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Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, como texto em Filipenses, capítulo 4, versículos 4 ao 9, nos traz uma reflexão sobre algo que afeta quase todos nós, a ansiedade.Vivemos em um tempo em que a ansiedade parece ter se tornado parte da rotina. Preocupamo-nos com o amanhã, com aquilo que pode acontecer, com aquilo que não podemos controlar e, muitas vezes, até com problemas que ainda nem existem.Paulo, porém, nos apresenta um caminho diferente. Ele escreve Filipenses 4 não de um lugar de conforto, mas em meio a circunstâncias difíceis. E sua orientação é poderosa: “Não andem ansiosos por coisa alguma.”Isso não significa que nunca teremos problemas, medo ou momentos de preocupação. Significa que não precisamos carregar sozinhos aquilo que podemos colocar nas mãos de Deus.1. A ansiedade olha para o que pode acontecer; a fé olha para quem Deus éA ansiedade pergunta: “E se der errado?”“E se eu não conseguir?”“E se amanhã for pior?”A fé responde: “Mesmo que eu não saiba o que acontecerá amanhã, eu sei quem estará comigo amanhã.”Paulo não promete ausência de problemas. Ele apresenta a presença de Deus no meio deles.Por isso, ele começa dizendo: “Alegrem-se sempre no Senhor.”Nossa alegria não depende das circunstâncias. Ela depende de quem está conosco dentro delas.2. A oração transforma preocupação em entregaPaulo continua: “Não andem ansiosos por coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as suas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.”Observe a mudança:Preocupação → Oração.Medo → Entrega.Angústia → Confiança.Aquilo que ocupa a nossa mente precisa encontrar um lugar diante de Deus.Às vezes, queremos controlar aquilo que Deus está nos pedindo para entregar.A oração não muda apenas as circunstâncias; muitas vezes, a oração muda primeiro o nosso coração diante das circunstâncias.3. A paz de Deus não depende da explicação E então vem uma das maiores promessas do texto: “E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.”Paulo não diz que entenderemos tudo.Ele diz que teremos paz mesmo sem entender tudo.Essa é a diferença entre a paz do mundo e a paz de Deus.A paz do mundo diz: “Fique em paz quando tudo estiver resolvido.”A paz de Deus diz: “Fique em paz porque Deus continua no controle, mesmo quando nada parece resolvido.”4. Cuidado com aquilo que alimenta a sua mentePaulo também fala sobre os pensamentos: “Tudo o que é verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável e de boa fama... seja isso o que ocupe o pensamento de vocês.”Se alimentarmos constantemente o medo, a dúvida, as notícias ruins, as possibilidades negativas e aquilo que ainda nem aconteceu, a ansiedade encontrará espaço para crescer.Por isso, precisamos aprender a perguntar: “O que estou permitindo ocupar minha mente?”Nem todo pensamento merece permanecer.Nem todo medo merece ser alimentado.Nem toda possibilidade precisa ser antecipada.Há coisas que precisam ser entregues a Deus e não repetidas dentro da nossa cabeça.Filipenses 4 nos ensina que a ansiedade não precisa ser o destino da nossa mente.Quando a preocupação chegar, ore.Quando o medo aparecer, confie.Quando não entender o caminho, continue caminhando com Deus.Quando sua mente estiver acelerada, volte seus pensamentos para aquilo que é verdadeiro.E quando você não conseguir controlar as circunstâncias, lembre-se:Você pode não controlar o que acontece ao seu redor, mas pode colocar tudo nas mãos daquele que controla todas as coisas.A ansiedade diz: “Você precisa resolver tudo.”A fé diz: “Você precisa confiar em Deus.”E quando colocamos nossas preocupações diante do Senhor, Ele não promete necessariamente nos explicar tudo.Ele promete guardar nosso coração.