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“The Last Will and Testament” não é apenas a volta do Opeth aos tempos de vocal gutural. Cada vez mais prog do que metal extremo, é um musical de Mikael Åkerfeldt em forma de álbum, no estilo da Trans-Siberian Orchestra. Dissecamos mais esse lançamento, pontuando porque talvez ele não seja tudo isso para alguns ouvintes.
No outono de 1994, três discos de thrash metal foram lançados em um momento importante para o estilo. Enquanto o Slayer tentava repetir o passado em Divine Intervention, o MegadetH imitava Alice in Chains com Youthanasia e o Testament juntava seus cacos para compor Low. Neste episódio, discutimos o momento de cada um desses discos, também olhando suas importâncias ao longo da trajetória das bandas.
Entre The Warning, primeiro LP, e Promised Land, o Queensrÿche deixou de ser uma resposta americana ao Maiden e Priest para ganhar o público e também ser um pouco cabeça. Um disco foi lançado em 1984, enquanto o outro saiu em 1994, e lado a lado reforçam como a banda foi polindo o seu som, sem gastar notas nem tempo do ouvinte – e lembrando muito um certo Pink Floyd.
Falamos que faríamos um episódio para um disco importante para nós e esse dia finalmente chegou. March of the Saint, primeiro álbum do Armored Saint, completou 40 anos, cada vez melhor com o passar do tempo. Neste episódio repassamos o disco e comentamos porque tinha tudo para dar certo... mas terminou como um disco que não consegue mostrar todo o potencial que a banda tinha – e felizmente ainda tem, apesar de tudo.
Passada a euforia pós-volta do Savatage, o Solada analisa um por um as bandas do Monsters of Rock 2025. Discutimos o momento de cada banda e especulamos um pouco sobre o que gostaríamos de ouvir no ano que vem de Stratovarius, Opeth, Savatage, Queensrÿche, Europe, Judas Priest e Scorpions.
Sim, você não leu errado. Ok, nem nós acreditamos ainda, mas o Savatage está de volta. A banda estava em um hiato e tínhamos parte dela em uma versão deluxe na Trans-Siberian Orchestra, mas que infelizmente não toca por aqui. Comentamos sobre o melhor anúncio já feito na história do Solada, além de repassar a morte de Paul Di’Anno, Knotfest e Paul McCartney no Brasil.
Ok, o Solada é naturalmente empolgado com bandas de metal malucas e que resolvem ousar, mas Absolute Elsewhere saiu quebrando fronteiras. A base do metal extremo é levada para outro planeta, literalmente, a partir de momentos de puro rock progressivo e que fazem todo o sentido na viagem proposta. Dissecamos o monstro para você também embarcar junto nessa.
O Dream Theater lançou o seu primeiro single da volta de Mike Portnoy bem quando “Awake” completou 30 anos. Tornou-se perigoso ouvir uma banda no auge quando ela tenta voltar ao que fora em outros tempos. Dissecamos o trintão e aproveitamos para comentar um pouco sobre “Night Terror” e “Parasomnia”.
Pit Passarell, uma das principais cabeças do metal nacional, faleceu vítima de um câncer. Um dos motores do Viper, pensava para além do metal, mesmo que isso não fosse bem compreendido. Repassamos a discografia do Viper, conectando cada disco com o momento do rock e do metal – e sim, ainda defendemos o Tem Pra Todo Mundo.
Lampião Rei, segundo álbum dos paraibanos do Papangu, é um dos discos mais criativos do ano. Ao seu estilo, fundem black metal, Hermeto Pascoal, Frank Zappa, Gentle Giant e Magma em uma liga única. Explicamos como as mudanças na banda foram moldando esse som com uma identidade própria, além da tradicional dissecada faixa por faixa.
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