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Esta semana partimos de um tema quente: o processo movido pelos Anjos à Joana Marques.
Uma piada que virou tribunal
— e relembra que liberdade de expressão é servida com responsabilidade, mas sem medo de rir.
Risos na Corda Bamba.
Onde a gargalhada pode ser leve, mas a intenção nunca é leviana.
Esta semana trazemos um tema delicado, controverso e ... sim, necessário.
Quando Joana Marques satirizou a performance dos Anjos no MotoGP, provocou gargalhadas… e um processo judicial.
Onde começa a liberdade de expressão e onde termina o direito à crítica?
Quando um humorista vai a tribunal por fazer piadas, não estamos só a julgar palavras.
Estamos a testar os limites daquilo que podemos ou não dizer, e, mais importante ainda, de quem podemos ou não rir.
A sátira não é apenas gozo, é um espelho que distorce para mostrar melhor.
É desconfortável, claro!
Mas se o humor incomoda, talvez seja porque tocou em algo verdadeiro.
Hoje vamos caminhar por essa corda bamba.
E não vamos cair.
Porque rir não é crime.
Porque o silêncio, esse sim, tem destruído democracias inteiras.
Bem-vindos ao Risos na Corda Bamba.
Solta o riso, e o pensamento.
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Esta semana partimos de um tema quente: o processo movido pelos Anjos à Joana Marques.
Uma piada que virou tribunal
— e relembra que liberdade de expressão é servida com responsabilidade, mas sem medo de rir.
Risos na Corda Bamba.
Onde a gargalhada pode ser leve, mas a intenção nunca é leviana.
Esta semana trazemos um tema delicado, controverso e ... sim, necessário.
Quando Joana Marques satirizou a performance dos Anjos no MotoGP, provocou gargalhadas… e um processo judicial.
Onde começa a liberdade de expressão e onde termina o direito à crítica?
Quando um humorista vai a tribunal por fazer piadas, não estamos só a julgar palavras.
Estamos a testar os limites daquilo que podemos ou não dizer, e, mais importante ainda, de quem podemos ou não rir.
A sátira não é apenas gozo, é um espelho que distorce para mostrar melhor.
É desconfortável, claro!
Mas se o humor incomoda, talvez seja porque tocou em algo verdadeiro.
Hoje vamos caminhar por essa corda bamba.
E não vamos cair.
Porque rir não é crime.
Porque o silêncio, esse sim, tem destruído democracias inteiras.
Bem-vindos ao Risos na Corda Bamba.
Solta o riso, e o pensamento.
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Abro as portas de um museu sonoro muito particular.
Um espaço onde as canções não são apenas melodias, mas molduras, onde cada verso pinta um rosto, cada refrão devolve a uma personagem a sua voz.
Vamos mergulhar em “Retratos Falados”, um alinhamento de canções que contam histórias como quem descreve alguém que conhecemos bem demais, ou talvez nunca vimos, mas sentimos como nossos.
São biografias reais ou imaginadas, confissões sussurradas, cartas nunca enviadas, gritos abafados e memórias que resistem ao tempo.
Neste programa, cada música é um retrato falado!
Traços desenhados com palavras, emoções esculpidas em som.
De figuras célebres a personagens anónimos, de rostos públicos a dores privadas, o que une estas canções é a capacidade de transformar vidas em poesia.
Prepare-te para escutar rostos.
Porque hoje, o que ouvimos… são histórias com olhos.
Primeira Parte
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Abro as portas de um museu sonoro muito particular.
Um espaço onde as canções não são apenas melodias, mas molduras, onde cada verso pinta um rosto, cada refrão devolve a uma personagem a sua voz.
Vamos mergulhar em “Retratos Falados”, um alinhamento de canções que contam histórias como quem descreve alguém que conhecemos bem demais, ou talvez nunca vimos, mas sentimos como nossos.
São biografias reais ou imaginadas, confissões sussurradas, cartas nunca enviadas, gritos abafados e memórias que resistem ao tempo.
Neste programa, cada música é um retrato falado!
Traços desenhados com palavras, emoções esculpidas em som.
De figuras célebres a personagens anónimos, de rostos públicos a dores privadas, o que une estas canções é a capacidade de transformar vidas em poesia.
Prepare-te para escutar rostos.
Porque hoje, o que ouvimos… são histórias com olhos.
Segunda parte
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As rotas de fuga nem sempre são visíveis.
Às vezes, parecem um som no rádio do carro, noutras, são uma página arrancada de um caderno antigo.
