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“A Quimera”, lançamento da Alfaguara, é o primeiro romance de Cristhiano Aguiar. Ele é escritor, crítico literário e professor, além de autor do livro de contos “Gótico nordestino”, também publicado pelo selo da Companhia das Letras.
Na sua nova obra, Cristhiano conta a história de uma catástrofe biológica que transforma parte da Paraíba em um território composto por fungos com formas humanas, animais mutantes, casebres abandonados e carcaças.
Neste episódio mais curto da Rádio Companhia, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta mais sobre a história e compartilha seu processo de escrita. Ele também participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revela sobre sua personalidade a partir de suas referências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
A Quimera – Cristhiano Aguiar
Álvares de Azevedo
Caetano W. Galindo
Clarice Lispector
Edgar Allan Poe
Gótico nordestino – Cristhiano Aguiar
Hilda Hilst
João Guimarães Rosa
Machado de Assis
Odisseia – Homero
Philip K. Dick
Sátántangó – László Krasznahorkai
Se um viajante numa noite de inverno – Italo Calvino
Tanto oceano, tanta solidão – Cristhiano Aguiar
Ulysses – James Joyce
Ursula K. Le Guin
Nos anos 1920, em Nova York, o bairro do Harlem viveu uma efervescência, diante de um cenário nacional de grandes transformações. Milhões de pessoas negras deixaram o Sul do país em direção às cidades do Norte, fugindo da segregação racial em busca de trabalho e novas oportunidades.
Nesse momento, escritores negros e escritoras negras passam a reivindicar o direito de contar as próprias histórias. Esse momento ficou conhecido como “Harlem Renaissance” ou “Renascimento do Harlem”, em português – um movimento que transformou a literatura e a cultura dos Estados Unidos.
Neste episódio da Rádio Companhia, Stéphanie Roque recebe a editora Fernanda Silva e Sousa, responsável pela Coleção Harlem Renaissance, lançamento da Clássicos Zahar. Ela também entrevista Mário Medeiros, professor da Unicamp e pesquisador da literatura negra e do pensamento social brasileiro.
Neste episódio, eles olham para o que os autores do Harlem Renaissance têm a dizer para os leitores de hoje, no Brasil, e falam sobre os escritores e as obras que pavimentaram a literatura negra brasileira.
Confira as obras e os autores citados:
A mais recôndita memória dos homens – Mohamed Mbougar Sarr
As almas do povo negro – W. E. B. Du Bois
As irmãs Nardal – Léa Mormin-Chauvac
Abdias Nascimento
Aimé Césaire
Amada – Toni Morrison
Autobiografia de um ex-negro – James Weldon Johnson
Augusto Boal
Cadernos negros
Carl van Vechten
Carolina Maria de Jesus
Charles Johnson
Coisa de gente branca – Langston Hughes
Conceição Evaristo
Cuti
De passagem – Nella Larsen
Duke Ellington
Estrela do novo rumo: literatura negra e os sentidos da modernidade periférica – Mário Augusto Medeiros da Silva
Franz Boas
Frederick Douglass
Geraldo Campos de Oliveira
Harriet Ann Jacobs
Hugo Ferreira
James Weldon Johnson
Léon-Gontran Damas
Léopold Sédar Senghor
Lima Barreto
Machado de Assis
Mario Jorge Lescano
Memórias de um gigolô – Marcos Rey
Negro preto cor da noite – Lino Guedes
O Atlântico negro – Paul Gilroy
O canto do cisne negro – Lino Guedes
Oswaldo de Camargo
Psicose: um estudo lacaniano – Neusa Santos Souza
Richard Wright
Spike Lee
The crazy kill – Chester Himes
The new negro – Alain Locke
There is confusion – Jessie Redmon Fauset
Tornar-se negro – Neusa Santos Souza
Urucungo – Lino Guedes
Zora Neale Hurston
“Xilocosmos”, lançamento da Companhia das Letras, é o novo livro do escritor Bernardo Carvalho. A obra tem como ponto de partida um acontecimento traumático do passado que é trazido à tona – e se desdobra em uma investigação obsessiva não só sobre o que aconteceu, mas sobre o que compõe a memória. Bernardo também é autor de outros vários romances, como o premiado “Nove noites”.
