Rádio Debate

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By Universitária FM 107.9News
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Rádio Debate episodes

  • Grito dos Excluídos e Excluídas: "Você tem fome e sede de quê?"
    O Grito dos Excluídos e Excluídas saiu às ruas do país pela primeira vez em 1995.

    A mobilização, promovida pelas pastorais e organismos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, junto com entidades e movimentos sociais, faz um contraponto à história oficial que marca o 7 de setembro, denunciando uma independência que não se deu para o povo brasileiro.

    Através de um longo processo de escuta e reflexão, o Grito congrega as demandas populares a partir do tema “Vida em primeiro lugar”, e com um lema diferente a cada ano
    .
    Em 2023, o lema do vigésimo nono Grito é “Você tem fome e sede de quê”?.

    Nesta edição do Rádio Debate, veiculada em 06 de setembro de 2023, a gente discute que novos gritos partem do povo, que gritos ainda são os mesmos, e qual é o país que o Brasil não conhece ou finge não existir.

    Particpam do programa:

    > Regilvânia Mateus, da Coordenação Colegiada da Cáritas Brasileira Regional Ceará e da Articulação Regional das Pastorais Sociais, organismos da CNBB, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil;

    > Francisco Vladimir, articulador da Rede Jubileu Sul/Américas, entidade parceira na organização do Grito.
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    Imagem da Capa: Divulgação
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    54 min
  • Vida e Obra de Abidoral Jamacaru
    É impossível falar da música popular caririense sem falar de Abidoral Jamacaru: o poeta, compositor e cantor que embala o Cariri, e que apresenta a Chapada do Araripe para o mundo.
    Em sua terra natal, Crato, ele se tornou artista, brincando com ritmos, arranjos e letras não convencionais.

    Estreou nos palcos no período dos Festivais da Canção Regional, na década de 1970. Ao lado de outros jovens artistas, promoveu rupturas estéticas e políticas, impulsionando localmente o movimento de contracultura, e elaborando novos sentidos de identidade regional.

    Aos 74 anos, Abidoral tem na carreira quatro álbuns, e um disco coletivo em sua homenagem produzido pelo músico e parceiro de composições Eugênio Leandro.

    Esta edição do Rádio Debate presta homenagem a Abidoral Jamacaru, conversando sobre sua vida e a sua obra. Participam do programa:


    > Abidoral Jamacaru, cantor, compositor e poeta;

    > Rosemberg Cariry, um dos nomes mais importantes do cinema cearense. É roteirista, documentarista, produtor, além de poeta e escritor. É conterrâneo e contemporâneo de Abidoral;

    > Eleuda de Carvalho, professora aposentada de Literatura Brasileira no curso de Letras da Universidade Federal do Tocantins. É também jornalista e radialista. Trabalhou com a gente aqui Rádio Universitária FM, e segue sendo nossa colega e parceira. Em seus trabalhos, pesquisas e produções, partilha com Abidoral a conexão com o Cariri.
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    Foto de Capa: Divulgação
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    53 min
  • Efeitos do governo Bolsonaro na emissão de CO2 na Amazônia
    Um grupo de pesquisadores do Laboratório de Gases de Efeito Estufa, do Instituto de Pesquisas Espaciais, investiga há 13 anos quais são os fatores climáticos e as intervenções humanas que estão afetando o balanço de CO2 da Amazônia.

    Em 2021, um dos estudos fruto dessa investigação foi publicado na revista Nature. A pesquisa teve bastante repercussão científica ao revelar que a Floresta já emitia mais carbono do que era capaz de absorver.

