Até o final deste ano, serão 28 mil profissionais e 96 milhões de brasileiros terão atendimento. Durante a solenidade, Lula frisou que o controle dos gastos públicos não pode significar limitação dos programas sociais. "O Mais Médicos voltou porque a saúde não pode ser refém de teto de gastos, juros altos ou cortes orçamentários em nome de um equilíbrio fiscal que não leve em conta o bem mais precioso que existe, que é a vida humana”, afirmou Lula.