Principal índice da bolsa fecha o semestre com 6,5% de alta acumulada. Em junho, ficou praticamente estável. Começou no embalo de maio, completando sequência de seis recordes e oito altas enfileiradas. Mas, terminada a primeira semana, o mercado foi se dando conta de que nem tudo na vida é PIB. E foram sendo minados os ganhos conquistados nos primeiros dias, entre incertezas sobre o destino dos juros, a reforma tributária querendo tungar dividendos e o presidente Bolsonaro acusado de prevaricação pela CPI da covid-19. O dólar, ao menos, seguiu caindo e foi parar abaixo dos R$ 5