movimento – mas que se mantêm entrelaçadas de várias formas, ao longo de gerações.
Neste episódio mais curto da Rádio Companhia, Calila conta sobre o processo de escrita do livro – que aconteceu em movimento, em meios de transporte e até à beira de um rio. Por fim, ela participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam suas preferências literárias.
Confira os livros e as obras mencionados neste episódio:
A queda do céu – Davi Kopenawa e Bruce Albert
A vegetariana – Han Kang
As mulheres de Tijucopapo – Marilene Felinto
Becos da memória – Conceição Evaristo
Campo geral – João Guimarães Rosa
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
Lima Barreto
No meio do caminho: deslizantes águas (poema) – Conceição Evaristo
Nódoa – Calila das Mercês
Notas de um interior circundante e outros afetos – Calila das Mercês
Número 18 (poema) – Calila das Mercês
Octavia Butler
Planta oração – Calila das Mercês
São Paulo (poema) – Bruna Beber
Sula – Toni Morrison
Os escritores Andréa del Fuego e Alexandre Vidal Porto são grandes amigos – e vivem esse amor com conversas diárias, mesmo morando em países diferentes. Esse sentimento transborda para o trabalho deles: os dois compartilham um amor profundo pela literatura, e também escrevem sobre vários tipos de amor.
Alexandre Vidal Porto é autor de “Só depois entenderei”, lançamento da Companhia das Letras, que fala sobre um amor impossível. Ele também escreveu os romances “Sodomita”, “Cloro", “Sergio Y. vai à América” e “Matias na cidade".
Andréa del Fuego escreveu “A pediatra”, que olha para as fronteiras entre amor e obsessão. Ela também é autora dos romances “As miniaturas” e “Os Malaquias", além dos livros de contos “Minto enquanto posso”, “Nego tudo” e “Engano seu”.
Os dois são os convidados deste episódio da Rádio Companhia, que promove um encontro entre amigos para falar sobre o amor, com Stéphanie Roque.
Confira as obras e os autores citados no episódio:
A hora da estrela – Clarice Lispector
A pediatra – Andréa del Fuego
As Miniaturas – Andréa del Fuego
Água viva – Clarice Lispector
Aramão – Eucanaã Ferraz
Atravessando a balsa do Brooklyn – Walt Whitman
Cândido, ou o Otimismo – Voltaire
Caderno proibido – Alba de Céspedes
Cloro – Alexandre Vidal Porto
Coleção Encanto Radical
Correspondência de Abelardo e Heloísa – Paul Zumthor
Dom Casmurro – Machado de Assis
Engano seu – Andréa del Fuego
Fernando Pessoa
Franz Kafka
Lavoura arcaica – Raduan Nassar
Matias na cidade – Alexandre Vidal Porto
Minto enquanto posso – Andréa del Fuego
Nego tudo – Andréa del Fuego
O Evangelho segundo Jesus Cristo – José Saramago
O simbolismo do corpo humano – Annick de Souzenelle
O som e a fúria – William Faulkner
Os imortais – Paulliny Tort
Os Malaquias – Andréa del Fuego
“Toda caixa-preta é laranja” é o segundo romance de Jeovanna Vieira. Ela também é autora de “Virgínia mordida", lançado em 2024 pela Companhia das Letras. Em seu novo livro, ela fala sobre o vínculo entre pai e filha, além dos traumas que ultrapassam gerações e das maneiras de lidar com eles.
Neste episódio mais curto da Rádio Companhia, Jeovanna conta sobre as várias fases que marcaram o processo de escrita de “Toda caixa-preta é laranja”, que durou quase seis anos. Por fim, a escritora participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam suas preferências literárias.
