Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo

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Reavivados pela Palavra – Áudios Novo Tempo episodes

  • Marcos 04
    Olá amigo ouvinte, é um prazer estar aqui mais uma vez pra falar com você. Olha só. Na leitura de hoje temos A Parábola do Semeador, A parábola da Candeia, Comparação do Reino de Deus com uma Semente e O Domínio de Jesus Sobre a Tempestade. A gente poderia dividir a leitura de hoje em três grandes blocos. Dessa primeira parte de Marcos 4, A parábola do Semeador, creio que as lições que a gente pode tirar são a de que Deus nunca obriga a ninguém, ou seja, Ele sempre permite que todas as pessoas tenham a oportunidade de rejeitar tanto a Ele quanto à sua oferta bondosa.Mas na realidade, o chamado de Deus pra nós é pra que a gente cresça na graça e no conhecimento dele. Na parte central do capítulo, do verso vinte e um ao trinta e quatro, quando Jesus compara o Reino a uma semente, pense bem um pouquinho. Quão pequena é a semente! Mas tem dentro de si uma energia que, uma vez despertada, traz vida e crescimento. E do terror sobre a água instaurado aí do verso trinta e cinco em diante, você pode tirar as lições respondendo, você mesmo, as seguintes perguntas: Que tipo de confiança em Jesus os discípulos tinham antes do episódio sobre o mar? E depois? Nesse evento, como se manifestaram tanto a humanidade como a divindade de Jesus? Encontre tudo isso, em Marcos capítulo quatro, e até amanhã.
    2 min
  • Mateus 28
    Se a história da ressurreição tivesse sido inventada, como mencionaria os onze discípulos na ocasião da prisão e da morte de Jesus, todos abandonando a Jesus, e fugindo, e, pouco tempo depois, todos eles, dando a vida por Jesus? Porque os escritores teriam incluído as mulheres, sendo que naquela época as mulheres não eram ouvidas? Agora, presta atenção na história que os soldados saíram contando, sobre a ressurreição: "Ah, os discípulos vieram a noite e roubaram o corpo, enquanto a gente estava dormindo". O que? Como eles sabiam que eram os discípulos, se eles estariam supostamente dormindo? E aquela enorme pedra teria sido rolada sem que eles acordassem? É muita ignorância, não perceber que para todo mundo daquela época seria muito mais cômodo ter um corpo e uma sepultura de um mártir do que uma vexatória conversa de ressurreição. Não era fácil falar sobre isso, nem pra os incrédulos nem pros discípulos. Como é que eles iam explicar isso, se Jesus nem aparecia pros incrédulos, no sinédrio ou no templo, mas só em pequenas reuniões daqueles que já criam nEle? De qualquer jeito, pra discípulo ou pra incrédulo, a conversa de que Jesus tinha ressuscitado era muito constrangedora. Então, o negocio era escolher de duas uma: continuar cada vez mais incrédulo. Ou sair do cenáculo, encarar a verdade e se colocar totalmente nas mãos de Deus. O quê que você faria se você estivesse lá naquela época? Leia Mateus 28.
    2 min
  • Mateus 27
    Amigo ouvinte, na leitura de hoje, está registrado o que os teólogos chamam de "o grito do abandono". "Abandono" traz a ideia de desamparo, de alguém deixado sozinho e necessitado. Nesse caso, podemos ver o senso de abandono da parte do Pai, experimentado por Jesus. As trevas que cercaram a Terra naquela ocasião simbolizavam o juízo divino; Jesus estava experimentando em Si mesmo as horríveis consequências do pecado e da completa separação do Pai. Em nosso lugar, Ele estava suportando em Si mesmo o juízo divino contra o pecado.  . Na cruz Jesus gritou Salmo 22:1 porque, de maneira singular, estava experimentando o que os seres humanos experimentam: a separação de Deus por causa do pecado.  Não se tratava de fingimento. Jesus suportou verdadeiramente a ira de Deus contra o pecado. A penalidade pelas nossas transgressões caiu sobre Ele e, assim, encheram Sua alma de consternação e pavor enquanto Ele suportava o peso da culpa, nossa culpa, sobre Si. Quão mau deve ser o pecado aos olhos de Deus, uma vez que foi preciso que um dos membros da Divindade sofresse a culpa e a punição dele, para que fôssemos perdoados! Contudo, mesmo em meio a esse horror, Jesus pôde clamar: "Meu Deus, Meu Deus!" Apesar de tudo o que estava acontecendo com Ele, Sua fé permaneceu intacta. Ele permaneceria fiel até o fim, a despeito do sofrimento, apesar do senso de ter sido abandonado pelo Pai. Fonte: LES 20/06/2016.
