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Estudar e se formar remotamente pode ser frustrante, mas já imaginou alguém da saúde, área na qual a prática é fundamental?
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Neste programa vamos falar sobre os desafios, os medos e as perspectivas dos profissionais da saúde que se formaram ou estão se formando durante a pandemia da Covid-19.
Para incrementar o programa, conversamos com a enfermeira formada na UniBH Poliana Dias Santos, com a fisioterapeuta formada na UFMG Lídia Cunha de Oliveira, ambas graduadas em 2021, com a também fisioterapeuta Vitória Diniz, formada na UFMG, no segundo semestre de 2020, com o médico Cristiano Silva Oliveira, formado também na UFMG no início de 2020, e com Thaís Sales, estudante de farmácia da UFMG.
O material foi produzido pelos alunos Bruno Simões, Diogo Diniz (@didiniz17), Mariana de Matos (@marimtsg), Leonardo Prado (@leonardo_3101) e Wander Soares (@soareswander) para a matéria Laboratório de Rádio e Mídias Digitais, sob orientação do professor Phellipy Jácome (@phellipyjacome).
Nesse episódio, discutimos a importância dos pets para a saúde mental, sobretudo, na pandemia. Você também tem um bichinho companheiro para alegrar a existência durante momentos de isolamento social?
Esse spin-off da 9º temporada foi produzido por Samuel Resende (locução), Maria Luiza (locução), João Ameno (reportagem e roteiro), Clara Caetano (reportagem) e Larissa Loureiro (reportagem e edição) sob supervisão do professor Phellipy Jácome.
#pets #radio3andar
No último episódio da nona temporada da Rádio Terceiro Andar, Samuel Resende e Wander Soares relembram e matam um pouco da saudade do Campus Pampulha da UFMG. Afastados do ensino presencial desde março de 2020 por causa da pandemia da Covid-19, a dupla faz um "passeio" pela Universidade. Por meio de um percurso sonoro, são revelados fatos sobre os jardins, as obras de arte da Universidade e muito mais!
Para isso, eles entrevistaram Geraldo Motta, chefe da divisão de áreas verdes, Wallace Gomes, jardineiro da UFMG há mais de 20 anos, Ana Panisset, coordenadora do acervo artístico e Verona Campos, professora do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Belas Artes. Também foram utilizados sons ligados ao ambiente e descrições, para que o ouvinte se sinta dentro do campus. Então pegue o seu fone, embarque nesse tour e conheça (ou relembre) um pouco da UFMG.
O Envelhecimento Ativo é um projeto de extensão que contribui com a formação e o processo acadêmico de estudantes de diversos cursos. A missão dessa iniciativa é proporcionar uma melhor qualidade de vida para as pessoas acima de 45 anos através das atividades físicas, sociais e culturais.
Criado em 1992, o Projeto Educação Física para a 3ª idade surgiu a partir da solicitação de moradores do bairro Providência, que ao entrarem em contato com o departamento de Educação Física da UFMG, obtiveram orientação para o desenvolvimento de atividades físicas. Mas foi a partir de 1993 que o grupo se fixou na Escola de Educação Física, tornando-se um Projeto de Extensão da Universidade.
Em 2003, o projeto vinculou-se ao Programa “Promovendo a Autonomia e a Independência do Idoso da Comunidade”, e com isso ressaltou-se a necessidade de desenvolver um trabalho interdisciplinar entre os cursos de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.
O Programa Envelhecimento Ativo atende ao público acima de 45 anos utilizando os espaços da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, além de espaços de parceiros como a ASSUFEMG e a Igreja Batista do Barro Preto.
A produção, roteiro, edição e narração é de Diogo Diniz e Wander Soares.
Inaugurado em março de 1971, o Centro Esportivo Universitário comemora 50 anos em 2021. O clube é lembrado com carinho por inúmeros estudantes que passaram pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e outros associados.
Para celebrar essa data, contamos alguns fatos e curiosidades sobre o surgimento e funcionamento do centro ao longo dos anos neste episódio. Também apresentamos histórias de ex-alunos que viveram bons momentos no CEU.
Entrevistados: Luciano Pereira, vice-diretor do Centro Esportivo Universitário, André Salles, repórter da Band Minas, Evandro de Barros Araújo, diplomata formado em Comunicação Social pela UFMG, Mellina Galantini, aluna de Ciências Biológicas da UFMG e Andressa Silva, coordenadora do projeto de atividades físicas para universitários com deficiência.
Nos quadros Oi, Sumida e Desabafa Comigo contamos com a participação de Thaís Vianna, estudante do sétimo período de Geologia, e Sarah Lara Espindola, estudante do quinto período de Terapia Ocupacional. Mariana de Matos Gomes, estudante do segundo período de Relações Públicas, também compartilhou suas lembranças do clube.
Este episódio foi produzido por Maria Luiza Cunha (@malucunha_s) e João Ameno para a matéria Laboratório de Rádio e Mídias Digitais, sob orientação do professor Phellipy Jácome.
Um reflexo do destaque da UFMG na pesquisa científica, é o fato de na última década a Universidade ter sido a que mais registrou patentes no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), entre 2010 e 2019, foram depositados mais de 750 projetos.
A UFMG foi essencial para o Brasil virar um grande polo de produção de insulina. Uma técnica criada pelo professor do ICB Marcos Mares Guia, em 1990, resultou no surgimento da insulina sintética recombinante (utilizada para o tratamento de diabetes) e na larga produção da substância pelo Brasil.
