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O tema desta semana é simples de dizer, mas difícil de encarar:
“Não Queres Perceber?”
Olhar para o mundo de 1900 a 1925 e depois para o de 2000 a 2025, é como folhear um livro antigo e reconhecer as mesmas frases sublinhadas, escritas noutra caligrafia.
A História tem esta mania de repetir os seus truques.
Lá atrás, a extrema-direita crescia à sombra da crise económica, das desigualdades e do medo.
Agora cresce de novo, alimentada pelas mesmas emoções, apenas com novas ferramentas — jornais e panfletos transformaram-se em redes sociais e algoritmos.
O palco mudou, mas os atores são parecidos.
O medo continua a ser a matéria-prima.
Medo do que é diferente, medo de perder espaço, medo de não ter futuro.
Esse medo, embalado em discursos fáceis, transforma-se em bandeira.
E as promessas soam suaves, quase como canções de embalar: dizem que basta entregar a liberdade em troca de segurança, que basta apontar o dedo a um culpado imaginário para que tudo melhore.
Parece simples, ... não é?
Mas a História mostra que é sempre um truque perigoso.
E no meio deste eco entre séculos, a música esteve sempre lá.
Quando a voz da rua foi silenciada, a música falou.
Quando o poder quis impor silêncio, a canção denunciou.
Quando tudo parecia fechado, a melodia abriu uma janela.
A música nunca foi só entretenimento — é memória, denúncia, resistência e, sobretudo, esperança.
É a lembrança de que, se não quiseres perceber, alguém vai escrever o enredo por ti.
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O tema desta semana é simples de dizer, mas difícil de encarar:
“Não Queres Perceber?”
Olhar para o mundo de 1900 a 1925 e depois para o de 2000 a 2025, é como folhear um livro antigo e reconhecer as mesmas frases sublinhadas, escritas noutra caligrafia.
A História tem esta mania de repetir os seus truques.
Lá atrás, a extrema-direita crescia à sombra da crise económica, das desigualdades e do medo.
Agora cresce de novo, alimentada pelas mesmas emoções, apenas com novas ferramentas — jornais e panfletos transformaram-se em redes sociais e algoritmos.
O palco mudou, mas os atores são parecidos.
O medo continua a ser a matéria-prima.
Medo do que é diferente, medo de perder espaço, medo de não ter futuro.
Esse medo, embalado em discursos fáceis, transforma-se em bandeira.
E as promessas soam suaves, quase como canções de embalar: dizem que basta entregar a liberdade em troca de segurança, que basta apontar o dedo a um culpado imaginário para que tudo melhore.
Parece simples, ... não é?
Mas a História mostra que é sempre um truque perigoso.
E no meio deste eco entre séculos, a música esteve sempre lá.
Quando a voz da rua foi silenciada, a música falou.
Quando o poder quis impor silêncio, a canção denunciou.
Quando tudo parecia fechado, a melodia abriu uma janela.
A música nunca foi só entretenimento — é memória, denúncia, resistência e, sobretudo, esperança.
É a lembrança de que, se não quiseres perceber, alguém vai escrever o enredo por ti.
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Hoje, vamos mergulhar num tema que, mesmo em silêncio, grita dentro de nós: a solidão num mundo hiperconectado.
Estamos ligados 24 horas por dia — telemóveis, redes sociais, notificações que piscam como faróis.
Mas… será que estamos mesmo juntos?
Entre likes e mensagens, há silêncios que não se apagam.
Silêncios que se instalam, que ecoam, que nos fazem perguntar:
Onde está toda a gente quando mais precisamos?
Vamos escutar esse silêncio.
Vamos dar-lhe voz.
Porque às vezes, o que não se diz… diz tudo
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Hoje, vamos mergulhar num tema que, mesmo em silêncio, grita dentro de nós: a solidão num mundo hiperconectado.
Estamos ligados 24 horas por dia — telemóveis, redes sociais, notificações que piscam como faróis.
Mas… será que estamos mesmo juntos?
Entre likes e mensagens, há silêncios que não se apagam.
Silêncios que se instalam, que ecoam, que nos fazem perguntar:
Onde está toda a gente quando mais precisamos?
Vamos escutar esse silêncio.
Vamos dar-lhe voz.
Porque às vezes, o que não se diz… diz tudo
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RB-O Resto é Barulho é um programa de rádio, que vai para o ar às sextas pelas 22 horas, na RCM, (Radio do Concelho de Mafra)
No "RB" todos os motivos são bons para recuperar, ou descobrir…
Viajamos todas as semanas por um tema diferente, que serve de base a duas horas de grandes recordações!
Realização e apresentação de Pedro Miguel.
Com a colaboração de:
Renato Ribeiro com o Pó de Palco
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