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“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós.
“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós.
“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós.
“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós.
“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós.
“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós.
Um contador de estórias aprende a escutar e depois também contar. Estórias soltas, quebradas pela mudança das estações, pelo nascer, crescer e apurar um colher tal como na vida mágica da sementinha de Alves Redol, chorar, rir e caminhar na senda do nosso viver como nos ensinou Henry Thoreau.
Um contador de estórias aprende a escutar e depois também contar. Estórias soltas, quebradas pela mudança das estações, pelo nascer, crescer e apurar um colher tal como na vida mágica da sementinha de Alves Redol, chorar, rir e caminhar na senda do nosso viver como nos ensinou Henry Thoreau.
“Era uma Vez o Verbo” é um espaço onde se grita a poesia, onde se escrevem as imagens, onde se arquitectam as palavras, se lêem histórias, se ouvem poemas, ritmo e melodias, se constroem caminhos e percursos de vida, das vidas de pessoas comuns… idênticas a qualquer um de nós.
Um contador de estórias aprende a escutar e depois também contar. Estórias soltas, quebradas pela mudança das estações, pelo nascer, crescer e apurar um colher tal como na vida mágica da sementinha de Alves Redol, chorar, rir e caminhar na senda do nosso viver como nos ensinou Henry Thoreau.
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