    Na semana passada, mais um artigo do grupo foi publicado pela Nature. Desta vez, a pesquisa mostra o impacto do desmantelamento das políticas de proteção ambiental no aumento das emissões de CO2 da Amazônia durante os dois primeiros anos do governo Bolsonaro.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 30 de agosto de 2023, a gente discute a relação entre política pública, proteção da Amazônia e o equilíbrio climático a partir do estudo realizado pelo INPE. Participam do programa:

    > Luciana Gatti, pesquisadora do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), e coordenadora do Laboratório de Gases de Efeito Estufa do instituto, ela lidera as investigações sobre as causas da emissão de CO2 na Amazônia. Tem formação em química, e estuda há mais de 20 anos o papel da Floresta Amazônica na emissão/absorção de gases do efeito estufa e o efeito das variáveis climáticas nestes balanços;

    > Hugo Fernandes-Ferreira, biólogo, doutor em Zoologia e professor da Universidade Estadual do Ceará. Na UFC, pertence ao corpo docente do Programa de Sistemática, Uso e Conservação da Biodiversidade. Além disso, é Diretor de Inovação da Seteg Soluções Ambientais.

    Foto de Capa: VICTOR MORIYAMA/GREENPEACE
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    59 min
  • Entrevista com o reitor da UFC, Custódio Almeida
    Custódio Luís Silva de Almeida é professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) desde 1993. Antes disso, foi na UFC que se graduou em Computação e fez mestrado em Sociologia. É graduado também em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará, e doutor em Filosofia pela PUC do Rio Grande do Sul.

    Ao longo de trinta anos trabalhando na universidade, assumiu diversos cargos de gestão. Foi Chefe do Departamento de Ciências Sociais e Filosofia, Coordenador do Curso de Graduação em Filosofia, Diretor do Instituto de Cultura e Arte, Pró-Reitor de Graduação, e Vice-Reitor de Henry Campos entre 2015 e 2019.

    Na consulta à comunidade acadêmica em 2019, Custódio foi o mais votado entre os candidatos para assumir a nova gestão da reitoria, mas acabou não sendo nomeado pelo Presidente da República. Em 2023, voltou a ser o escolhido pela comunidade acadêmica, através da chapa UFC Viva e Democrática, ao lado da professora Diana Azevedo, como candidata à vice-reitora.

    Na sexta-feira passada, dia 25 de agosto, foi empossado em cerimônia histórica na Concha Acústica da universidade, na presença de ex-reitores e autoridades, como o ministro da Educação, Camilo Santana, e do governador do Estado do Ceará, Elmano de Freitas.

    Nesta edição especial do Rádio Debate, a gente entrevista o novo reitor da Universidade Federal do Ceará, professor Custódio Almeida.
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    Foto de Capa: Viktor Braga/UFC
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal e Fabrício Girão
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    57 min
  • Cultura e cena drag de Fortaleza
    Drag queen ainda não era um nome usado no Brasil entre as décadas de 1970 e 1980. É desse período quando se tem registro de que a cena de artistas transformistas começou a despontar em Fortaleza.

    As boates eram o palco principal para espetáculos e concursos de montação, numa cidade bastante hostil à livre expressão artística de sexualidades e corpos.

    De lá pra cá, as drags se identificaram na cena e foram ocupando novos palcos, transitando entre espaços de prestígio e outros ainda marginalizados.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 25 de agosto de 2023, discutimos como Fortaleza manteve e fortaleceu a cultura e a cena drag. Participam do programa:

    >Camilly Leycker, drag performada por Davi Alenquer, bailarino profissional, ator transformista, cantor e figurinista. Camilly foi criada em 2002 na extinta boate Divine, trabalhando como apresentadora, coreógrafa, diretora e produtora de espetáculos para várias casas de shows de Fortaleza. É apresentadora oficial da mais antiga e tradicional sauna da cidade, a Califórnia. E atualmente faz parte do elenco da Valentina Club.

    > Mulher Barbada, cantora e drag queen, persona do ator e performer Rodrigo Ferrera. Barbada ganhou vida ao integrar o elenco do coletivo As Travestidas, onde passou sete anos. Atualmente é uma artista com forte atuação na cena musical de Fortaleza.

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    Foto de Capa: Valentina Club/Divulgação
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    54 min
  • Evidências científicas do uso medicinal da cannabis
    Os tratamentos de saúde com a cannabis e seus derivados têm sido cada vez mais procurados no Brasil. A eficácia para o tratamento da epilepsia em crianças, por exemplo, provocou um processo de abertura para a liberação do uso terapêutico da erva.

