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No texto, o Senhor Jesus revela que o nosso modo de medir a vida será aplicado em nós. Deus nos mostra que a nossa existência é composta de reciprocidade (algo que vai e volta na mesma intensidade) e reflexibilidade (ato de reproduzir ou repercutir). Ambos os conceitos estão bem presentes neste provérbio.
A Relação de Davi e Absalão não foi das melhores. Davi não foi um bom pai e Absalão, por sua vez, também não foi um bom filho. Aprendemos hoje que é importante ser um bom pai, mas, mesmo que o seu pai não tenha sido lá essas coisas, nada justifica você ser um péssimo filho e, consequentemente, uma péssima pessoa.
Infelizmente somos movidos a doar, muito pela ideia, mesmo que inconsciente, de que este gesto será recompensado sobretudo pelos homens. Isso, na verdade, não é doação. É barganha. Uma espécie de toma lá, dá cá, cuja pergunta chave sempre é: o que eu vou ganhar com isso? No texto, o Senhor ensina e incentiva a desenvolver um espírito desinteressado, que busca o bem sem visar vantagem ou lucro pessoal.
A grande ênfase aqui está na generosidade que deve marcar as nossas vidas. Em nossa caminhada, precisamos compreender que fazemos parte de um projeto soberano de compartilhamento mútuo, pois ninguém é tão pobre que não tenha nada para doar e ninguém é tão rico que também não precise de nada.
Todo mundo gosta de ganhar presentes. Mas há presentes que trazem responsabilidades. O nosso mestre tem nos dado presentes e junto com eles responsabilidades, compromissos e papeis que precisam ser assumidos com seriedade. Daí vem a essência do proverbio.
Assim como a Candeia só fazia sentido se funcionasse, ou seja, se fosse colocada no lugar alto para iluminar, precisamos e devemos funcionar como Deus quer. Infelizmente muitas pessoas não estas dispostas a fazer isso enquanto que, por outro lado, muitas pessoas tentam impedir aqueles que querem funcionar como Deus mandou. É preciso decidir ser luz e lutar com todas as forças para manter essa missão na vida.
A semente de fé de hoje nos leva a pensar que não fomos salvos por Jesus à toa. Existem propósitos e expectativas a nosso respeito. O nosso Senhor deseja que façamos a diferença no ambiente onde estamos assim como o sal faz diferença nos alimentos.
A humanidade está ameaçada pelo novo coronavirus e precisa encontrar a cura para este mal. Porém é preciso entender que existe uma doença ainda pior do que a COVID-19 que se chama pecado, a rebelião contra o criador, e é preciso compreender que Deus já providenciou aquele que seria a cura para esta doença chamada pecado: Jesus Cristo.
Jesus revela que a obra do Senhor é realizada por todos aqueles que estão comprometidos com o Reino, não necessariamente do grupo “a” ou “b” tudo porque não há partidarismo no Reino do nosso mestre. Aqueles que são por nós, que batalham a mesma batalha e sofrem na mesma luta estão conosco!
Neste provérbio Jesus propõe uma inversão completa da realidade. No mundo espiritual o homem é visto por Deus de maneira diferente. No mundo secular é comum acreditar que os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres; os primeiros sempre serão os primeiros e os últimos sempre os últimos, os nobres sempre sentarão na frente e a plebe sempre sentará atrás e os famosos sempre terão tapete vermelho na entrada e o cidadão comum não terá tapete nenhum. Mas o nosso mestre nos envolve num outro conjunto de valores através desse provérbio.
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