    3 min
  • Mateus 26
    Na leitura de hoje, amigo ouvinte, somos levados a uma reflexão sobre os momentos finais que Cristo passou em sua vida, que antecederam a morte dEle na cruz. O mundo, e até mesmo o Universo, começaram a enfrentar o momento mais crucial da história da criação. Muitas lições podem ser encontradas nos eventos que descritos em Mateus 26, mas uma que podemos destacar aqui é a da liberdade e do livre-arbítrio. Ao fazer a sua leitura, meu irmão, observe como os vários personagens usaram o grande e valioso dom da liberdade. Note as consequências poderosas e eternas que vieram do uso correto ou do uso incorreto desse dom. Pedro, Judas e a mulher com o vaso de alabastro, todos tiveram que fazer escolhas. Mas, acima de tudo, Jesus também teve que fazer escolhas, e a maior delas foi a ide ir para a cruz, mesmo que Sua natureza humana gritasse contra isso. A ironia é incrível: o dom do livre-arbítrio, do qual havíamos feito mau uso, trouxe Jesus precisamente àquele momento, em que Ele, usando Seu livre-arbítrio, teve que escolher se iria ou não nos salvar da destruição que nosso mau uso o próprio livre-arbítrio nos teria acarretado. É, meu amigo, conhecer e refletir sobre os eventos finais da vida de Cristo quebranta o egocentrismo humano, e convida a pessoa a aceitar a salvação e o companheirismo com Jesus. Então, não deixe de ler Mateus 26, tá?
    3 min
  • Mateus 25
    Muito bem, estamos aqui de volta para mais uma reflexão bíblica, e para mim, amigo ouvinte, é um prazer muito grande poder falar aqui com você sobre o capítulo do dia, que no caso de hoje, é o capítulo vinte e cinco do evangelho de São Mateus, né. Ontem, comentando o capítulo 24, eu falei com você sobre a volta de Jesus, que é o grande evento marcante que dará fim a esta história de mundo que estamos vivendo e iniciará uma nova história mundial. E quer você creia ou não, quer você queira ou não, isso vai acontecer, meu irmão. Então, o que nos resta é a necessidade que temos de nos prepararmos para a volta de Jesus, como podemos aprender nos versos um a treze de Mateus 25, sobre a vigilância quanto a isso, que podemos adquirir no nosso relacionamento com Jesus. E a parábola dos talentos, que tem aí dos versos catorze a trinta de Mateus 25, nos ensina, amigo, que . As habilidades especiais que o Senhor lhe deu devem ser aplicadas neste preparo para a volta de Jesus, sabia? É. E talvez você esteja se perguntando: "mas como?", né? Descubra fazendo a leitura de hoje, que termina trazendo também aí uma descrição do grande julgamento, que nos mostra que o ato de nós tratarmos os outros como se fossem o próprio Cristo é também uma maneira de aguardá-lo. Interessante, né? É a leitura de hoje.
    3 min
  • Mateus 24
    A nota tônica de Mateus 24 é a Volta de Jesus. Trata-se de um evento global, real, iminente e de data imprevista (Mateus 24:36). Portanto, torna-se imprescindível, o seu envolvimento com as preocupações que o abarcam. É por isto que a leitura de hoje é tão importante para você, na necessidade do preparo (Mateus 25:1-13), antes que aconteça o selamento do Espírito Santo, e a porta da graça se feche (Mateus 7:22-23; 25:11-12; Apocalipse 7:1-3. As habilidades especiais que o Senhor lhe deu devem ser aplicadas nisto (Mateus 25:14-30). Em Mateus 24 você pode conhecer os sinais no contexto do mundo religioso precedente à esta segunda vinda de Cristo. O declínio ético (Apocalipse 13) afeta até o "dom de profecia". E a advertência de Jesus no tocante aos falsos profetas no tempo do fim indica que neste mesmo tempo haveria profetas verdadeiros (Joel 2:28). Mas, nesta confusão religiosa, algo predomina, a fim de que você não termine desorientado (2Timóteo 3:15). Ainda neste capítulo, veja a descrição do quadro dominante no mundo moral. Compare os versos 38-39 com 1Tessalonicenses 5:2-3 e Daniel 2:32-35. Há esperança! A expressão "e os levou a todos" (verso 39) é, teologicamente, aplicada ao fim do Milênio (Apocalipse 20), quando ocorrerá também o fim da presença do pecado no Universo, com o extermínio total de toda impiedade (Lucas 17:29). Então, Mateus  24 é um resumo do anúncio existente em toda a Bíblia de que Jesus vai voltar.
    4 min
  • Mateus 23
    Olá meu querido ouvinte desta rádio maravilhosa, que transmite a verdadeira voz da esperança! Eu quero chamar a sua atenção pra que você não perca uma oportunidade. Eu estou falando da oportunidade de descobrir tantas coisas maravilhosas que tem na leitura de hoje, e também da oportunidade de receber, pro beneficio da sua vida, uma alimentação, um pão tão maravilhoso, um poder espiritual, que você pode adquirir, se você ler hoje,Mateus 23, que é especificamente sobre episódios acontecidos com Jesus, quando Ele viveu como homem no planeta terra. A leitura é muito gostosa de se fazer, e dela, qualquer um pode tirar grandes lições, grandes inspirações, pra sua vida. Aí, no capítulo 23, Jesus entra condenando a hipocrisia dos Fariseus e dos Mestres da Lei. E essa característica de Jesus tem efeito prático pra nossa vida na pergunta que eu quero fazer pra você. A sua religiosidade é autêntica ou hipócrita? O meu apelo é que, a partir das respostas a essa pergunta, você tome a atitude de realizar mudanças práticas em sua vida cristã. E daí, entendendo isso, nós podemos concluir a leitura de hoje, cuidando pra que o lamento de Jesus, de Mateus 23: 37 em diante, não sirva pro nosso chapéu. Vou orar por você, nesse sentido, ok, meu querido?
