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Os micro acontecimentos, figuras que passam, a descoberta da vida das terras onde nascemos e trabalhamos. Um programa do jornalista Carlos Cardoso.
“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós. Hoje como entrevistada: Marília Pereira Belmonte.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
No programa de hoje troxemos-lhe… alguns dos acontecimentos… que ocorreram a 7 de Março … de diversos anos… uma pequena crónica da autoria de Margarida Davim e no final a habitual sugestão de leitura… tudo isto acompanhado de boa música portuguesa.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
A intenção deste programa é despertar, ou reavivar, o gosto pelo teatro radiofónico que teve a sua época áurea nos anos 50, 60 e 70 do século passado.
A Peça de hoje intitula-se – “Entre Acordes e lembranças ”.
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…
Um contador de estórias aprende a escutar e depois também contar. Estórias soltas, quebradas pela mudança das estações, pelo nascer, crescer e apurar um colher tal como na vida mágica da sementinha de Alves Redol, chorar, rir e caminhar na senda do nosso viver como nos ensinou Henry Thoreau.
Ser poeta no nosso país, nos dias de hoje, é um ato deresistência, face às políticas editoriais e aos hábitos de leitura, que não são famosos.
Joaquim Sustelo faz poemas desde os 12 anos, mas só depois de aposentado é que ingressou em grupos de poesia na net e passou a escrever com mais regularidade. O seu primeiro livro "Silêncio do Tempo" foi publicado em 2005 e de então para cá já são 39 as obras editadas, com a mais recente a ser apresentada no próximo sábado, na centenária Sociedade MusicalOdivelense.
É com Joaquim Sustelo que vamos percorrer os caminhos da sua notável obra.
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