«Pink Elephant», sétimo álbum dos Arcade Fire, põe Fábio Vieira Fernandes e Filipe Marques a pensar em artistas, álbuns e canções que não os convenceram à primeira, mas, a seu tempo, se tornaram referências incontornáveis. Ou o contrário, se é que tal é possível. Pelo caminho, são forçados a concluir que em 2005 se sonecava vigorosamente em festivais e se rejeitava muita música que, uns anos depois, afinal era óptima.