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Na coluna Fala Cientista - Direito ao Ponto de hoje, o advogado e professor Renato Barros vem falar com a gente sobre segurança, saúde e direito do consumidor. O Renato vai comentar uma decisão da justiça que determinou, nove após anos o fato, o pagamento de indenizações e pensão vitalícia por um hotel a um homem que ficou tetraplégico depois de ter batido a cabeça no fundo da piscina do estabelecimento, enquanto era hóspede. Ele vai receber cerca de 4 mil e quinhentos reais por mês até completar 80 anos de vida.
Em meio à discussão do tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump a vários países do mundo e, inclusive, ao Brasil, a questão dos minerais críticos entrou na pauta, pois os norte-americanos têm muito interesse nesses materiais. Esse é o assunto do professor do Departamento de Física da UFSCar, Adilson de Oliveira, na coluna Fala Cientista - Por Dentro da Ciência.
Nesta edição do ‘Estação 953’, o filósofo João Carlos Salles, ex-reitor da Universidade Federal da Bahia, fala sobre o papel da universidade pública no contexto atual. Uma das vozes mais potentes na defesa das instituições de ensino superior gratuitas, inclusivas e de qualidade em nosso país, o professor esteve recentemente na UFSCar, onde participou de uma aula magna do Programa de Pós-Graduação em Filosofia (PPGFil), na abertura do ciclo de debates ‘As Humanidades Pensam o Brasil’. Com uma trajetória marcada tanto pela excelência acadêmica quanto pelo engajamento político, João Carlos Salles — que também é ex-presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) — tornou-se uma referência em gestão, sendo reconhecido como uma liderança comprometida com o pensamento crítico e com a educação.
Na UFSCar, o docente abordou o papel essencial, singular e insubstituível da universidade na sociedade. Destacou que as instituições públicas de ensino superior não podem ser reduzidas a espaços voltados exclusivamente à formação de profissionais para o mercado de trabalho, e refletiu sobre as ameaças — externas e internas — que as universidades enfrentam, bem como sobre os ataques que atingem instituições comprometidas com a superação de privilégios históricos. João Carlos Salles também falou sobre a importância da inclusão como ferramenta para a redução de desigualdades e para a resistência a esses ataques, além de discutir soluções para os problemas que colocam a universidade pública em situação de vulnerabilidade. “É preciso mais do que recursos. A valorização das universidades públicas brasileiras passa pela necessidade de uma transformação social, em que essas instituições sejam prioridade para todos os brasileiros”, defende.
Na edição desta semana, a professora Aniela Carrara, docente do Departamento de Economia do Campus Sorocaba da UFSCar, vem falar com a gente sobre uma boa notícia! É a menor taxa de desemprego já registrada na série histórica. Por outro lado, ela também destaca o desafio da informalidade.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira uma entrevista com a professora Renata Castro, docente do Departamento de Medicina da UFSCar e coordenadora do podcast ‘Nascer com Voz’, e com Cayo Lira, estudante do curso de enfermagem da UFSCar e apresentador do conteúdo.
Com a participação de profissionais e mães, o podcast, produzido por graduandos de diferentes cursos da UFSCar, fala sobre o parto humanizado e os cuidados no momento do nascimento e nos primeiros instantes de vida do bebê. Os episódios também abordam a saúde do recém-nascido, esclarecem mitos, tratam do vínculo entre mãe e filho, falam sobre os direitos das gestantes e dos bebês, e do acesso a políticas públicas. O conteúdo é destinado não apenas para mães, mas também para estudantes da área da saúde, profissionais, para pais e toda a rede de apoio de gestantes. É informação de qualidade, baseada em conhecimento científico, e acolhimento!
Nesta conversa, Renata e Cayo falam sobre a criação e a produção do projeto, sobre a escolha dos temas abordados e ainda sobre a importância do podcast para a formação dos estudantes que participam do projeto.
No próximo domingo, dia 10 de agosto, celebramos mais um dia dos pais. O vínculo emocional do pai com as crianças tem grande importância no desenvolvimento dos pequenos, com tempo de qualidade e atividades juntos, como explica pra gente a professora do Departamento de Medicina da UFSCar, a Esther Ferreira, na coluna Fala Cientista - Saúde na Infância.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira uma entrevista com o professor Adilson de Oliveira, docente do Departamento de Física da UFSCar e diretor do Instituto de Estudos Avançados e Estratégicos (IEAE) da universidade. Ele foi recentemente eleito Secretário Regional da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), a maior entidade representativa da área no Brasil. Na conversa, o professor fala sobre a importância da SBPC na defesa da educação, da ciência e da democracia. Adilson recorda a criação da Sociedade, ressalta o papel político da associação e sua relevância para a consolidação do desenvolvimento científico no país. Ele também destaca como o conhecimento produzido nas instituições de ensino e pesquisa é essencial para solucionar os problemas da humanidade.