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em João, capítulo 3, versículos 1 ao 21, nos traz uma reflexão sobre o algoritmo de Deus, através de Sua graça e salvação.Vivemos em um mundo de algoritmos. Eles analisam nossos comportamentos, nossas escolhas, nossos interesses e, a partir disso, determinam o que veremos, receberemos ou mereceremos.Mas existe um algoritmo completamente diferente: o algoritmo da GRAÇA.Em João 3, encontramos Nicodemos, um homem religioso, conhecedor da Lei, respeitado e aparentemente alguém que tinha tudo em ordem. Mesmo assim, Jesus mostra que religião, conhecimento e boas obras não são suficientes para produzir uma nova vida. Era necessário nascer de novo.1. A GRAÇA não funciona pelo nosso merecimentoNicodemos provavelmente esperava encontrar em Jesus respostas para aquilo que ele já conhecia. Mas Jesus apresenta algo que ele não poderia conquistar por esforço próprio: um novo nascimento.A graça não pergunta: “Quanto você merece?”Ela pergunta: “Você está disposto a receber?”Deus não nos ama porque somos bons. Ele nos transforma porque nos ama.2. A GRAÇA muda aquilo que o homem não consegue mudarJesus declara: “Necessário vos é nascer de novo.” — João 3:7Nascer de novo não é melhorar a velha vida; é receber uma nova vida.Há coisas que esforço, religião, dinheiro ou conhecimento não conseguem resolver. Só a ação de Deus pode transformar o interior do homem.A graça não faz apenas uma reforma externa. Ela começa dentro.3. O maior algoritmo da GRAÇA é João 3:16Jesus chega ao centro da mensagem: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...” — João 3:16Observe a sequência: Deus amou → Deus deu → nós cremos → recebemos a vida eterna.Esse é o algoritmo da graça:Não é “faça para receber”.É “receba para ser transformado”.A cruz é a prova de que Deus não esperou que o mundo se tornasse digno para então amá-lo. Ele amou primeiro.Conclusão: Nicodemos entrou na noite procurando respostas e encontrou Jesus oferecendo algo muito maior: uma nova vida.Talvez existam áreas da nossa vida que estamos tentando consertar pelo esforço, pela religião ou pela nossa própria capacidade.Hoje, Jesus nos lembra: você não precisa tentar merecer a graça. Precisa apenas recebê-la.O algoritmo do mundo diz: “Você recebe aquilo que merece.”O algoritmo da graça diz: “Você recebe aquilo que jamais poderia merecer.”Essa é a beleza do Evangelho: onde termina o nosso merecimento, começa a maravilhosa GRAÇA de Deus.Frase para guardar: “A graça de Deus não calcula o quanto merecemos; ela revela o quanto Ele nos ama.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Lucas, capítulo 15, versículos 1 a 3, nos traz uma reflexão sobre a Graça de Deus baseado na parábola do filho pródigo.Jesus estava cercado por pessoas consideradas pecadoras. Os religiosos, porém, criticavam aquela proximidade. Foi nesse contexto que Jesus contou a parábola do Filho Pródigo.A graça de Deus muitas vezes parece injusta aos nossos olhos, porque ela não funciona segundo a lógica do merecimento. O filho mais novo saiu de casa, desperdiçou sua herança e perdeu tudo. Quando voltou, não encontrou um pai preparando uma lista de cobranças, mas um pai correndo ao seu encontro.O filho queria voltar como empregado, mas o pai o recebeu como filho. Ele não recebeu o que merecia; recebeu aquilo que o amor do pai decidiu oferecer.Essa é a essência da graça: Deus não nos recebe porque somos dignos, mas porque Ele é misericordioso.Talvez você esteja pensando: “Depois de tudo o que fiz, será que ainda posso voltar?”A resposta do Evangelho é: sim! A porta da casa do Pai continua aberta.A graça parece injusta porque o pecador recebe perdão, o quebrantado recebe restauração e aquele que estava perdido recebe uma nova oportunidade.Não importa quão longe você tenha ido. Quando você decide voltar, o Pai ainda está esperando por você.“Porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.”