Documentos que estavam sob sigilo, por ordem do ex-presidente Jair Bolsonaro, revelam que o ex-ministro da saúde, Eduardo Pazuello, avisou ao exército da sua participação no ato político em 2021. Na ocasião, Pazuello era general da ativa do Exército brasileiro, onde a regra proibe militares da ativa de participar de atos políticos.