Demorou, mas chegou o choque de realidade do mercado global. O Ibovespa seguiu o bonde e afundou. Enquanto ações eram turbinadas pela vacina da Pfizer, que já tem data para chegar ao Brasil, a covid-19 ganhava terreno. Por aqui, aliás, onde se teme a chegada de uma segunda onda sem nem mesmo termos abandonado direito a primeira, há ainda o risco fiscal para tirar o sono.