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No clima da Páscoa e do show do Death to All, o Solada relembra o show-tributo para Chuck Schuldiner e especula.. quais artistas ou bandas gostaríamos de trazer para a vida novamente?
Para alguns é o único disco sem o Neil Peart, mas para a história é o primeiro disco do Rush. Lançado em 1974, era uma versão canadense do Led Zeppelin e da invasão britânica, mas com sementes do que iria explodir ainda mais no futuro. O Solada comemora esse aniversário viajando no tempo.
Seria o Judas Priest o vovô garoto do metal? No mesmo ano que seu primeiro disco completa 50 anos, Invincible Shield é lançado sem dever nada para o passado. O Solada olha faixa por faixa, conectando o presente com elementos do passado.
Depois de muitos anos sem um disco solo novo, Bruce Dickinson lançou The Mandrake Project, dias depois de Blaze Bayley e seu Circle of Stone. O ouvido crítico do Solada disseca os discos nesta edição.
Ihsahn, um dos músicos mais criativos do metal, lançou dois discos praticamente 30 anos depois que o primeiro disco do Emperor foi lançado. Aproveitamos a ocasião para entender porque In the Nightside Eclipse é tão importante e abrir a sua cabeça para ouvir Ihsahn, um disco sem medo de ser progressivo e pesado ao mesmo tempo.
Um Black Sabbath amargurado e um Dio mais amargurado ainda. Resgatamos dois discos que completam 30 anos, o Deus do metal agressivo em Strange Highways e um Cross Purposes que tentou uma volta ao passado para soar hard rock.
O disco Burn, do Deep Purple, completa 50 anos neste fevereiro e o Solada analisa o clássico faixa por faixa. Neste episódio, cantamos ao vivo e descobrimos que a versão nacional vendida baratinha online é pirata. Em tempo, a música do Gil citada pelo esquecido do Pase é “Vamos Fugir”, que seria chamada de “Gimme Your Love”.
No final do primeiro mês do ano, o Solada destaca seis discos (e mais dois pitacos) para ficar de olho. Falamos de Inter Arma, Judas Priest, Ghost, Bruce Dickinson, Pallbearer e King Diamond.
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