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Neste episódio do Quanto Rende, apresentado por Leonardo B. Piveta, destacamos como o Brasil está indo contra a tendência mundial ao aumentar a taxa Selic, enquanto as economias desenvolvidas cortam juros. A China, por sua vez, anunciou um pacote robusto de estímulos para tentar revitalizar sua economia.
📉 Mercado: O Ibovespa recuou 3,08% e o CDI se destacou com o melhor desempenho devido à alta dos juros.
🌍 Cenário Global: O Federal Reserve surpreendeu com um corte de 50 pontos-base nos juros dos EUA, enquanto a China tenta salvar sua economia com incentivos fiscais e monetários.
🇧🇷 Brasil: Com a Selic em alta e a economia aquecida, o país enfrenta risco fiscal crescente, e o aumento de juros pode trazer recessão.
O episódio desta semana analisa a queda de 0,92% no Ibovespa e a cotação do dólar a R$5,46. No Brasil, o Boletim Focus não apresentou grandes mudanças, com a inflação de 2024 projetada em 4,38%. Nos EUA, o Payroll de setembro veio acima das expectativas, mas sem impacto expressivo devido à revisão negativa de 818 mil vagas. A agenda econômica está carregada com dados de inflação e a ata do FOMC. Na Ásia e Europa, o foco está nas vendas do varejo e produção industrial na Alemanha, e no aguardado pacote de estímulos da China. O Japão evita novos aumentos de juros, enquanto o preço das commodities, como o minério de ferro e petróleo Brent, dispararam 9% e 10%, respectivamente. O mercado brasileiro aguarda a divulgação do IPCA de setembro e os dados de vendas do varejo.
No episódio de hoje do Papo de Economia, analisamos os principais acontecimentos da semana que impactaram o mercado financeiro. O Ibovespa fechou em queda de 0,29%, enquanto o dólar foi cotado a R$5,43. Vamos falar sobre os ajustes nas expectativas da taxa Selic para 2024, o importante dado do Payroll nos Estados Unidos, as movimentações da China que agitaram o mercado de commodities e a inflação na Zona do Euro que pode surpreender.
📈 A China lançou um pacote de estímulos no valor de aprox. US$250 bilhões, impactando diretamente os preços das commodities, como o minério de ferro que subiu 13,7%. As ações da Vale e das siderúrgicas brasileiras reagiram com fortes altas, mas o cenário fiscal do Brasil continua no radar.
💡 O Banco Central ajustou suas projeções de inflação para cima, e o mercado já espera duas novas altas de 50 bps na taxa Selic nas próximas reuniões do COPOM. Quer saber como esses acontecimentos podem impactar seus investimentos e o cenário econômico? Então, confira este episódio completo!
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🎙️ No Papo de Economia de hoje:
🔻 Ibovespa fechou a semana em queda de 2,21%, enquanto o dólar recuou para R$5,51.
📊 Focus: Expectativa de alta na Selic para 11,50% em 2024.
🇺🇸 EUA: Fed cortou juros em 0,50%, e o PCE deve mostrar desaceleração do consumo.
🌍 Ásia/Europa: BC da Inglaterra e Japão mantiveram juros; China planeja estímulo de US$1,4 trilhões; Europa mostra atividade fraca nos PMI’s.
🛢️ Commodities: Minério de ferro caiu 3,2%, a US$89,80.
🇧🇷 Brasil: COPOM elevou a Selic para 10,75%. Taxa de desemprego deve ser 6,8%. Déficit do governo pode chegar a R$22 bi em agosto.
No episódio de hoje do Papo de Economia, vamos falar sobre o cenário econômico desta semana. O Ibovespa encerrou com leve alta de 0,23%, enquanto o dólar caiu para R$5,58. O Boletim Focus revisou o crescimento do PIB para 2024, subindo para 2,96%, com a taxa de câmbio agora em R$5,40.
Nos Estados Unidos, dados fracos do mercado de trabalho sugerem que o tão aguardado corte de juros será anunciado esta semana, com expectativa de redução entre 25 e 50 pontos base. Acompanhe também os números do varejo e produção industrial.
Já na Europa, o BCE cortou os juros em 0,25%, enquanto o Japão deve manter suas taxas inalteradas. O preço do petróleo Brent subiu 1,5%, fechando a US$72,15.
No Brasil, o foco está no COPOM, com expectativas de alta de 25 pontos base, elevando a Selic para 10,75%. Apesar disso, o IPCA de agosto apresentou uma leve deflação de 0,04%, oferecendo um sinal de alívio no controle da inflação.
Confira tudo isso e mais no Papo de Economia!
No episódio do Quanto Rende deste mês, apresentado por Leonardo B. Piveta, analisamos o desempenho da bolsa de valores brasileira em agosto, que foi impulsionada pela entrada de capital estrangeiro e uma alta de 6,5% no Ibovespa. Comentamos também as expectativas em torno do corte de juros nos Estados Unidos, liderado pelo Fed, e os impactos globais desse movimento. O episódio destaca ainda o cenário fiscal brasileiro, a indicação de Gabriel Galípolo para o Banco Central, e as tendências do mercado internacional, como a situação econômica na China e na Europa.
Ibovespa fecha a semana com alta de 1,08%, com o dólar cotado a R$5,49. O Boletim Focus revisa o PIB de 2024 para 2,43%, enquanto Powell sugere cortes de juros nos EUA. Na Europa, a queda nos preços dos combustíveis alivia a inflação. Minério de ferro sobe 8,9%, atingindo US$100/tonelada. O IPCA-15 indica desaceleração, mas o Banco Central segue cauteloso devido a dados de emprego. O Brasil, beneficiado por fluxo estrangeiro, vê o Ibovespa atingir três máximas históricas consecutivas.
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