— Lucas 15:24Reflexão final: Não tente negociar com Deus para ser aceito como servo quando Ele deseja recebê-lo como filho. A graça não é o prêmio para quem merece; é o abraço do Pai para quem decide voltar.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em I Corintios, capítulo 1, versículos 18 ao 31, nos traz uma reflexão sobre a graça de Deus.A graça de Deus muitas vezes parece injusta aos olhos humanos, porque ela não funciona de acordo com os nossos critérios de merecimento.Saulo era um homem que perseguia a Igreja, prendia cristãos e acreditava estar fazendo a vontade de Deus. Humanamente falando, ele não merecia uma segunda chance. Se dependesse da justiça humana, sua história poderia ter terminado ali.Mas Deus não olhou para Saulo apenas pelo que ele era; Deus olhou para aquilo que Sua graça poderia fazer através dele.É exatamente isso que Paulo ensina em 1 Coríntios 1:27-29: Deus escolhe as coisas fracas, desprezadas e improváveis para manifestar a Sua glória, para que ninguém possa se orgulhar diante dEle.A graça não escolhe pelo currículo; escolhe pelo propósito.A graça não pergunta o que você fez; pergunta o que Deus ainda pode fazer através de você.Saulo merecia condenação, mas recebeu chamado. Merecia distância, mas recebeu encontro. Merecia ser lembrado como perseguidor, mas pela graça tornou-se apóstolo e instrumento para alcançar milhares de vidas.Essa é a “injustiça” da graça: Deus não nos dá aquilo que merecemos; Ele nos oferece aquilo que jamais poderíamos conquistar sozinhos.Talvez você esteja olhando para sua história e pensando: “Depois de tudo o que fiz, Deus não pode mais me usar.”Mas a história de Saulo nos mostra que o seu passado não é maior do que a graça de Deus.A cruz é a prova de que Deus pode transformar um perseguidor em um pregador, um inimigo em servo e uma vida perdida em uma vida com propósito.Para refletir: Não tente entender a graça apenas pela lógica do merecimento. Graça não é salário; é presente.Se Deus transformou Saulo, Ele também pode transformar você.A graça de Deus é injusta para quem olha pelo mérito, mas é maravilhosa para quem reconhece que precisa de misericórdia.“Para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.”(1 Coríntios 1:31)Não é sobre o que você merece. É sobre o que a graça de Deus pode fazer com a sua vida.Se esta mensagem ed
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Atos, capítulo 2, versículos 1 ao 21, nos traz uma reflexão sobre nosso companheiro, o Espírito Santo.Pentecostes marcou um dia que começou com uma reunião de pessoas, mas terminou inaugurando uma nova realidade espiritual. O Espírito Santo desceu sobre os discípulos, e aquilo que parecia ser apenas mais um dia tornou-se um dia que não teve fim.1. Um dia que começou com esperaOs discípulos estavam reunidos e perseveravam juntos. Eles não sabiam exatamente quando aconteceria, mas esperaram pela promessa.Há momentos em que Deus nos coloca em uma sala de espera. O silêncio não significa abandono. Às vezes, Deus está preparando o cenário para aquilo que Ele prometeu.2. Um dia que mudou pessoasQuando o Espírito Santo veio, aqueles homens que antes estavam com medo receberam ousadia, poder e uma nova linguagem.Pentecostes nos ensina que um verdadeiro encontro com Deus não apenas emociona; transforma. Quem recebe o Espírito passa a viver de maneira diferente e a testemunhar aquilo que Deus fez.3. Um dia que alcançou geraçõesPedro declara que a promessa não era somente para aqueles que estavam ali: “a promessa é para vós, para vossos filhos e para todos os que estão longe”.Por isso, aquele dia não terminou em Jerusalém. O fogo que começou ali continua alcançando vidas, famílias e gerações.Conclusão: O Dia de Pentecostes não teve fim porque aquilo que Deus começou naquele lugar continua acontecendo.Talvez você esteja esperando o seu Pentecostes, esperando uma resposta, uma mudança ou um novo começo. Não desista no tempo da espera.O mesmo Deus que derramou o Espírito sobre aqueles discípulos continua sendo Deus de promessas, poder e transformação.Que o nosso desejo hoje seja: “Senhor, faça novamente em mim aquilo que começou naquele dia.”Frase para guardar: “Quando Deus começa uma obra pelo Seu Espírito, o dia pode terminar no calendário, mas aquilo que Ele começou continua para sempre.