Há quem fuja para a frente, quem fuja para dentro e quem fuja para longe.
Fugimos da dor, da rotina, da saudade, do caos.
Hoje percorremos trilhas sonoras que abrem buracos nas paredes da realidade.
E Saída de Emergência!
Primeira Parte
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As rotas de fuga nem sempre são visíveis.
Às vezes, parecem um som no rádio do carro, noutras, são uma página arrancada de um caderno antigo.
Há quem fuja para a frente, quem fuja para dentro e quem fuja para longe.
Fugimos da dor, da rotina, da saudade, do caos.
Hoje percorremos trilhas sonoras que abrem buracos nas paredes da realidade.
E Saída de Emergência!
Segunda parte
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Imagina um Portugal onde o Estado Novo nunca caiu.
Um país onde a censura é a norma, a liberdade de expressão é suprimida, e a modernidade é vista com desconfiança.
-A esperança média de vida era 69 anos em 1974
Na Europa Livre era de 75 anos
No dia de hoje é de 81,5
- A mortalidade infantil era de 37,9 por mil bebés
Na europa Livre era de 9,6.
Hoje é de 3,3 por mil bebés
-Só uma em cada quatro mulheres, sabia ler.
Na Europa livre 7 em 8 sabia ler
Hoje em Portugal só 4% da população não sabe ler.
-Os alunos inscritos no ensino superior em 1974 eram 58605.
Em 2024, 411995.
-Em 1974 a percentagem da população entre os 25 e 34 anos que concluiu o ensino superior era de 3,78%
Em 2024 41,42%
-A percentagem da população com água canalizada era de 47% em 1974
Em 2024 99%
A sério que embarcas na glorificação deste período?
Como seria viver num lugar onde o progresso é travado por ideologias ultrapassadas?
É isso que te quero mostrar!
“E Se a Porta Nunca se Tivesse Aberto?
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1995 foi um ano de transição e mudança.
Em Portugal, a alternância política trouxe novas esperanças, enquanto no mundo, eventos como o lançamento do Windows 95
e o sucesso de filmes como "Toy Story" marcaram uma nova era tecnológica e cultural.
Na música, géneros como o britpop e o hip-hop dominaram as playlists, refletindo a diversidade e a inovação da época.
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Hoje falamos da pressa.
Não da saudável, que nos tira da cama para apanhar o autocarro.
Mas da outra — a que nos devora.
Vivemos sob uma constante pressão para estar sempre um passo à frente: na carreira, no amor, na imagem, na opinião.
A vida passou a ter “deadlines” e “notificações” em vez de tempo real. Decidimos antes de pensar.
Respondemos antes de sentir.
A cultura do agora já, do tudo para ontem, transformou-nos em maratonistas de propósito incerto.
Mas o que é que perdemos com tanta pressa? A presença? A profundidade? A capacidade de escutar?
Hoje, neste programa, proponho travar.
Nem que seja por duas horas.
Porque parar, hoje em dia, é um ato quase subversivo!
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Vivemos num mundo onde o ruído substituiu o silêncio, e a ilusão grita mais alto do que os factos.
Hoje falamos de algo que está por todo o lado: mentiras e meias verdades.
Não, não é só na política.
É no marketing, nos media, nas redes sociais, nas empresas, nas relações.
Somos bombardeados por “narrativas”.
Há verdades embaladas, prontas para consumo rápido.
Mas o que acontece quando mastigamos meias verdades todos os dias?
Talvez nada.
Talvez tudo.
Lá mais para o final da primeira hora, Renato Ribeiro sobe à antena com o "Pó de Palco".
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Hoje falamos de algo que está por todo o lado: mentiras e meias verdades.
Não, não é só na política.
É no marketing, nos media, nas redes sociais, nas empresas, nas relações.
Somos bombardeados por “narrativas”.
Há verdades embaladas, prontas para consumo rápido.
Mas o que acontece quando mastigamos meias verdades todos os dias?
Talvez nada.
Talvez tudo.
Lá mais para o final da primeira hora, Renato Ribeiro sobe à antena com o "Pó de Palco".
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RB-O Resto é Barulho é um programa de rádio, que vai para o ar às sextas pelas 22 horas, na RCM, (Radio do Concelho de Mafra)
No "RB" todos os motivos são bons para recuperar, ou descobrir…
Viajamos todas as semanas por um tema diferente, que serve de base a duas horas de grandes recordações!
Realização e apresentação de Pedro Miguel.
Com a colaboração de:
Renato Ribeiro com o Pó de Palco
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