Sons da Caminhada

Sons da Caminhada

By Raíra RodriguesArtsDesign
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Sons da Caminhada episodes

  • Mariana Albuquerque

    A Mari é uma amiga muito especial que fiz na pós-graduação, já a admirava de longe pela faculdade, mas só criamos intimidade e pudemos trocar melhor a partir da especialização. Esta mulher é uma das pessoas que mais admiro na vida, tanto na área profissional quanto na leveza para olhar a vida através da arte. Professora, desenhista, artista, brincante, pirritota, essas são as palavras que me vêem a cabeça quando penso nessa sagitariana raiz. Conversar com ela foi incrível, matei levemente a saudade ao passearmos através de seus Sons da caminhada por temas como: infância, desenho/arte, relação com o avô, liberdade de ser boba/criança; relação com São Paulo, o tornar-se professora de Educação Física, e diversidade;  família, identidade sexual, religião, posicionamento e máscaras sociais que criamos; dizer "não", equilíbrio, cuidado para não "adultecer", trocas de afeto através do desenho,  lidar com expectativas sobre o outro e produção artística.

    Essa conversa me emocionou demais, muita gratidão pela sensibilidade da Mari na escolha e na explicação de cada música. É perceptível a entrega dela para a proposta do Sons da caminhada, foram muitas histórias e reflexões, e por ter vivido isso me sinto extremamente presenteada. Espero que vocês consigam se sentir abraçados por essas músicas também, até mais. Raíra


    2 hr 16 min
  • Rebeca Letieri

    O 11º episódio do Sons da caminhada foi com a Rebeca Letieri, uma amiga muito querida que conheci através do Douglas Nascimento. Esta deusa é um jornalista muito admirável, mas além do amor pela comunicação, quando penso na Rebeca lembro de paixões bem marcantes como desenho, fotografia e a dimensão política da vida. Essa mistura da sensibilidade da arte com a dureza do mundo político vai emoldurar um pouco a nossa conversa desse episódio. Os temas que as músicas da Rebeca tocaram giraram em torno de: infância, relação com pai e afetos; conflito geracional e família, independência, amadurecimento político e a universidade, educação pela arte e diálogo; intercâmbio, celebração e renovação, experiências novas após término de namoro; esperança, política, ansiedade e ansiedade, crise existencial devido ao peso do trabalho na vida, e para finalizar a conversa um papo sobre o incômodo antecede a transformação e o amadurecimento. Todos esses pontos foram muito ricos pra mim, mas em especial o ultimo, gostei bastante de saber que esse também é um processo pra Rebeca, me senti acolhida. Espero que vocês também se sintam abraçados por esse diálogo sobre a travessia da minha querida amiga, até mais, Raíra. :)