    3 min
  • Mateus 22
    Ontem eu perguntei aqui ao amigo ouvinte, se a sua religiosidade, é uma tradição, uma profissão de fé, ou um viver autêntico? O que as suas crenças têm a ver com as suas práticas? E disse assim que se você tiver dificuldades em responder a estas perguntas, não precisa pensar que as possíveis respostas estejam longe, porque elas na realidade não estão. Você não precisa ir à biblioteca, ao computador ou a um guru... não precisa de um defensor, um apologeta ou advogado, que lhe defenda. Não é necessário que se desgaste em uma busca cansativa, para apresentar um verdadeiro tratado que satisfaça tais questionamentos. Seria redundar na síndrome do teorismo morto. Você não conhece pessoas ao seu redor que têm filhos, cônjuge e pais? Como eles se relacionam? Como você se relaciona com eles? É dos relacionamentos que precisamos aprender de Deus, e através dos relacionamentos que devemos testemunhar de Deus. Você não convive em ambiente de trabalho, em seu cotidiano? Quanto de idoneidade pode ser visto neste sistema de serviço? Você transmite o quê, sobre a presença real de Deus em sua vida e na vida dos envolvidos? Você já lidou com dinheiro, fez negócios, comprou ou vendeu alguma coisa? Deu a César o que lhe era devido e a Deus o que Lhe pertencia? É nestas coisas corriqueiras da vida que a nossa verdadeira religiosidade está estampada (Mateus 22). Então, leia hoje Mateus 22.
    3 min
  • Mateus 21
    Conhece a seita da igreja "da boca pra fora"? Fica mais perto da sua casa, do que você imagina. É a tentação que temos de honrar a Deus com os lábios, mantendo-O longe do coração. "Perigo é ter você perto dos olhos, mas longe do coração". A religião só é realmente religião quando acontece na prática. Mas o maior paradoxo que Jesus enfrentou foi a carência desta praticidade na vida das pessoas, diante da teoria que lhes circundava. E o enfrentamento era porque o Mestre não era assim. Pelo contrário, era autêntico. Olhando por este prisma, você entende o Cristo, quando teatralizou o papel da entrada do Reino (Mateus 21:1-11). Quase todos os cambistas, vendedores, fregueses, frequentadores e oficiantes do Templo não conseguiam enxergar por este lado. Por isto se escandalizaram. Nem os discípulos conseguiam ter o pé no chão com equilíbrio. E isto fazia com que não conseguissem vislumbrar as montanhas atrás da figueira. E a sua religiosidade, é uma tradição, uma profissão de fé, ou um viver autêntico? O que as suas crenças têm a ver com as suas práticas? Não espante-se, por ser questionado. Jesus também o foi (21:23-27), de forma muito mais dura. E se você tiver dificuldades em responder a estas perguntas, não pense que suas respostas estejam longe, porque elas não estão. Elas estão ali onde você pode alcançá-las, na sua devoção pessoal, dedicando-se a orar a Deus e a ler Mateus capítulo 21.
    3 min
  • Mateus 20
    A pessoa que resolve fazer que nem criança e ficar de mal com outra pessoa, na realidade esta se matando, porque o ódio é um veneno que se prepara pro outro mas que fica corroendo somente dentro do próprio autor. Diz que certa vez, amigo ouvinte, duas vizinhas estavam em pé de guerra há muito tempo. Um dia, uma delas procurou a outra pra pedir que fizessem as pazes. A outra não acreditou muito, foi pra casa, preparou uma bela cesta por fora, cujo presente dentro era esterco de vaca. E deu o presente praquela que estava querendo fazer as pazes. Então, aquela que recebeu o presente, jogou sementes de flores dentro da cesta. E quando a cesta estava virada num lindo vaso de arranjo de flores, devolveu o presente para a outra que estava duvidando da possibilidade da paz entre elas. Já pensou, que atitude mais nobre? Tem hora pra perdoar, reconciliar, construir bons relacionamentos, nós precisamos de muita criatividade, concorda comigo? Pois é essa sabedoria que vemos em Jesus, na leitura de hoje: No capitulo 20 do evangelho de Mateus, aprendemos a como se relacionar no Reino de Deus e com o Reino de Deus. O que estamos realmente precisando é que Jesus faça conosco o mesmo que Ele fez com os dois homens do final de Jericó. Esse é o presente. Certo? Leia Mateus 20.
    2 min

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