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leituras em andamento e viagens.
falando altas merdas sobre dostoiévski e o homem do subsolo, mas ficou legal.
meus fracassos e bolaño. conheçam a editora munganga e leiam os detetives selvagens.
lançamos brazucas que valem a pena prestar atenção! vamo que vamo que o show não pode parar!
nos juntamos para conversar em tempos de isolamento e resolvemos gravar a conversa. deu nisso aí. em breve mais boletins.
2020 chegou, mas prolongamos 2019 num papo super cabeça com as amigas do Eu Não Sei Logaritmo! Confere aí!
Fala galera, beleza? Resolvemos falar um pouco de poesia e nada melhor que começar com Hilda Hilst, motivo dos nossos estudos mais aprofundados e de toda nossa admiração. Nesse programa colocamos uma síntese do nosso processo de entendimento da poética hilstiana como um todo e abrimos, para que se construa um diálogo e, quem sabe, alguém se interesse por ler Hilda! Acessem o www.rededeintrigas.com. E-mail para [email protected]. Nos procurem nas redes sociais por @rededeintrigas e @nuss.art. Até a próxima.
"Se a rua Beale falasse" é um livro dos mais curtinhos de James Baldwin e que virou filme em 2019. O ponto é: antes mesmo do filme, o nome de Baldwin martelou muito na minha cabeça durante 2019 e, finalmente, me rendi aos sinais e resolvi lê-lo. Há muito não recebo algo novo com tamanha potência. Baseado nisso, tentei elaborar uma linha narrativa que pega o bestseller pela tangente para tentar explicar essa potência toda e como, escrito em 1974, a leitura de Baldwin se encaixa perfeitamente nas construções narrativas de agora. E não, Baldwin não foi um artista a frente do seu tempo. Para reclamações, esporros, sugestões, desabafos e gritos de desespero, e-mail para [email protected]. Acessem nosso site www.rededeintrigas.com. Nos sigam nas redes sociais procurando por @rededeintrigas.
Afinal, qual a arte que você consome? Como você enxerga a arte? Quais os limites da nossa brasilidade para que nos apropriemos ou nos sintamos pertencentes à expressões culturais nordestinas, por exemplo? Qual o sentido da brasilidade, afinal? Pensando nessas questões levantadas de maneira subjetiva numa mesa com o poeta mineiro Ricardo Aleixo, trouxemos uma conexão com a literatura viva, uma leitura recente e inesgotável, de Roberto Bolaño em "A Literatura Nazista na América". Carlos Ramírez Hoffmann é o princípio e o fim de todo mal na arte e nosso tempo exige que estejamos atentos a outros Hoffmanns nos nossos meios. Qualquer dúvida, reclamação, sugestão ou desabafo para [email protected]. Acessem www.rededeintrigas.com. Nos sigam nas redes sociais @rededeintrigas. Até a próxima!
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