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em II Crônicas 20:1-9 e 12, nos traz uma reflexão sobre o posicionamento do rei Josafá e que tem muito a ver conosco hoje.Há momentos na vida em que olhamos para a situação e pensamos: “Eu acho que não tem mais jeito.”O problema parece grande demais, as forças parecem pequenas demais e as circunstâncias parecem dizer que a derrota é inevitável.Foi exatamente esse o cenário enfrentado pelo rei Josafá.Judá estava cercado por inimigos. O texto diz que uma grande multidão vinha contra eles. Humanamente falando, não havia motivos para acreditar que conseguiriam vencer.Mas Josafá tomou uma decisão que mudou tudo: ele buscou ao Senhor.1. O tamanho do problema não determina o tamanho do nosso DeusJosafá não ignorou o problema. Ele reconheceu a ameaça e teve medo.Ter medo não significa falta de fé. Fé não é ausência de medo; fé é decidir buscar a Deus mesmo quando o medo está presente.Talvez você esteja olhando para uma situação hoje e dizendo:“Não sei mais o que fazer.”“Já tentei de tudo.”“Não vejo saída.”“Acho que não tem mais jeito.”Mas aquilo que parece impossível para você continua estando debaixo do controle de Deus.O inimigo pode ser grande, mas Deus continua sendo maior.2. Quando não sabemos o que fazer, precisamos saber para onde olharNo versículo 12, Josafá faz uma das declarações mais poderosas dessa passagem:“Não sabemos nós o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.”Josafá não disse: “Eu tenho um plano.”Ele disse: “Eu não sei o que fazer.”Isso é humildade.Existem momentos em que a maior demonstração de fé não é dizer “eu consigo”, mas dizer:“Senhor, eu não consigo. Eu não sei o que fazer. Mas os meus olhos estão em Ti.”3. O desespero pode nos levar para mais perto de DeusA crise de Josafá produziu uma atitude: ele procurou o Senhor.Talvez algumas situações que você gostaria que nunca tivessem acontecido estejam servindo para aproximá-lo mais de Deus.A dificuldade revelou que você não tinha controle.A enfermidade revelou que você precisava confiar.A perda revelou que somente Deus poderia sustentar você.A porta fechada revelou que Deus ainda tinha outro caminho.4. Deus não precisa de um exército maior para realizar um milagreJudá estava diante de uma grande multidão. Josafá sabia que, humanamente, não tinha condições de vencer.Mas a vitória não dependeria da força de Judá.Essa é uma verdade que precisamos guardar:O que Deus vai fazer na sua vida não depende apenas daquilo que você tem nas mãos.5. “Eu achei que não tinha mais jeito” pode ser o começo de um testemunhoTalvez você esteja vivendo exatamente o momento em que Josafá viveu.Você olha para frente e vê uma multidão.Olha para os lados e não encontra ajuda.Olha para trás e vê tudo aquilo que já tentou.Então pensa: “Não tem mais jeito.”Mas talvez Deus esteja querendo transformar essa frase em:“Eu achei que não tinha mais jeito, mas Deus abriu um caminho.”Não fixe os olhos apenas no problema.Não fixe os olhos apenas nas circunstâncias.Não fixe os olhos apenas naquilo que você perdeu.Coloque os seus olhos em Deus.Porque quando os nossos olhos estão em Deus, descobrimos que o fim que enxergávamos pode ser apenas o começo de uma nova história.Conclusão: Josafá nos ensina que existem batalhas que não vencemos com força, estratégia ou capacidade humana.Existem batalhas que vencemos de joelhos, buscando ao Senhor e confiando nEle.Talvez hoje você não saiba o que fazer.Diga como Josafá: “Senhor, eu não sei o que fazer, mas os meus olhos estão postos em Ti.”Porque quando você não sabe o que fazer, Deus sabe.Quando você não vê uma saída, Deus já conhece o caminho.Quando você pensa que acabou, Deus ainda pode escrever um novo capítulo.Não diga que não tem mais jeito enquanto Deus ainda está trabalhando.