    No entanto, existe uma série de restrições que dificultam o acesso às substâncias, aos medicamentos e à própria planta. E o avanço de pesquisas sobre as finalidades terapêuticas da cannabis esbarram nessas restrições.

    Como a cannabis (ou maconha, como é mais conhecida) é ainda muito estigmatizada e marginalizada, é importante trazer à tona o que a ciência sabe e atesta sobre ela.

    Nesta edição do Rádio Debate, dia 24 de agosto de 2023, discutimos o quanto se conseguiu avançar em pesquisas, que limitações tem sido impostas para a ciência nesse campo, e que outras questões interferem no avanço do uso medicinal da cannabis no Brasil. Participam do programa:

    > Lisiane Cysne, Mestre em dependência química pela Universidade de Barcelona, doutora em psiquiatria pela Universidade Autônoma de Barcelona, preceptora e coordenadora do módulo de Dependência Química da Residência Médica em Psiquiatria do Hospital de Saúde Mental Professor Frota Pinto, ex-secretária executiva de políticas públicas da Secretaria da Saúde do Ceará, além de associada e prescritora de cannabis medicinal pela Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace) e pela Sociedade Brasileira de Estudo da Cannabis Sativa (SBEC);

    > Sidarta Ribeiro, neurocientista, biólogo, professor e pesquisador do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É também pesquisador do Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz e membro da Plataforma Brasileira de Política de Drogas.

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    Foto de capa: Fiocruz/123RF
    Produção e Roteiro: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano


    52 min
  • Produção audiovisual infantil: transformações e impactos na formação das crianças
    O desenvolvimento tecnológico mudou a relação das crianças com as telas e produções audiovisuais.

    Se antes a TV e o cinema concentravam o contato infantil com o universo audiovisual, hoje uma produção diversa e feita especificamente para este público está espalhada em plataformas digitais e outras mídias.

    O quanto essas mudanças tecnológicas mudaram o tipo de produção pensada para as crianças, e que impactos essas produções têm sobre a formação cultural, intelectual e humana de meninas e meninos?

    É o que a gente discute nesta edição do Rádio Debate. Participam do programa:

    > Emídio Sanderson, produtor cultural com especialização em Gestão e Políticas Culturais e em Literatura Infantil. Liderou a elaboração do Plano Estadual de Cultura Infância do Ceará. Hoje, preside o Instituto Seara de Cultura e Desenvolvimento, e é um dos diretores do Cine Miau - Mostra Internacional Infantil de Audiovisual;

    > Geórgia Cruz, doutora em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco, professora adjunta do curso de Sistemas e Mídias Digitais da Universidade Federal do Ceará (UFC), além de pesquisadora e atual coordenadora do Laboratório da Relação Infância, Juventude e Mídia, o LabGRIM, da UFC;

    > Samuel Brasileiro, diretor e roteirista com graduação em Cinema e Audiovisual e mestrado em Comunicação Social pela UFC. É professor na área de roteiro na graduação de Cinema e Audiovisual da Universidade de Fortaleza (UNIFOR). É criador da série adolescente “Lana & Carol”, exibida no Canal Futura, e roteirista e diretor do curta-metragem infantil “Rua Dinorá”, junto com Natália Maia.
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    Data de veiculação: 23 de agosto de 2023
    Foto: PxHere
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    59 min
  • Crimes militares vindo à tona: o que o Estado brasileiro deve fazer?
    Nos últimos meses, se intensificaram as investigações contra militares envolvidos em crimes diversos: tentativas de conturbar as eleições presidenciais, atos com intenção golpista, além de fraudes em cartões de vacina, e venda ilegal de joias.

    Apesar da cúpula militar tentar dissociar a instituição das ilegalidades que têm vindo à tona, a crise reflete o quanto as Forças Armadas foram agentes importantes na instabilidade democrática que abalou o Brasil durante a gestão Bolsonaro e no processo de mudança de governo.

    Nesta edição do Rádio Debate, a gente discute qual é o peso dessa crise sobre as Forças Armadas, e o que o Estado deve fazer com os militares. Quais serão as consequências para os crimes cometidos, e que limites devem ser estabelecidos sobre a atuação dos militares na política?

