Santa Faustina nasceu em 1905, em Turek, na região central da Polônia e o nome Helena Kowalska foi dado em seu batismo. Filha de Estanislaw Kowalsk e Mariana Babel, tinha mais nove irmãos sendo a terceira filha.
Aos sete anos teve sua primeira experiência de escuta da voz de Deus e aos dezoito anos queria entrar para a vida religiosa, porém seus pais não lhe concederam permissão.
Pouco tempo depois, foi a um baile com uma de suas irmãs, mas não se sentia bem e viu Jesus com suas chagas ao seu lado pedindo que O seguisse.
Foi para um local mais silencioso e mais uma vez viu a Jesus lhe pedindo para entrar em um convento. E assim o fez por sua conta e risco levando apenas poucos pertences.
Em 1925, recebe o nome de irmã Maria Faustina, no Convento das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia em Varsóvia. Sua vida foi sempre de entrega e conversa constante com Jesus, pedindo e executando suas orientações que podemos encontrar em seus escritos, que se tornou o Diário de Santa Faustina, o relato de toda sua vida com suas conversas com Jesus, com suas angústias e sofrimentos e, também, com suas alegrias, e outras revelações como a Festa da Misericórdia, o Terço, a ladainha, a novena e a hora da misericórdia.
A santa sofreu por muitos anos com a tuberculose e isto a debilitou muito, porém sua devoção e dedicação lhe traziam forças para a oração.
Com apenas 33 anos faleceu em 05 de outubro de 1938, deixando um legado de orações, revelações, relatos, vivências místicas de muita profundidade e riqueza, apesar de sua juventude. Foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000.
Um dos pedidos de Jesus à Santa é que se instituísse o Segundo Domingo de Páscoa como o Domingo da Misericórdia, o que foi realizado e o celebramos.
Santa Faustina nos ensinou a confiar em Jesus e em Sua Divina Misericórdia e é isto que devemos levar adiante com todo nosso amor dizendo:
“Jesus, eu confio em Vós!”