    1 hr 36 min
  • Ariana Rocha
    Neste décimo episódio do Sons da caminhada, convido um presente que recebi em 2020. Ariana é uma bahiana com sangue do sertão, IMAGINA um sotaque apaixonante, é o dela. Ariana além de ser professora, nordestina, mãe, e militante, esta deusa é uma mulher terapeutizada. Ficou perceptível nos sons da caminhada de Ariana, o quanto ela está atenta em seus processos e na sua relação sensível com a própria história. O repertório musical dela trouxe conversas sobre: reproduções e modificações da educação familiar, dimensão política da vida; verbalização passiva-agressiva, silenciamento da mulher através do estigma de "louca", ausência paterna e relacionamentos amorosos (heterossexuais); militãncia, processo depressivo, maternidade, sentimento de inadequação, educar para a liberdade, pandemia e adoecimento psicossocial; docencia, espiritualidade, viagem, perspectiva de futuro através do presente e coletividade. Essa conversa me fez visitar um dos raros momentos de felicidade plena que tive em 2020 que foi a Bahia. Gratidão Ariana por essa conversa, por você topar trazer sua história musicada para todos nós. Até mais, Raíra :)
    2 hr 14 min
  • Beatriz Pereira
    No 9º episódio de Sons da Caminhada converso com uma amiga incrível. A Beatriz é uma professora de Educação Física excelente que conheci na UFRJ através do PIBID, e do Projeto de Extensão universitária relacionado a lutas que fazemos parte juntas: o Lusco Fusco. Mas, que ela é extremamente competente em tudo que faz, as quadras e salas de aula da educação brasileira já sabem... O que eu não sabia, era da doçura que compõe a trajetória desta irmã de sobrenome. O clichêzão: "judoca que luta no tatame e fora dele" se encaixa muito bem para esta mulher, que cada vez mais transborda seu lindo processo de amadurecimento. Os processos da Bia e seus sons da caminhada fizeram a gente percorrer por assuntos como: Racismo e o esporte de alto rendimento; culpa; pedir ajuda e terapia; saber se impor; alegria, autopercepção, demonstração de amor, amizade; transição capilar, referências de identidade negra, autoestima da mulher negra, arte, música e relação com os sentimentos. Essa conversa fez eu me sentir mais conectada com a Bia, para além da experiência em comum do Judô, da docência e da negritude, pois me fez enxergá-la como uma mulher em sua busca de autoacolhimento e autocuidado. Que conversa inspiradora! Só aumentou ainda mais minha admiração por ela, que a gente consiga cada vez mais se encontrar na arte, Bia. E, que os ouvintes se encontrem ao menos um pouco nessa sua caminhada encantadora. ~AVISO da vez~ Acabamos com o eco, mas temos uma furadeira de fundo em alguns momentos desse episódio :p Desgurpem o transtorno: vizinhos em obra. Até mais, Raíra
    1 hr 38 min
  • Guilherme Castro (Shock)
    O Guilherme Castro, mais conhecido como Shock em referência ao super-herói do desenho animado, é o convidado do 8º episódio do Sons da Caminhada. Conheci este maravilhoso no ensino médio. Já o xinguei muito nas quadras do lendário HM (Colégio Estadual Profº Horácio Macedo). Mas quem conhece este mlk, sabe que seu carisma está muito além das quadras de futebol. Ele conquista todos por onde passa com a sua extroversão, bom humor, beleza e sagacidade. O Shock mostrou nessa conversa que não tem malemolência só nas noites cariocas, a sua desenvoltura passa também por muita autopercepção sobre sua história e as pessoas importantes que emolduram a sua vida. Os sons da caminhada do Shock trouxeram assuntos como: Relacionamento com avó; demonstração de afetos em família; sabedoria ancestral; sobrecargas/abdicações femininas e ausência paterna; masculinidade e criação; boemia, hipersexualização do corpo negro e relações superficiais; referências pra identidade; Bahia, Ilê ayie, conexão com a consciência racial; resgate histórico, racismo no Brasil; paternidade, dores da infância, ódio e amor. Fiquei muito feliz com essa conversa, de perceber outras facetas do Shock, através desse diálogo entre Guilherme e o Super Shock. Me identifiquei muito com vários processos deste rapaz, espero que vocês de alguma forma também se sintam acolhidos com essa troca, como me senti. Aviso: minha voz saiu com um pouco de eco por causa do quarto vazio devido a reforma. Até mais, Raíra. :)
    1 hr 35 min
  • Caíque Gueri
