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Após a proclamação da República em 1889, a Assembleia Nacional Constituinte é instalada para a elaboração da primeira Constituição Republicana. Neste quinto episódio, Angelina desembarca em 1890 para acompanhar os debates sobre temas como o federalismo e a nova bandeira nacional.
Chegamos ao quarto episódio da audiossérie Senado 200. Angelina testemunha um dos momentos mais importantes da História do Brasil: a aprovação da Lei Áurea no Senado em 1888, que abole a escravidão em todo o território nacional. A partir daí, ela investiga momentos em que o Parlamento contribui para o avanço das pautas raciais, como a atuação de Abdias do Nascimento, primeiro senador autodeclarado negro do Brasil, e a discussão sobre as cotas nas universidades.
No terceiro episódio da audiossérie Senado 200, Angelina chega a 1867, em plena Guerra do Paraguai, para observar a Comissão criada pelo Senado para investigar gastos públicos no conflito. Foi a primeira vez que o Parlamento instaurou uma investigação nos moldes das atuais CPIs. O episódio passa por algumas das mais de 100 CPIs instaladas pelo Senado, entre elas a do Cimento, a do jornal Última Hora, a dos Anões do Orçamento e a da Covid-19.
A viagem de Angelina pelo tempo continua no segundo episódio da audiossérie Senado 200, com uma parada em 1830, quando D. Pedro I, às turras com os jornais que criticavam seu governo, tenta pressionar o parlamento para aprovar uma Lei de Imprensa e restringir a liberdade de expressão. A repórter testemunha o momento histórico em que o Senado, nos seus primeiros anos de existência, derruba os planos do imperador de amordaçar a imprensa.
No primeiro episódio da audiossérie Senado 200, Aníbal, o locutor da Rádio Senado, chama a repórter Angelina para uma missão inusitada: viajar no tempo e testemunhar 15 momentos importantes da história do Senado. A jornada começa em 1824, quando a primeira Constituição brasileira determina as diretrizes para a criação do Senado. Angelina chega um ano antes, em 1823, e presencia a Noite da Agonia, quando o imperador D. Pedro I envia tropas para dissolver a Assembleia Constituinte. Depois ela ainda vai até 1826, com a posse dos primeiros senadores e o início dos trabalhos no Palácio do Conde dos Arcos, no Rio de Janeiro.
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