Neste episódio mais curto da Rádio Companhia, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre o seus processos de escrita, diferentes para cada livro. Ele também participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revela sobre sua personalidade a partir de suas referências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
Aberração – Bernardo Carvalho
Alberto Manguel
Dom Quixote – Miguel de Cervantes
Paradiso – José Lezama Lima
Nove noites – Bernardo Carvalho
Sim, eu digo sim: uma visita guiada ao Ulysses de James Joyce – Caetano W. Galindo
Simpatia pelo demônio – Bernardo Carvalho
O filho da mãe – Bernardo Carvalho
O outro lado – Alfred Kubin
O mundo alucinante – Reinaldo Arenas
O último gozo do mundo – Bernardo Carvalho
Os detetives selvagens – Roberto Bolaño
Os substitutos – Bernardo Carvalho
Oswaldo Goeldi
Ulysses – James Joyce
Xilocosmos – Bernardo Carvalho
Ana Paula Maia e Raphael Montes são referências na escrita de histórias de horror e suspense – e são autores de livros impossíveis de parar de ler. Os dois acabam de lançar novas obras pela Companhia das Letras: “O tenebroso brilho do sol”, de Ana Paula Maia, e “A estranha na cama”, de Raphael Montes.
Ana Paula também é autora de “Assim na terra como embaixo da terra”, finalista do Booker Prize 2026, e “Enterre seus mortos”, que compõe a Trilogia do Fim, junto com “De cada quinhentos uma alma” e “Búfalos selvagens”. Como roteirista, escreveu a série “Desalma".
Raphael é autor de livros como “Dias perfeitos”, “Suicidas”, “Jantar secreto”, “Uma mulher no escuro” e “Uma família feliz”. Ele também é criador, produtor executivo e roteirista-chefe da série “Bom dia, Verônica” e da novela “Beleza fatal”.
Neste episódio, eles conversam com Stéphanie Roque sobre a escrita de histórias de horror e o interesse do público pelo gênero, e analisam alguns dos subgêneros do terror, como folk horror e thriller erótico.
Confira as obras e os autores citados:
A estranha na cama – Raphael Montes
A garota no trem – Paula Hawkins
A guerra dos bastardos – Ana Paula Maia
A nova Califórnia – Lima Barreto
A verdade sobre o caso Harry Quebert – Joël Dicker
Aos pés da letra – Gregorio Duvivier
Agatha Christie
Assim na terra como embaixo da terra – Ana Paula Maia
Búfalos selvagens – Ana Paula Maia
Carla Madeira
Carvão animal – Ana Paula Maia
Cornell Woolrich
De cada quinhentos uma alma – Ana Paula Maia
De gados e homens – Ana Paula Maia
Dias perfeitos – Raphael Montes
Ed McBain
Edgar Allan Poe
Elmore Leonard
Enterre seus mortos – Ana Paula Maia
Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos – Ana Paula Maia
Ernest Hemingway
Fiódor Dostoiévski
Folk Horror: Hours Dreadful and Things Strange – Adam Scovell
Gone girl – Gillian Flynn
H. P. Lovecraft
Ioga – Emmanuel Carrère
Itamar Vieira Junior
Jantar secreto – Raphael Montes
Luiz Alfredo Garcia-Roza
Machado de Assis
O adversário – Emmanuel Carrère
O bebê de Rosemary – Ira Levin
O tenebroso brilho do sol – Ana Paula Maia
O vilarejo – Raphael Montes
Patricia Highsmith
Perplexing plots – David Bordwell
Poesia completa – Cacaso
Rubem Fonseca
Sergio Y. vai à América – Alexandre Vidal Porto
Só depois entenderei – Alexandre Vidal Porto
Socorro Acioli
Stephen King
Suicidas – Raphael Montes
Tênebra – org. Júlio França e Oscar Nestarez
Um animal selvagem – Joël Dicker
Um romance russo – Emmanuel Carrère
Uma família feliz – Raphael Montes
Uma mulher no escuro – Raphael Montes
O escritor, sociólogo e professor emérito da USP Reginaldo Prandi completou 80 anos em 2026. Autor de vários livros publicados pela Companhia das Letras, como “Mitologia dos orixás”, “Orixás”, “Aimó” e “Morte nos búzios”, ele é reconhecido pela escrita sobre mitologias afro-brasileira e indígena, em gêneros como ficção e literatura infantojuvenil.
Neste episódio mais curto da Rádio Companhia, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre o seu livro mais recente, “Orixás", lançado no ano passado, e sobre os processos por trás de sua extensa obra. Por fim, ele participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade a partir de suas preferências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
Agatha Christie
Aimó – Reginaldo Prandi
Brasil africano: orixás, sacerdotes, seguidores – Reginaldo Prandi
Crime no Copan – Victor Bonini
Jo Nesbø
José de Alencar
Luiz Schwarcz
Machado de Assis
Mitologia dos orixás – Reginaldo Prandi
Morte nos búzios – Reginaldo Prandi
O Evangelho segundo Jesus Cristo – José Saramago
Orixás – Reginaldo Prandi
Paulo Coelho
Temporada de Caça – Andrea Camilleri
Momentos de crise pedem boas leituras. Frente a uma eleição apertada no Brasil e notícias que mostram democracias em xeque pelo mundo, um respiro pode ser encontrado nos livros. Obras que não se intimidam com a profundidade dos problemas, colocam os acontecimentos em perspectiva e pensam caminhos possíveis.