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, os Prs. Adhemar e Aurora de Campos, com o texto em Romanos, capítulo 8, versículos 38 e 39, nos traz uma reflexão sobre o Amor de Deus para com cada um de nós e que é eterno.Paulo chega ao final de Romanos 8 com uma das declarações mais poderosas da Bíblia: nada pode nos separar do amor de Deus.Vivemos em um mundo onde muitas coisas são passageiras. Pessoas mudam, circunstâncias mudam, sentimentos mudam, portas se fecham e situações podem fugir do nosso controle. Mas existe algo que permanece: o amor de Deus por nós.1. O amor de Deus não depende das circunstânciasPaulo não diz que estaremos livres de problemas. Ele menciona morte, vida, anjos, poderes, presente, futuro, altura, profundidade e tudo aquilo que pudesse parecer capaz de nos afastar de Deus.Isso significa que o amor de Deus não diminui quando atravessamos uma tempestade.Talvez hoje você esteja vivendo um momento difícil e pense: “Será que Deus ainda está comigo?”Romanos 8 responde: Sim!A dificuldade não é sinal da ausência de Deus. Muitas vezes, é justamente no meio dela que descobrimos a profundidade do Seu amor.2. O amor de Deus não é temporárioO amor humano pode ser condicionado: “Eu amo se você fizer...”, “Eu fico se você corresponder...”.O amor de Deus é diferente.Ele não nos ama apenas quando acertamos. Não nos abandona quando falhamos. Sua graça nos alcança, nos corrige, nos restaura e nos chama novamente para perto.O amor de Deus não é uma emoção passageira; é uma realidade eterna.3. Nada pode nos separar de DeusObserve que Paulo não diz que nada pode nos fazer sofrer. Ele afirma algo ainda maior: nada pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus.Podemos perder coisas, oportunidades, relacionamentos e até enfrentar momentos de grande dor. Mas, em Cristo, não perdemos aquilo que é essencial: a presença e o amor de Deus.Isso muda a maneira como enfrentamos a vida.Quando sabemos que somos amados por Deus, podemos atravessar o vale sem perder a esperança.4. O amor de Deus foi demonstrado na cruzO maior argumento do amor de Deus não está apenas no que Ele diz, mas no que Ele fez.Cristo morreu por nós.A cruz é a prova de que Deus não ficou distante da nossa dor. Ele veio ao nosso encontro e, em Cristo, revelou um amor que não desiste, não abandona e não deixa de buscar o ser humano.Por isso, quando vierem dúvidas, medos ou acusações, olhe novamente para a cruz.A cruz nos lembra: “Você é amado por Deus.”Conclusão: Romanos 8:38-39 nos convida a descansar em uma certeza: Nada pode separar o filho de Deus do amor que está em Cristo Jesus.O passado não pode.O presente não pode.O futuro não pode.As dificuldades não podem.As perdas não podem.As circunstâncias não podem.Porque o amor de Deus é eterno, constante e maior do que qualquer coisa que possamos enfrentar.Talvez hoje você não consiga entender tudo o que Deus está fazendo. Mas existe algo que você pode ter certeza: Deus continua amando você.E quando tudo ao redor parecer incerto, segure-se nesta verdade: “Nada poderá me separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, meu Senhor.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Lucas, capítulo 10, versículos 25 ao 29, nos traz uma reflexão sobre o entendimento que devemos ter sobre o que Deus espera de cada um de nós.No texto acima, um intérprete da Lei pergunta a Jesus: “Mestre, que farei para herdar a vida eterna?”