O professor comenta ainda sobre as expectativas em relação ao trabalho que será realizado na Secretaria Regional, cuja abrangência inclui o interior de São Paulo. Ele fala sobre os desafios da nova gestão, como a formação de uma nova geração de cientistas, a aproximação entre ciência e sociedade, o fortalecimento dos vínculos entre a SBPC e as instituições de ensino e pesquisa, além da inserção internacional da entidade e do fortalecimento da ciência em escala global. Por fim, o docente reflete sobre a necessidade de uma política de Estado para a valorização da ciência no Brasil, os cortes de investimento no orçamento público e a situação da carreira de professores e pesquisadores no país. Adilson também comenta como a UFSCar se fortalece com representantes na gestão de entidades da área e relembra a Reunião Anual da SBPC, realizada em São Carlos há quase 10 anos.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira a reapresentação da entrevista feita pela jornalista Stella de Oliveira com o renomado professor Valdemar Sguissardi, docente aposentado do Departamento de Educação da UFSCar e um dos pioneiros na história da universidade, que completa 55 anos em 2025. Autor de obras importantes, como Universidade, Fundação e Autoritarismo, Sguissardi foi um dos primeiros professores do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSCar e também um dos fundadores da Associação de Docentes da universidade (ADUFSCar). Ao longo de sua trajetória, dirigiu unidades, presidiu conselhos e contribuiu ativamente para a formação de profissionais e o desenvolvimento de pesquisas científicas.
Na conversa, o professor relembra os primórdios da UFSCar – ainda dez anos antes de sua inauguração oficial – e destaca o papel de políticos locais de extrema-direita, integrantes de bancadas religiosas, na viabilização da instalação de uma universidade federal em São Carlos durante a ditadura militar. Ele também comenta outros períodos marcantes vividos já como docente, como as interferências do regime, a mobilização em defesa da democracia na universidade e a expansão da instituição. Por fim, o professor Valdemar aborda os desafios enfrentados atualmente e compartilha conselhos a partir da perspectiva de quem sempre esteve comprometido com um ensino superior público, gratuito e de qualidade.
Você sabia que nosso cabelo tem uma composição explicada pela química, que pode contribuir na escolha de tratamentos adequados e até como base para identificação de doenças? Quem explica pra gente sobre a química dos cabelos é a professora do Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação do Campus Araras da UFSCar, Tathiane Milaré, na coluna Fala Cientista - A Química Nossa de Cada Dia.
Nesta edição do ‘Estação 953’, confira uma homenagem a Décio Otero, educador brasileiro e um dos fundadores do Ballet Stagium, que morreu aos 92 anos, em São Paulo. Um dos maiores divulgadores dessa arte no Brasil e um dos mais importantes coreógrafos da chamada "dança moderna" no país, Décio arrastou multidões ao teatro, dançou a música popular brasileira no rio São Francisco, no Parque Nacional do Xingu, e também levou a arte a locais em situação de vulnerabilidade social, como favelas, presídios, hospitais e pátios de escolas públicas em pequenas cidades. Décio Otero fez da dança um gesto político, poético e coletivo.
Em sua homenagem, o ‘Estação 953’ reapresenta uma entrevista feita por Vanessa Torres, coordenadora artística da Rádio UFSCar, com a bailarina húngara Marika Gidali, viúva de Décio e cofundadora do Ballet Stagium. A gravação foi realizada em 2024, quando o grupo se apresentou em São Carlos, às vésperas do aniversário de 92 anos de Décio. Na conversa, Marika relembra o início da trajetória do casal na dança, como se conheceram dançando no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e se reencontraram, tempos depois, em Curitiba, para juntos construírem sua história. Ela também recorda a fundação do Ballet Stagium, em 1971, comenta como o estilo do grupo foi se consolidando no Brasil, fala sobre espetáculos com temáticas sociais — mesmo durante o período da Ditadura Militar —, sobre o viés social do trabalho pioneiro realizado por ambos e sobre as conquistas de mais de cinco décadas de história, até se tornarem uma referência na área. A bailarina ainda reflete sobre a importância de ter a oportunidade de dançar em uma terra onde crianças morrem de fome, os desafios enfrentados e a luta pela valorização da arte.
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