Confira os livros mencionados neste episódio:
A invenção da solidão – Paul Auster
Angústia – Graciliano Ramos
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
Manual da faxineira – Lucia Berlin
O pai da menina morta – Tiago Ferro
Os tais caquinhos – Natércia Pontes
Toda caixa-preta é laranja – Jeovanna Vieira
Vidas secas – Graciliano Ramos
Virgínia mordida – Jeovanna Vieira
Em 2026, a Companhia das Letras faz 40 anos. E, para marcar essa data, Stéphanie Roque conversa com Luiz Schwarcz e Paulo Henriques Britto, em episódio gravado ao vivo na Casa da Companhia – diretamente da Festa Literária de Paraty, a Flip.
Luiz é escritor, editor e fundador da Companhia das Letras. Paulo é escritor, poeta, tradutor, professor e um imortal da Academia Brasileira de Letras. O encontro entre os dois remete ao início da editora: Paulo traduziu um dos primeiros livros publicados, “Rumo à estação Finlândia", de Edmund Wilson, que se tornou um best-seller.
Na conversa, eles contam histórias inéditas das últimas quatro décadas. Refletem sobre o mercado, os leitores e escritores do presente. E projetam o futuro dos livros no Brasil.
Confira os livros e autores mencionados neste episódio:
26 poetas hoje – Heloisa Teixeira
Alice Sant’Anna
Antonio Candido
As entrevistas da Paris Review - vol. 1 (tradução: Sérgio Alcides e Christian Schwartz)
As entrevistas da Paris Review - vol. 2 (tradução: George Schlesinger)
Bestiário – Julio Cortázar (tradução: Heloisa Jahn)
Chacal
Coleção Cantadas Literárias
Coleção Encanto Radical
Coleção Primeiros Passos
Coleção Tudo é História
Dentes brancos – Zadie Smith (tradução: José Antonio Arantes)
Embora – Paulo Henriques Britto
Fim de verão – Paulo Henriques Britto
Formas do nada – Paulo Henriques Britto
História da vida privada - vol. 1 (org.: Philippe Ariès e George Duby; tradução: Hildegard Feist)
História da vida privada - vol. 2 (org.: Philippe Ariès e George Duby; tradução: Maria Lucia Machado)
História da vida privada - vol. 3 (org.: Philippe Ariès e George Duby; tradução: Hildegard Feist)
História da vida privada - vol. 4 (org.: Philippe Ariès, George Duby; tradução: Bernardo Joffily e Denise Bottmann)
História da vida privada - vol. 5 (org.: Philippe Ariès e George Duby; tradução: Denise Bottmann e Dorothée de Bruchard)
História da vida privada no Brasil - vol. 1 (org.: Fernando A. Novais e Laura de Mello e Souza)
História da vida privada no Brasil - vol. 2 (org.: Fernando A. Novais e Luiz Felipe de Alencastro)
História da vida privada no Brasil - vol. 3 (org.: Fernando A. Novais e Nicolau Sevcenko)
História da vida privada no Brasil - vol. 4 (org.: Fernando A. Novais e Lilia Moritz Schwarcz)
Jean Delumeau
História de uma vida – Aharon Appelfeld (tradução: Paulo Geiger)
Morangos mofados – Caio Fernando Abreu
Nenhum mistério – Paulo Henriques Britto
O aniversário – Andrea Bajani (tradução: Iara Machado Pinheiro)
O anticrítico – Augusto de Campos
O arco-íris da gravidade – Thomas Pynchon (tradução: Paulo Henriques Britto)
O castiçal florentino – Paulo Henriques Britto
O imperador do sorvete e outros poemas – Wallace Stevens (tradução: Paulo Henriques Britto)
O primeiro leitor – Luiz Schwarcz
Orides Fontela
Paulo Leminski
Persuasão – Jane Austen (tradução: Paulo Henriques Britto)
Poemas – W. H. Auden (tradução: José Paulo Paes)
Ruído branco – Don DeLillo (tradução: Paulo Henriques Britto)
Rumo à estação Finlândia – Edmund Wilson (tradução: Paulo Henriques Britto)
Severo Sarduy
Thom Gunn: A Cool Queer Life – Michael Nott
Todos os contos – Julio Cortázar (tradução: Heloisa Jahn e
Josely Vianna Baptista)
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