. Jesus o leva de volta àquilo que ele já conhecia: amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a si mesmo.O interessante é que aquele homem não estava apenas buscando uma resposta; ele queria justificar-se. Por isso pergunta: “E quem é o meu próximo?”. Sua preocupação era saber até onde deveria ir sua responsabilidade.1. Deus espera que eu O ame de verdadeNão se trata apenas de conhecer a Bíblia, frequentar a igreja ou saber falar sobre Deus. Deus espera um relacionamento que envolva coração, alma, força e entendimento.Conhecer a vontade de Deus é importante, mas viver essa vontade é indispensável.2. Deus espera que meu amor alcance outras pessoasJesus deixa claro que o amor a Deus não pode ficar separado do amor ao próximo. Nossa fé precisa aparecer em nossas atitudes, palavras, decisões e na maneira como tratamos as pessoas.Não basta perguntar: “O que Deus pode fazer por mim?”. Precisamos perguntar também: “O que Deus deseja fazer através de mim?”3. Deus espera uma vida que não procure desculpasA pergunta daquele homem revela uma tendência muito humana: tentar descobrir o mínimo que precisamos fazer. Jesus, porém, aponta para uma vida de amor genuíno, sem limites convenientes.A questão não é apenas saber o que Deus espera de mim, mas estar disposto a fazer aquilo que Ele espera.Conclusão: Talvez hoje a pergunta que precisamos fazer não seja: “Senhor, o que eu posso receber de Ti?”, mas: “Senhor, o que Tu esperas de mim?”E a resposta começa com duas atitudes: amar a Deus acima de tudo e amar as pessoas ao nosso redor.Que nossa vida não seja marcada apenas pelo conhecimento da Palavra, mas pela disposição de vivê-la todos os dias.Frase para guardar: “Deus não espera apenas que eu conheça a Sua vontade; Ele espera que eu permita que a Sua vontade transforme a minha maneira de viver.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael lemos, com o texto em Juízes, capítulo 11, versículos 29 a 31, nos traz uma reflexão sobre quanto tempo eu ainda tenho, e o que estou fazendo com a minha vida.Uma das coisas mais preciosas que Deus colocou em nossas mãos é o tempo.Dinheiro podemos recuperar. Bens podemos reconstruir. Algumas oportunidades podem voltar. Mas o tempo que passou não volta mais.Por isso, a pergunta não deveria ser apenas: “Quanto tempo eu já vivi?”, mas principalmente: “Quanto tempo eu tenho? E o que estou fazendo com o tempo que Deus ainda me permite viver?”A história de Jefté nos coloca diante de uma decisão precipitada. Ele estava diante de uma batalha e fez um voto ao Senhor. Sua ansiedade pelo resultado fez com que ele tomasse uma decisão sem medir completamente suas consequências.Isso nos ensina algo muito importante: momentos de pressão não são bons momentos para tomar decisões que podem comprometer o futuro.1. O tempo da pressão pode nos fazer agir sem pensarJefté estava diante de uma grande batalha.Havia uma expectativa, uma necessidade e uma pressão enorme sobre ele. E, nesse ambiente, ele fez um voto.Quantas vezes fazemos o mesmo?Quando estamos pressionados, queremos resolver tudo rapidamente. Queremos respostas imediatas, soluções imediatas e resultados imediatos.E, muitas vezes, na tentativa de ganhar tempo, acabamos perdendo coisas que levarão muito tempo para reconstruir.Nem toda urgência exige uma decisão imediata.Às vezes, precisamos parar, orar e perguntar:“Senhor, o que Tu queres que eu faça?”2. O tempo é uma dádiva, não uma propriedadeJefté agiu como se precisasse garantir a vitória através de uma promessa.Mas a vitória não precisava ser comprada.Deus não precisava de um voto precipitado para cumprir aquilo que havia determinado.Isso também acontece conosco. Às vezes, queremos controlar aquilo que deveríamos simplesmente confiar a Deus.Tentamos negociar com Deus: “Senhor, se Tu fizeres isso, eu farei aquilo.”Mas Deus não precisa dos nossos acordos para continuar sendo Deus.3. Não desperdice o tempo tentando controlar o que