Neste episódio, a Rádio Companhia recebe dois escritores que fazem esse trabalho com excelência: o cientista político André Singer e o teólogo Ronilso Pacheco. Eles analisam o cenário eleitoral, em especial o que está em jogo para os eleitores evangélicos e a classe média, e discutem as pautas que poderiam se contrapor à polarização atual.
André Singer é autor de livros como “Os sentidos do lulismo” e “O lulismo em crise”. Agora, lança pela Companhia das Letras “Impasse”, que olha para o Brasil da última década – anos em que a democracia foi colocada à prova no país. Ronilso Pacheco é autor de livros como “Ocupar, resistir, subverter” e "Teologia negra”, publicado pela Zahar. Ele também é coautor de “Diálogos em tempos difíceis".
Confira as obras e os autores citados:
Antes que apague – Natalia Timerman
Apagando a História – Jason Stanley
Cem anos de solidão – Gabriel García Márquez
Contos finais escolhidos – Franz Kafka
Diálogos em tempos difíceis – Michel Gherman e Ronilso Pacheco
Impasse – André Singer
Miguel Ángel Asturias
O lulismo em crise – André Singer
O mercador de Veneza – William Shakespeare
Os sentidos do lulismo – André Singer
Ocupar, resistir, subverter – Ronilso Pacheco
Questão de raça – Cornel West
Teologia negra – Ronilso Pacheco
“Armadilhas”, lançamento da Companhia das Letras, é o novo livro de Luiz Ruffato, escritor premiado nacional e internacionalmente, e publicado em 15 países. Em “Armadilhas”, ele reúne 18 contos sobre vidas comuns, atravessadas por perdas, desejo, amor e violência. Luiz também é autor de vários romances, como “Inferno Provisório”, “De mim já nem se lembra” e “Eles eram muitos cavalos”, que completa 25 anos em 2026.
Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre suas motivações para escrever, seu alter ego e seus rituais para trabalhar. Por fim, ele também participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade a partir de suas preferências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
A cartuxa de Parma – Stendhal
A família Golovliov – Saltykov-Shchedrin
Acender uma fogueira – Jack London
Armadilhas – Luiz Ruffato
Coleção História da vida privada
De mim já nem se lembra – Luiz Ruffato
Eles eram muitos cavalos – Luiz Ruffato
Inferno provisório – Luiz Ruffato
O leopardo – Giuseppe Tomasi di Lampedusa
O vermelho e o negro – Stendhal
Emmanuel Carrère é o assunto do momento. Quem lê um livro, quer ler outro e mais outro. O escritor francês parte de histórias surpreendentes para tentar entender o mundo e a si mesmo. Ele se coloca diante das ambiguidades entre bem e mal, da dor dos outros, das mazelas e do inimaginável. E não passa ileso: expõe segredos de família, a própria fragilidade, momentos de desequilíbrio e lutos.
Carrère é autor dos sucessos “Ioga” e “O Adversário”, além de “Outras vidas que não a minha”, “Um romance russo”, “Limonov”, “V13” e o lançamento “Colcoz”, todos publicados pela Alfaguara.
Neste episódio, Stéphanie Roque conversa com Mariana Delfini, editora, pesquisadora, crítica literária e tradutora do Carrère, e com Marcelo Ferroni, editor dos livros dele na Alfaguara e também escritor, autor de livros como “A febre” e coautor de “Corpos secos".
Em setembro, Carrère estará no Brasil. Ele vai participar de três encontros gratuitos em São Paulo e no Rio de Janeiro promovidos pela Companhia das Letras, em comemoração aos 40 anos da editora. Você pode ouvir mais informações neste episódio.
Confira as obras e os autores citados:
A febre – Marcelo Ferroni
Annie Ernaux
Colcoz – Emmanuel Carrère
Corpos secos – Luisa Geisler, Marcelo Ferroni, Natalia Borges Polesso e Samir Machado de Machado
Ensino à distância – Ana Guadalupe
Estela sem Deus – Jeferson Tenório
Felizes os felizes – Yasmina Reza
Fils – Serge Doubrovsky
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
Gregorio Duvivier
Ioga – Emmanuel Carrère
Limonov – Emmanuel Carrère
Meus amigos – Hisham Matar
O adversário – Emmanuel Carrère
O bigode / A colônia de férias – Emmanuel Carrère
O dono e o mal – Bruno Ribeiro
O que podemos saber – Ian McEwan
O reino – Emmanuel Carrère
Outras vidas que não a minha – Emmanuel Carrère
Péter Esterházy
Philippe Lejeune
Todo o caminho até o rio – Elizabeth Gilbert
Um romance russo – Emmanuel Carrère
V13 – Emmanuel Carrère
“Filho”, lançamento da Companhia das Letras, é o primeiro livro do escritor e jornalista Thallys Braga. Neste episódio mais curto do podcast, Stéphanie Roque está na companhia dele, que conta sobre o processo de escrita do livro. No ensaio autobiográfico, Thallys narra a busca pelo direito de existir sem medo – e fala sobre o preço de partir.
