São mais de 420 mil contaminados e quase 10 mil mortos em um ano de pandemia em Goiás. Mas a matemática macabra não despressuriza o ambiente político.
Pelo contrário, há ocasiões em que nitidamente a influência dobra a ciência, e a decisão de abrir e fechar atividades serve mais ao interesse de quem tem acesso ao poder do que à saúde da população.
A permissão para a abertura de templos religiosos, sem qualquer argumento científico mais sólido a diferenciá-los de outros empreendimentos chamados ao sacrifício, é um retrato desse jogo que não escapa ao olhar de Caio Henrique Salgado e Marcos Carreiro no episódio 103 do Giro 360.
Ouça aqui e tente não perder a fé na humanidade.
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