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O Blog do Labemus publica, nesta quarta-feira, o sexta episódio da série Bourdieu em Pílulas, de Gabriel Peters. Neste episódio, Peters trata do conceito de Poder Simbólico, tão caro à teoria do sociólogo francês.
Você pode acessar o texto no Blog do Labemus.
Créditos
Idealização: Gabriel Peters
Edição: Barbara Grillo
O Blog do Labemus publica, nesta quarta-feira, o quinto post e vídeo da série Bourdieu em Pílulas de Gabriel Peters. Nesse episódio, é apresentada a noção de campo, elemento central da sociologia do autor francês. Peters explora as suas características e suas relações com os demais conceitos. O campo é fundamental na leitura de Bourdieu do mundo social como espaços de posições ao delimitar diferentes esferas de disputa entre capitais, mas também áreas de atividade autônomas. Nesse contexto de competição, Peters expõe as diferentes formas de capital como meios e fins postos em jogo, bem como as principais estratégias no interior de cada campo.
Link do texto no Blog
Créditos
Idealização: Gabriel Peters
Edição: Barbara Grillo
Em sequência à série de Gabriel Peters sobre a obra e os conceitos de Pierre Bourdieu, publicamos o quarto episódio da série, que vincula a discussão do habitus com as noções de reprodução e mudança. Como de costume, o vídeo acompanha o texto no Blog do Labemus. Nesse episódio, Peters explora como Bourdieu concebe o social como algo que adentra e atravessa as subjetividades individuais. Nessa relação enquanto disposições duráveis, o autor possibilita uma análise da reprodução e da mudança.
Créditos
Idealização: Gabriel Peters
Edição: Barbara Grillo
O Blog do Labemus publica o episódio número três da série de vídeos e textos Bourdieu em Pílulas. Aqui, Gabriel Peters discute a célebre noção bourdiesiana de habitus, enquanto a ideia com que o autor trata a relação entre objetividade e subjetividade, bem como elabora a dimensão prática da racionalidade estratégica. No primeiro aspecto, está em jogo a interdeterminação entre os agentes individuais e as estruturas sociais. Já no segundo, é central a separação entre o exame teórico das condutas e propriamente seus motores reais na subjetividade, muitas vezes infraconscientes.
Acompanhando este vídeo, o terceiro texto da série no seguinte link
Créditos
Idealização: Gabriel Peters
Edição: Barbara Grillo
O Blog do Labemus traz o segundo episódio da série de vídeos e textos Bourdieu em Pílulas. Nele, Gabriel Peters analisa a formulação teórica de Bourdieu em direção a uma teoria prática, a praxiologia. Peters demonstra como o reconhecimento dos limites e das relevâncias das abordagens objetivistas e subjetivistas levou Bourdieu à formulação praxiológica ao entendê-la como síntese.
O texto está no link!
Créditos
Idealização: Gabriel Peters
Edição: Barbara Grillo
O Blog do Labemus (re)inaugura sua série Bourdieu em Pílulas com seu primeiro post: “Teoria e Pesquisa na Sociologia” da autoria de Gabriel Peters. Nesse texto, Peters explora a maneira que Bourdieu articula as dimensões teóricas e empíricas do fazer sociológico, considerando a sua interdependência para uma análise social concreta e para além do senso comum. Mais do que um princípio distante, Bourdieu realiza essa conexão ao longo de sua obra, orientando sua pesquisa empírica por discussões teóricas e informando sua teoria com os achados de campo.
Leia o texto aqui!
Créditos
Idealização: Gabriel Peters
Edição: Barbara Grillo
Neste novo episódio, Diogo Correa e Gabriel Peters discutem a partir de perspectivas caras à teoria social os temas da ignorância e da pós-verdade.
Em alguns pontos do nosso episódio de hoje, você vai notar um problema na nossa conexão naquele momento refletida nas conversas entre Diogo e Gabriel. Por isso, fizemos algumas pontuações para ajudar no entendimento:
14:06 – estilos paranoides ou conspiratoriais de interpretação do mundo de hoje
21:36 – não (“vai pensar não é que...”)
38:09 – sistema (“as coisas fazem sistema”)
Créditos
Concepção e apresentação: Diogo Correa e Gabriel Peters
Direção e edição: Barbara Grillo
Música tema: Grillo 蟋蟀 @ogtgrillo
Neste episódio, Diogo Silva Côrrea e Gabriel Peters discutem como a Teoria Social tem tratado os temas da genialidade e da criatividade.
Créditos
Concepção e apresentação: Diogo Silva Côrrea e Gabriel Peters
Direção: Barbara Grillo
Edição: Rodrigo Cantu
Música tema: Grillo 蟋蟀 / @ogtgrillo
Neste novo episódio, Diogo Correa e Gabriel Peters discutem a partir de perspectivas caras à teoria social os temas do hábito e da reflexividade.
Créditos
Concepção e apresentação: Diogo Correa e Gabriel Peters
Direção e edição: Barbara Grillo
Música tema: Grillo 蟋蟀 @ogtgrillo
Nesse 4º episódio, Diogo Correa e Gabriel Peters conversam sobre o tema das múltiplas concepções do self.
Na medida em que arranjos sociais dependem da conduta de agentes humanos concretos, não se faz sociologia sem se pressupor alguma “psicologia” no sentido amplo da expressão: uma concepção quanto à ação individual e seus motores subjetivos, a qual acarreta, por seu turno, uma teoria da subjetividade (sujeito, self, agente, psique etc.). Por outro lado, qualquer análise psicológica de indivíduos humanos reais tem de reconhecer que o social não existe somente fora dos indivíduos, mas também dentro e através deles, já que diferentes contextos sócio-históricos moldam diferentes “estruturas de personalidade” ou “formas de subjetividade”. O entrelace entre indivíduo e sociedade transborda para uma das questões centrais no exame da condição humana, relativa à unidade e à pluralidade internas da subjetividade. Sou um? Sou muitos? Sou um e muitos? Quando pressuponho que sou essencialmente a mesma pessoa que era dez anos atrás, é porque tenho a experiência íntima de um núcleo de identidade pessoal que permanece o mesmo a despeito das transformações pelas quais passo? Ou será que sou crédulo de minha própria ficção narrativa, ancorada em todos os dispositivos sociais voltados à confirmação da sua (i.e., minha) “realidade” (p.ex., fotografias, vídeos e carteiras de identidade)? O indivíduo que é tímido diante do seu chefe no trabalho, mas se torna autoritário na esfera familiar, permanece sendo o mesmo agente em ambos os contextos? Ou tratar-se-ia de um “mesmo” organismo biológico que, no entanto, encarna ou atualiza “agentes” diferentes em cenários também diferentes de ação? Em que medida a unidade e a multiplicidade do self são favorecidas pelas esferas institucionais e pelas tendências históricas da contemporaneidade? Finalmente, segundo nossas concepções éticas da boa vida, é “preferível” ser uno ou múltiplo? Ou estará a questão mal colocada?
Ao tratar do “self múltiplo” e de múltiplos conceito de “self”, o Resenhemus traz uma conversa sobre temas existenciais que enlaçam a sociologia, a filosofia e a psicologia em mais uma tentativa de dar sentido ao nosso presente.
Créditos
Apresentação e concepção: Diogo Correa e Gabriel Peters
Direção: Barbara Grillo
Edição: Rodrigo Cantu
Música tema: Grillo 蟋蟀 / @ogtgrillo
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