    Participam do programa:

    > Piero Leirner, doutor em Antropologia pela Universidade de São Paulo e professor titular do Departamento de Ciências Sociais e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSCar - Universidade Federal de São Carlos. Estuda temas relacionados aos militares, guerras e hierarquia há mais de trinta anos;

    > Manuel Domingos Neto, doutor em História pela Universidade de Paris e professor aposentado da Universidade Federal do Ceará e da Universidade Federal Fluminense. É também ex-presidente da Associação Brasileira de Estudos de Defesa, referência nacional em pesquisas sobre o militarismo e organizações militares.
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    Data de veiculação: 22 de agosto de 2023
    Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    56 min
  • Guerra de facções em Fortaleza
    Há exatamente uma semana, a guerra entre facções em Fortaleza provocou ataques nos bairros Carlito Pamplona e Pirambu. Carros foram incendiados, comércio e escolas da região foram fechados.

    O episódio é só mais um no desenrolar dos fatos que vem consolidando a dinâmica do crime organizado ligado ao tráfico de drogas na capital cearense.

    Nesta edição do Rádio Debate, a gente discute os fatores que permitiram o fortalecimento das organizações em Fortaleza, o cenário atual da disputa entre facções, e seus efeitos sobre a cidade.

    Participam do programa:

    > Ricardo Moura, doutor em Sociologia e pesquisador do Laboratório de Estudos da Violência, da Universidade Federal do Ceará (UFC). É também jornalista, colunista de segurança pública no jornal O Povo, e editor do Escrivaninha, blog de análises e notícias sobre violência, poder e segurança pública;

    > Jamieson Simões, mestrando em Sociologia na UFC, pesquisador de temas ligados à infância e às dinâmicas criminais nas periferias de Fortaleza. Foi assessor do Comitê Cearense pela Prevenção de Homicídios na Adolescência e diretor do Centro Socioeducativo São Francisco, recebendo a indicação de "Promotor da Paz" pela Global Unites pela mediação de conflitos em territórios vulneráveis da capital cearense.
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    Data de veiculação: 17 de agosto de 2023
    Foto: Reprodução/Internet
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    58 min
  • Censo sobre a população quilombola no Ceará
    Pela primeira vez em 150 anos de realização do Censo Demográfico, o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística fez o levantamento da população remanescente de quilombos no país.

    Dados do Censo 2022 divulgados no final de julho deste ano, revelaram a existência de mais de 1 milhão e 300 mil quilombolas. No Ceará, são 181 agrupamentos quilombolas em 68 cidades, reunindo uma população de quase 24 mil pessoas.

    Desde 2018, a CONAQ - Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas vinha dialogando com o IBGE para que o recenseamento incluísse a população remanescente de quilombos nos dados estatísticos oficiais do Brasil.

    O Censo contribui para tirar da invisibilidade uma população que ainda sofre as consequências de um longo processo de esquecimento e apagamento histórico.

    Nesta edição do Rádio Debate, o programa discute o que veio à tona sobre os quilombolas a partir do Censo 2022 - dando destaque para a realidade desta população no Ceará -, e que impactos essas informações podem gerar.

    Participam do programa:

    > Aurila Maria de Sousa Sales, quilombola da Comunidade Nazaré, em Itapipoca; pedagoga, atuando como técnica pedagógica pela Secretaria de Educação do município; e membro da CONAQ - Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas;

    > João Joventino do Nascimento (João do Cumbe), militante do Movimento Quilombola do Ceará, liderança quilombola da comunidade do Cumbe, em Aracati, além de historiador e doutorando em História pela Universidade Federal do Ceará;

    > Carlos Dias Oliveira, historiador, educador e comunicador popular, e integrante da direção do GRUNEC - Grupo de Valorização Negra do Cariri.
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    Data de veiculação: 16 de agosto de 2023
    Foto: Jessica Cândido/Agência IBGE Notícias
    Roteiro e Produção: Raquel Dantas
    Apresentação: Carolina Areal
    Operação de Áudio: Leandro Stigliano
    52 min

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