Clara Caetano e Vinícius Fernandes apresentam algumas das diversas invenções da UFMG no campo da ciência, e reforçam a importância do incentivo à pesquisa no Brasil. Entrevistados: Juliana Crepaldi - Coordenadora Executiva da CTIT e Claysson Vimieiro - Pesquisador do Laboratório de Bio Engenharia da UFMG (Labbio)
Oi Sumida: Hisabella Alvarenga
Desabafa Comigo: Rafaela
No episódio de hoje vamos falar sobre a Lei de Cotas, alguns fatos e estereótipos da medida que ainda geram debate, seus impactos sobre a Universidade e também sobre a implementação da comissão de heteroidentificação. Para abordar a temática contamos com o Professor da Faculdade de Educação e presidente da Comissão Permanente de Ações Afirmativas e Inclusão da UFMG, Rodrigo Ednilson de Jesus e participação da estudante de graduação de Publicidade e Propaganda da UFMG, Marcelle Veríssimo e a professora de Educação Física, formada pela UFMG Débora Oliveira.
Nos quadros Oi Sumida e Desabafa Comigo, contamos com a presença dos alunos de Graduação, Gabriel Godin, quinto período de Química, Pedro, quarto período de Direito e a Bruna, estudante de Jornalismo.
Este material foi produzido por Lorrana Freitas (@laryrocs) e Larissa Loureiro (@leonardo_3101) para a matéria Laboratório de Rádio e Mídias Digitais, sob orientação do professor Phellipy Jácome (@phellipyjacome).
O episódio 3 da nona temporada da Rádio Terceiro Andar retrata as diversas experiências de alunos da UFMG. De forma leve e divertida, faz uma costura entre os alunos do presente e nomes famosos que já passaram pela Universidade.
A UFMG tem mais de 45 mil estudantes, seja na graduação, mestrado e doutorado. Os perfis, os interesses e os feitos de todos os alunos da Instituição são os mais diversos. Em 93 anos de caminhada, novos estudantes chegam todos os anos à UFMG, enquanto outros já entraram para a história do país. Entre jogadores de futebol, poetas, artistas e políticos, os alunos da UFMG se parecem um pouquinho com tudo isso. Para quem imagina que os universitários ou ex-alunos da Federal de Minas Gerais são todos iguais nós temos uma surpresa.
Os alunos entrevistados para este episódio são:
Gabriel Coelho, Calis, Adrian, Daniel e Brisa, todos estudante da UFMG.
Este material foi produzido por Laryssa Campos (@laryrocs) e LeonardoPrado (@leonardo_3101) para a matéria Laboratório de Rádio e Mídias Digitais, sob orientação do professor Phellipy Jácome (@phellipyjacome).
O Projeto Manuelzão foi criado em janeiro de 1997 por iniciativa de professores da Faculdade de Medicina da UFMG. O surgimento do Manuelzão está ligado às atividades do Internato em Saúde Coletiva (“Internato Rural”), disciplina obrigatória da grade curricular do curso de Medicina em que os estudantes passam três meses em municípios do interior de Minas Gerais desenvolvendo atividades de medicina preventiva e social. O histórico das experiências desses professores e estudantes revelou que não bastava, período a período, medicar a população. Mais que isso, era preciso combater as causas das doenças. A partir da percepção de que a saúde não deve ser apenas uma questão médica, foi esboçado o horizonte de trabalho do Projeto Manuelzão: lutar por melhorias nas condições ambientais para promover qualidade de vida, rompendo com a prática predominantemente assistencialista.
O nome do projeto, é uma homenagem ao vaqueiro Manuel Nardi, eternizado na escrita de Guimarães Rosa.
Este episódio foi produzido por Larissa Loureiro, Leonardo do Prado e Maria Luiza Cunha.
O Sarandeiros é atualmente considerado um dos melhores grupos de dança no Brasil voltado para a divulgação da cultura nacional, com vasto figurino e materiais cênicos, que caracterizam os seus espetáculos e as suas coreografias apresentando nos seus shows a impressionante diversidade cultural de todo o país. Preocupado com a globalização das culturas que visa à uniformização de todos os povos, o Sarandeiros justifica seu trabalho por ser um grupo de resistência que valoriza, pesquisa e preserva através da arte, a arte popular da dança e da música do Brasil.
As danças apresentadas pelo grupo Sarandeiros são respaldadas por um grande trabalho de pesquisa e divulgação das artes populares brasileiras. O apoio da Universidade Federal de Minas Gerais dá a este trabalho uma conotação científica às pesquisas de campo, coreográficas e musicais, o que faz do Sarandeiros um dos principais projetos de grupos brasileiros preocupados com a elaboração de projetos educacionais e pesquisas acadêmicas relacionadas à cultura popular brasileira. Tal projeto também tem grande visibilidade universitária através dos diversos cursos gratuitos oferecidos na Universidade Federal de Minas Gerais e ministrados pelos bailarinos e músicos do grupo, para dezenas de professores das redes estaduais e municipais de ensino de Belo Horizonte, que são orientados a trabalhar com aspectos intrínsecos da cultura nacional, valorizando as nossas raízes e reconhecendo a importância de nossas tradições culturais como elementos importantes de nossa identidade cultural. Dentre os projetos, destacam-se os trabalhos no COLTEC, com adolescentes, realizado há 11 anos, e o projeto Dança para a maioridade, com mais de 50 idosos realizando danças e trabalhos artísticos inspirados no folclore brasileiro.
Esta pílula foi produzida por Larissa Loureiro, Leonardo Prado e Maria Luiza Cunha.
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