Por fim, ele também participa de um jogo rápido de perguntas e respostas que revelam sobre sua personalidade a partir de suas preferências literárias.
Confira as obras e os autores mencionados neste episódio:
Anatomia de um julgamento: Ifigênia em Forest Hills – Janet Malcolm
As Meninas – Lygia Fagundes Telles
Camila Sosa Villada
Filho – Thallys Braga
Marguerite Duras
Mudar: método – Édouard Louis
O avesso da pele – Jeferson Tenório
O quarto de Giovanni – James Baldwin
Uma mulher – Annie Ernaux
“Grande sertão: veredas”, obra-prima de João Guimarães Rosa, completa 70 anos em 2026. E, até hoje, desperta todo tipo de sentimento nos leitores: medo pela fama de difícil, confusão pelo ineditismo da linguagem, mas, por fim, o encantamento pelo seu brilhantismo.
Quem decide encarar o sertão do autor que revolucionou a literatura brasileira faz uma travessia transformadora. Por isso, a Rádio Companhia estende a mão para quem quer ler (ou reler) esse livro, que faz reflexões profundas sobre o Brasil e a humanidade.
Neste episódio, a apresentadora Stéphanie Roque recebe Yudith Rosenbaum, professora de literatura brasileira na USP, e o escritor Jeferson Tenório, autor de “O avesso da pele”, “Estela sem Deus” e “De onde eles vêm”. Ao longo da conversa, há também inserções de trechos do audiobook, narrado por Caio Blat e com entradas de viola de Ivan Vilela.
E tem mais. A Rádio Companhia vai promover uma leitura coletiva de “Grande sertão: veredas”. Em quatro encontros online gratuitos, trechos específicos do livro serão discutidos. As conversas serão conduzidas por Stéphanie e acontecerão às quintas-feiras, às 19h30.
A leitura deve ser feita previamente, de acordo com o cronograma abaixo. A paginação indicada considera apenas as edições publicadas pela Companhia das Letras.
#1 - 10/9: Discussão do trecho até "Ou conto mal? Reconto."
Edições trade ou especial: pp. 13 a 50; edição de bolso: pp. 13 a 60.
#2 - 24/9: Discussão do trecho até "Conto. Reinaldo — ele se chamava."
Edições trade ou especial: pp. 50 a 105; edição de bolso: pp. 60 a 128.
#3 - 29/10. Discussão do trecho até "Aonde iam ter sortimento de veneno, para águas correntes corromper?".
Edições trade ou especial: pp. 105 a 252; edição de bolso: pp. 128 a 310.
#4 - 26/11. Discussão do último trecho do romance.
Edições trade ou especial: pp. 252 a 437; edição bolso: pp. 310 a 536.
Atualização: as vagas já foram todas preenchidas. Caso deseje participar, entre em nossa lista de espera: https://ciadasletras.typeform.com/esperaradiogsvEm dezembro, haverá um encontro especial, aberto a quem não participou da leitura coletiva. Mais informações em breve.
Confira as obras e os autores citados neste episódio:
Ana Martins Marques
Antes que apague – Natalia Timerman
Amara Moira
Até a próxima sessão – Leda Almeida Guerra
Caetano Galindo
Campo geral – João Guimarães Rosa
Clarice Lispector
Corpo de baile – João Guimarães Rosa
De onde eles vêm – Jeferson Tenório
Diga-me a que horas o comboio partiu – James Baldwin
Érico Melo
Estela sem Deus – Jeferson Tenório
Grande sertão: veredas – João Guimarães Rosa
Grande sertão: veredas e a psicanálise (ensaio) – Adélia Bezerra de Menezes
Gustavo de Castro
Iracema – José de Alencar
JGR: metafísica do grande sertão – Francis Utéza
José Lins do Rego
Mia Couto
Milton Hatoum
Morte em pleno verão – Yukio Mishima
O avesso da pele – Jeferson Tenório
O gaúcho – José de Alencar
O Guarani – José de Alencar
O mundo misturado: romance e experiência em Guimarães Rosa (ensaio) – Davi Arrigucci Júnior
O perigo de estar lúcida – Rosa Montero
Pra que mentir? – Gonçalo Junior
Primeiras estórias – João Guimarães Rosa
Roberto Schwarz
S. Bernardo – Graciliano Ramos
Sagarana – João Guimarães Rosa
Vidas secas – Graciliano Ramos
Walter Benjamin
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