Tem muita gente que pensa que Faraó era o nome do rei do Egito. Mas não era não, sabia? Faraó não era um nome próprio. Era um título. Tipo: presidente, imperador, etc. Era, na verdade, o título oficial que se dava, pra os reis que nasciam no Egito, desde os tempos antigos até no tempo quando aquele país, o Egito, foi conquistado pelos gregos. Muitos estudiosos imaginam, amigo ouvinte, que esse nome, Pharaoh, que ele seja um composto assim de duas coisas.
Que seriam as palavras "rá" e "fé". Rá, na língua egípcia que eles falavam naquela época, significava "Sol", ou "deus-sol". E "fé", era um artigo, que se colocaria antes do substantivo "sol". No caso em português, a palavra "o". Então, de forma contraída, ou prefixada, a palavra Faraó, ou Pharaoh, viria a significar "O Sol", ou, "O deus-sol". Os Faraós eram homens que pensavam que eram deuses. Coitados. Morreram, e suas múmias são simplesmente peças de museus.
Quando não são coisa pior, como figuras de lendas ou então personagens hilárias das palhaçadas dos desenhos animados. Mas muitas vezes acontece isso com a gente mesmo. A gente não se enxerga. Olha que aí na leitura de hoje, que é Êxodo nove, o camarada vai da quinta praga à sétima praga, e ainda assim continuava resistindo ao verdadeiro Deus. Que coisa triste, quando uma pessoa não se enxerga, né? Enxergue-se, amigo ouvinte, com a iluminação da leitura bíblica de hoje.