Organizado em 10 estados brasileiros, o Movimento Negro Evangélico (MNE) vem unindo pessoas de várias denominações religiosas em torno da luta contra o racismo e por justiça social, contribuindo para romper a estigmatização que associa as igrejas evangélicas com intolerância ou ultraconservadorismo.
Na Entrevista do Século, Iure Gramelich e Patrícia Gonçalves, integrantes da coordenação do MNE no estado do Espírito Santo, falam sobre os objetivos, debates estratégias do movimento, dos espaços de acolhimento proporcionados, dos discursos de ódio e do racismo e homofobia existentes dentro e fora das Igrejas, das religiões de matriz africana e outros temas.
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