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Depois de denúncias de afastamento de trabalhadores, o SISMUC entrou em contato com a chefia de UPAs para buscar esclarecimentos. A chefia se esquiva e não fornece informações, ignoram os problemas e pressionam cada vez mais os servidores. Além de arriscar a própria vida e de suas famílias, os trabalhadores ainda precisam lidar com o assédio moral nos locais de trabalho. No Urbanismo, outra situação absurda acontece. A chefia suspendeu o rodízio e agora toda a equipe está precisando comparecer presencialmente todos os dias, aumentando o risco de contaminação. Greca, propaganda e asfalto não cura a Covid-19!
Conforme sobe o número de casos de Covid-19, mais fica evidente o desrespeito da gestão Greca para com a vida dos trabalhadores. Ao invés de proteger os servidores que estão na luta diária contra o coronavírus, a gestão continua sem organização ou transparência. Depois de várias unidades de Saúde fechadas, para não fechar ainda mais, se recorre à contratação temporária: precarizada e bagunçada, a ponto de os trabalhadores sequer entenderem ao certo como funciona o vínculo de novo tipo. Chefias nas UPAs têm escondido casos identificados de Covid-19 dos trabalhadores, para que não precisem investir na testagem ampla!
A busca por lucros a qualquer custo continua mostrando que eles importam mais do que a vida. Segue firme a luta das servidoras e dos servidores municipais pela defesa da vida dos trabalhadores. Retorno às aulas presenciais, somente com medidas de segurança amplas!
Apesar de Curitiba ter voltado para a bandeira amarela, o perigo continua crescendo. Cedendo à pressão dos grandes empresários e preocupado com as próximas eleições, o desprefeito Greca segue gastando com propaganda pública e asfalto. Nas UPAs precarizadas e em vias de terceirização, os servidores seguem sendo desvalorizados. Trabalhadores com suspeita de contaminação pelo coronavírus estão proibidos de coletarem testes na própria unidade. Outro setor abandonado pela gestão é a FAS, que passa por racionamento e falta de água.
Na UPA Pinheirinho falta estrutura para o atendimento dos pacientes. Além disso, os servidores foram proibidos pelas chefias de coletar testes para a Covid-19 na própria unidade. Mesmo com novos contágios em diversos locais de trabalho, a testagem, o isolamento e demais medidas de prevenção e controle da pandemia têm sido ignoradas. Em meio a tudo isso, a gestão Greca se prepara para o retorno das aulas presenciais, colocando trabalhadores, estudantes e seus familiares em risco.
Quantas vidas serão perdidas para a Covid-19 para que governos coloquem as pessoas acima dos lucros? Quantos servidores precisam ser contaminados para que o desprefeito Greca entenda que precisa garantir melhores condições de trabalho? Este é o tema do episódio de hoje.
Parece que não há limites para o desgoverno da gestão Greca. Ao invés de fornecer condições para o lockdown, a gestão flexibiliza cada vez mais as medidas de isolamento. Se houvesse o mínimo compromisso com a vida dos trabalhadores, serviços não essenciais já teriam sido fechados: uma medida fundamental para o controle da pandemia, como demonstram exemplos ao redor do mundo.
A falta de protocolos da gestão Greca para o controle da pandemia nos locais de trabalho tem contribuído para o aumento de casos entre os servidores da Prefeitura de Curitiba. Ao invés de realizar testagens e limpezas, a Prefeitura se nega a realizar essas ações.
Apesar das testagens em servidores mostrarem que há casos de Covid-19 em diversas categorias, a Secretaria de Saúde não atende aos pedidos de planejar rodízios nas jornadas de trabalho, expondo trabalhadores e suas famílias ao risco de contaminação.
Servidores são colocados em risco de contaminação, sem participar de testagens ou receber distribuição de equipamentos de segurança. Os casos entre servidores aumentam.
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