pertence a DeusJefté queria controlar o resultado da batalha.Mas existem coisas que estão além do nosso controle.Não podemos controlar o amanhã.Não podemos controlar as pessoas.Não podemos controlar todas as circunstâncias.Não podemos impedir todas as perdas.Mas podemos controlar como vamos viver o tempo que recebemos.4. A pergunta não é apenas “quanto tempo tenho?” mas “para quê tenho tempo?”Essa é a grande questão.Deus não nos dá tempo simplesmente para preenchê-lo.Existe propósito no tempo.Há pessoas que precisam ser alcançadas.Há famílias que precisam ser restauradas.Há dons que precisam ser desenvolvidos.Há sonhos que precisam sair do papel.Há uma missão que precisa ser cumprida.Jesus disse: “Convém que eu faça as obras daquele que me enviou, enquanto é dia.” João 9:4Jesus tinha consciência de que havia um tempo determinado para cumprir Sua missão.5. Não permita que a pressa roube aquilo que a paciência poderia construirJefté nos mostra o perigo de uma decisão tomada na pressão.Existe uma diferença entre agir com fé e agir por impulso.O problema é que queremos viver o amanhã hoje.Queremos respostas antes do tempo.Queremos resultados antes do processo.Queremos a promessa sem esperar o cumprimento.Mas Deus trabalha também através do tempo.Por isso, a grande pergunta não é: “Quanto tempo ainda falta?”Mas: “O que farei com o tempo que Deus colocou hoje em minhas mãos?”Acima de tudo, não viva simplesmente contando os dias.Faça os dias contarem.Porque talvez você não possa escolher quanto tempo terá, mas pode escolher como viverá o tempo que Deus lhe deu.Se Deus me perguntasse hoje: “O que você fez com o tempo que Eu lhe dei?”, qual seria a minha resposta?Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Gênesis, capítulo 17, versículos 1 ao 8 e versículos 15 ao 21, nos traz uma reflexão sobre os desafios e as bençãos de se esperar o tempo de Deus.Esperar o tempo de Deus é um dos maiores desafios da fé. Abraão recebeu uma promessa, mas precisou conviver com o silêncio e com a demora. Aos olhos humanos, o tempo parecia ter passado, mas Deus continuava trabalhando.Em Gênesis 17, Deus aparece a Abraão e reafirma Sua aliança. Ele muda seu nome, amplia sua visão e confirma que aquilo que havia prometido aconteceria. Quando Abraão questiona sobre o filho, Deus deixa claro que Isaque nasceria no tempo determinado por Ele.1. O tempo de Deus não é o nosso tempoAbraão provavelmente pensava que a promessa deveria acontecer antes. Mas Deus não trabalha segundo a nossa ansiedade. Muitas vezes queremos a promessa imediatamente, enquanto Deus está trabalhando em nós antes de entregar aquilo que prometeu.A demora de Deus não significa abandono.2. Esperar exige féEsperar não significa ficar parado ou desistir. Significa continuar caminhando com Deus mesmo quando ainda não vemos o resultado.A verdadeira fé não depende apenas do que os olhos enxergam, mas daquilo que Deus falou.3. Deus não esquece Suas promessasAbraão esperou, envelheceu e enfrentou circunstâncias que pareciam tornar a promessa impossível. Mesmo assim, Deus permaneceu fiel.O tempo pode mudar as circunstâncias, mas não muda a fidelidade de Deus.Conclusão: Talvez você esteja vivendo hoje um período de espera. Uma oração ainda não respondida, um sonho que parece distante ou uma promessa que parece impossível.Lembre-se de Abraão: Deus não perdeu o controle porque o tempo passou.O desafio não é apenas receber a promessa; é confiar em Deus enquanto esperamos por ela.Não tente antecipar aquilo que Deus determinou realizar no tempo certo. Continue crendo, obedecendo e caminhando.O que Deus prometeu não depende da velocidade do nosso relógio, mas da fidelidade dEle.“Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor.” — Salmos 27:14Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
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