
Sign up to save your podcasts
Or


Rocka Rolla, o primeiro disco do Judas Priest, completou 50 anos neste setembro. Marcado por uma gravação sofrida e um contrato pior ainda, ganhou uma versão remixada “do zero” a partir das faixas originais por Tom Allom, produtor da era gloriosa oitentista do grupo inglês. Apesar disso, segue fora das plataformas de streaming por aqui. Voltamos 50 anos no tempo com a versão atual – e descobrimos o que o fade out escondia.
Um dos lançamentos imprevistos para este ano, e que mesmo assim nos deixou esperando, Luck and Strange é um interessante balanço da vida de David Gilmour. Mais próximo de On an Island do que do próprio Floyd e de Rattle that Lock, é um disco que apresenta novas ideias, mas da sua maneira. Dissecamos o disco e ponderamos sobre o atual estado do Floydverso.
30 anos depois da sua primeira edição, o Monsters of Rock anuncia a sua volta. Repassamos as escalações das edições passadas e especulamos quem poderia aparecer no Brasil no ano que vem. Aproveitamos para falar bastante sobre as mudanças no Summer Breeze Brasil, agora chamado Bangers Open Air.
Em 2004, Ashes of the Wake, terceiro disco do Lamb of God, e Leviathan, segundo do Mastodon, abriam caminho para uma nova onda do metal americano. Enquanto uma reciclava o thrash e o death, apadrinhada por Alex Skolnick, a outra banda reciclava Iron Maiden e Motörhead, entre outros, para capturar a sua baleia branca do sucesso. Dois discos que marcaram uma nova rota do metal no seu tempo – e ainda renderam um dos episódios mais curiosos da imprensa brasileira. Em tempo, não estranhe que um interfone toca durante o episódio.
Há 30 anos atrás, o Savatage juntava os cacos após a morte de Criss Oliva. Praticamente um álbum solo de Jon Oliva, Handful of Rain é o momento que a banda começa a mostrar o que seria a segunda parte da sua carreira. É também o marco zero do que viria a nascer como Trans-Siberian Orchestra mais adiante. E, em um momento de favoritos do podcast, é o único disco de estúdio com a presença de Alex Skolnick nas guitarras. O episódio 43 do Solada praticamente vira o disco do avesso.
O vocal característico de Steven Tyler enfim cobrou seu preço. O Aerosmtih anunciou que pendurou as chuteiras das tours e aproveitamos para repassar os melhores momentos da banda de Tallarico e Pereira. A ordem da conversa parece um pouco filme do Tarantino, mas optamos por esse caminho para valorizar os últimos três discos no final da conversa mesmo.
É Gojira nos Jogos Olímpicos de Paris, é Gojira no New York Times, é Gojira anunciado no Wacken com drones e é Gojira em vídeo religioso. É a banda do momento e o Solada aproveitou para repassar a carreira, olhando para os discos mais “clássicos” e o recente Fortitude.
Dois clássicos absolutos do metal completam 40 anos neste ano e comemoramos de uma maneira diferente. Colocamos Ride the Lightning, o segundo MetallicA, diante de Powerslave, o quinto Maiden. Sim, pendemos mais para o disco dos americanos e explicamos o porquê nesse episódio – e vamos tentar parar de falar dessas duas bandas por algum tempo.
Depois de uma breve parada, a segunda temporada do Solada começa recuperando uma pauta que não poderia ficar de fora do programa. Comentamos a escalação do Knotfest 2024, discutindo as bandas que foram escaladas – e também quem poderia ter pintado na edição deste ano do festival.
O que o Crypt Sermon tem de errático na sua carreira tem de excelente. The Stygian Rose, seu terceiro disco, saiu na última semana e a mistura de Candlemass com Nevermore, junto de outros ingredientes, rendeu um forte concorrente ao posto de disco do ano no Solada. Dissecamos o disco e explicamos o porquê disso. E não, não é a parte dois sobre os tributos.
From the publisher's feed