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A maior chacina já registrada no Brasil: O governo do Rio de Janeiro confirmou a morte de 121 pessoas nos complexos do Alemão e da Penha, durante uma operação policial contra o Comando Vermelho. Quase metade dos corpos das vítimas foi resgatada em uma área de mata pelos próprios moradores das regiões invadidas. Organizações de defesa dos direitos humanos condenaram a ação, enquanto órgãos do judiciário exigem explicações.
Nesta edição do “Estação 953”, você confere uma entrevista com dois especialistas em segurança pública: a professora Jacqueline Sinhoretto, do Departamento de Sociologia, e o pesquisador Augusto Perillo, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia, ambos da UFSCar.
“Para quem estuda segurança pública, em nenhum lugar do mundo isso pode ser considerado bem-sucedido. Não se faz paz com guerra”, afirma a professora.
Dentre outros pontos, os convidados discutem como o crime organizado nunca esteve tão forte, mesmo após décadas de tentativas de combate armado às facções no Rio de Janeiro. Eles explicam que operações como essa não enfraquecem os grupos criminosos, apenas os reorganizam. Também abordam a presença das facções nas instituições do Estado brasileiro, seu financiamento e o impacto da flexibilização do acesso a armas no fortalecimento desses grupos. Os pesquisadores ainda falam sobre a necessidade do desenvolvimento de uma política de segurança pública que organize um conjunto de ações, mobilizando diferentes frentes, baseadas em inteligência, e não em conflito armado. Além disso, ressaltam como a criação de oportunidades de acesso à educação, ao trabalho e à renda é fundamental para uma transformação social. A conversa também aborda o viés eleitoral da operação, a espetacularização da violência para conquistar votos de eleitores de direita, o trauma dos familiares das vítimas, o pânico dos moradores que ficaram na linha de tiro e ao ‘dia seguinte.
Na última quarta-feira, durante a coluna Fala Cientista - Embrapa em Campo, o pesquisador da Embrapa Instrumentação, Marcos David Ferreira, deixou um desafio a você, ouvinte - observar o desperdício de água e alimentos em sua casa. E então, o que você pôde concluir? Desperdiçamos bastante, não é? Hoje, o Marcos David Ferreira fala pra gente estratégias para reduzir esse desperdício de alimentos.
Nesta edição do “Estação 953”, confira uma entrevista com a médica Milena Libardi, coordenadora do Ambulatório de Neurologia do Hospital Universitário (HU) da UFSCar. Ela fala sobre uma das principais causas de morte e incapacidade no mundo: o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Além de explicar os diferentes tipos de AVC, a médica destaca como o uso abusivo de substâncias psicoativas, anabolizantes e energéticos tem levado, cada vez mais, jovens a se tornarem vítimas da doença. E faz um alerta: as mulheres têm maior probabilidade de sofrer um AVC.
A especialista também comenta sobre os fatores de risco, como hipertensão, diabetes, sedentarismo, tabagismo, consumo excessivo de álcool e estresse, e explica como um estilo de vida saudável — com boa hidratação, alimentação equilibrada e sono de qualidade — pode ajudar na prevenção. Durante a conversa, ela ainda aborda os principais sinais de alerta, a importância do atendimento rápido, o processo de diagnóstico e os avanços no tratamento das sequelas.
Por fim, a neurologista apresenta a Linha de Cuidados ao Acidente Vascular Cerebral, do ambulatório exclusivo de reabilitação multiprofissional para pacientes vítimas de AVC do HU da UFSCar — que oferece atendimento gratuito por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) — e ressalta a importância do apoio emocional durante a recuperação.
Na edição desta semana, o advogado e professor Renato Barros, falar sobre o direito a ergonomia no ambiente de trabalho.
Foi publicado recentemente o resultado de uma pesquisa que usa radiação eletromagnética em baixa frequência para o tratamento de um câncer cerebral muito agressivo, o glioblastoma. E os resultados foram promissores, com a inibição do crescimento dos tumores celulares, como explica pra gente o professor do Departamento de Física da UFSCar, Adilson de Oliveira, na coluna Fala Cientista - Por Dentro da Ciência.
Na coluna desta semana, a professora Aniela Carrara, do Departamento de Economia do Campus Sorocaba da UFSCar, fala sobre o alerta para uma nova possível crise por falta de semicondutores. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, o Ministério do Desenvolvimento, indústria, comércio e serviços e montadoras já informaram que esta falta global de chips ameaça a paralisação das montadoras brasileiras de carros em semanas. A professora Aniela nos explica o que está acontecendo que pode provocar esta nova crise e também falar sobre os impactos que podem ser provocados.
Na coluna desta semana, a professora Aniela Carrara, do Departamento de Economia do Campus Sorocaba da UFSCar, fala sobre o alerta para uma nova possível crise por falta de semicondutores. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, o Ministério do Desenvolvimento, indústria, comércio e serviços e montadoras já informaram que esta falta global de chips ameaça a paralisação das montadoras brasileiras de carros em semanas. A professora Aniela nos explica o que está acontecendo que pode provocar esta nova crise e também falar sobre os impactos que podem ser provocados.
Recentemente, uma pesquisa identificou bario e chumbo em quantidade acima do permitido em brinquedos comercializados no Brasil. Bario e chumbo são elementos quimicos tóxicos, como explica a professora do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação do Campus Araras da UFSCar, a Tathiane Milaré.
Nesta edição do “Estação 953”, confira uma entrevista com o ambientalista Paulo Mancini, coordenador da Reenvolta, ONG que atua em São Carlos doando mudas de diferentes espécies de árvores e oferecendo gratuitamente o serviço de plantio em espaços públicos da cidade. Além de apresentar a iniciativa, a conversa destaca a importância da ampliação de áreas verdes em centros urbanos como forma de amenizar os impactos do aquecimento global e das mudanças climáticas. Entre os benefícios estão a melhora da sensação térmica, da qualidade do ar e do escoamento da água da chuva — fatores que ajudam a reduzir o risco de enchentes. Durante o programa, Paulo Mancini também fala sobre a importância de investir em educação ambiental para enfrentar desafios e conscientizar a população sobre a preservação da natureza.
Recentemente, celebramos o Dia Mundial da Alimentação e o Dia Internacional Contra o Desperdício dos Alimentos, datas que tem grande importância social, ambiental e econômica. Essas datas chamam atenção para um dos maiores desafios globais: Garantir alimentação adequada para todos e reduzir o desperdício de comida ao longo da cadeia produtiva, como explica pra gente o pesquisador da Embrapa Instrumentação, Marcos David Ferreira, que ainda deixa um desafio a você ouvinte, na coluna Fala Cientista - Embrapa em Campo.
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