    No sétimo episódio de Sons da Caminhada convido o querido Caíque Gueri. Este canceriano fofíssimo além de ser professor de matemática, é um ritmista incrível que já frequentava os furdunço cariocas desde a barriga da mãe. Hoje reina pelo RJ com sua com sua caixa, fora outros instrumentos que também sabe tocar. Como um bom cria da baixada fluminense, Caíque traz pra gente sua visão de experiências muito cariocas como o funk da Era da Furacão 2000, torcida organizada e carnaval. Toda essa conversa perpassou dois marcadores bem definidos em sua trajetória: recortes de classe e raça. Através das canções que compõem a história de Caíque, caminhamos com um olhar bem afetivo para questões como: dança, pertencimento, identidade; herança afetiva, relação com avó, torcida organizada; Viagem para fora do Brasil e racismo; disputa de samba enredo, pertencimento racial, mercantilização do desfile de carnaval, resistência cultural/instrumental. Este papo foi de muito aprendizado, com direito a dever de casa sobre sentir a bateria das escolas de samba no corpo. Por falar nisso, deixarei abaixo o link que o Caíque recomendou na live. Agradeço demais a este rapaz pela troca, e por topar compartilhar suas paixões com a gente. Uma questão importante é que no início da live o áudio ficou bem ruim, mas depois ele melhora, eu juro, não desistam no meio do caminho e desculpem o amadorismo haha. Até mais, Raíra.
    Bateria da Mangueira 2019 - (https://www.youtube.com/watch?v=b6oWM4EvgOA&list=PLYy_Y-KGHNZ8xlzsLEf7qbO5nc_c5lOLa&index=4)
    Do Funk ao Funk Carioca Episódio de História Preta -
    (https://open.spotify.com/episode/5ubIRz4MX8WYbCp9GRMeSC?si=OzOZX92yRZiRJgfVgLsWgA)
    2 hr 12 min
  • Douglas Nascimento
    No sexto episódio do Sons da Caminhada convido meu amigo Douglas Nascimento para dividir suas experiências com a gente. Este rapazito é um ser muito especial, minhas memórias mais antigas sobre ele me levam de volta ao Ensino Médio. Grandes roteiros teatrais vindos desta mentezinha criativa mobilizam meus registros mentais sobre as peças de Filosofia na escola. Sua comunicação, imaginação e capacidade de roteirizar histórias incríveis fez do Douglas uma pessoinha muito sensível e carismática. Neste episódio foi possível perceber um pouco de toda essa apresentação que trouxe aqui, e muito mais. Os temas de nossa conversa mergulharam em assuntos como: traição amorosa, inteligência emocional, covardia; liberdade/confiança, criança interior, ditadura da felicidade; transtorno de ansiedade, medo, perfeccionismo, controle; empatia, aceitação, autoacolhimento e autonomia. Confesso que a trajetória Douglas é recheada de profundas autoreflexões, e por isso, fiquei em um papel delicadíssimo de tentar descrever aqui essa nossa conversa. O movimento de compreender a própria história através da música já era algo familiar ao Douglas. Assim, ele trouxe bastante consciência para todos os temas que passeamos. Estou muito orgulhosa dessa conversinha que tivemos, e acredito que vocês vão curtir bastante. Até mais, Raíra.
    2 hr 14 min
  • Vivi Tavares
    Neste quinto episódio do Sons da Caminhada convido minha amiga Vivi, uma comunicadora e designer, moradora de São Paulo que também é ex-atleta de ginástica rítmica, yogi, militante de meditação, além de ser a dona da gargalhada mais contagiante do mundo, também é digital influencer nas horas vagas. A Vivi veio contar pra gente quais sons marcaram sua trajetória nesta vida. A conversa passeou por temas como: Diferenciação do outro; Contemplação das pequenas alegrias da vida adulta; Autoconhecimento e potência interna; Autocompreensão: caber ou não caber nas relações; Aceitação da inconstância dos processos; Aprender a acolher a tristeza e o luto pela perda da vida que tínhamos antes da pandemia. Como vocês podem perceber pela descrição, o papo por aqui continua bem profundo, e a Vivi com sua extroversão e reflexões terapêuticas conseguiu fazer, apesar dos temas intensos, a conversa ficar bem leve. Sai desta live me sentindo muito mais próxima da Vivi, e acolhida nas minhas angústias, que são super parecidas. Agradeço demais por ter divido suas experiências com a gente Vivi, e espero que vocês gostem! Até mais, Raíra.
    1 hr 19 min
  • Felippe Stellet
    Chegou o episódio mais pedido desde a estréia de Sons da Caminhada. Só porque todo mundo adora um cheirinho de romance no ar, trouxe meu love Felippe Stellet para falar dos seus processos e músicas. Mentira, não é só por causa do amor que mobiliza qualquer audiência, o Felippe é um grande admirador da música enquanto arte encantadora do cotidiano. Apesar da sua famosa resistência com lives e chamadas de vídeos, o Felippe topou encarar essa conversa ao vivo que transformei amadoramente em podcast. Além de ser o amor da minha vida, o Felippe é um homem muito inteligente e sensível, que tem uma relação intensa e constante com as artes e produções culturais de uma maneira geral. Assim, ele trouxe de peito aberto um pouco dessa visão apaixonada para a nossa conversa. O papo atravessou temas como: tornar-se negro e cultura popular; acreditar no próprio potencial e na força da coletividade; resistência política pela arte e esperança; além é claro, do brincar o carnaval. Felippe também explicou um pouco sobre como os artistas que ele decidiu trazer o auxiliaram a enxergar a relação entre o Carnaval, a folia, a militância e a disputa de uma cidade acessível a todxs. E assim, viver a cidade como um ato político através da cultura e da arte. Esse encontro pra mim foi como sempre me sinto ao conversar com o Felippe: apaixonada, leve e saindo sabendo mais do que quando cheguei. Te desafio a ouvir esse episódio e não se sentir apaixonadx por esse rapazinho todo embasado por seus afetos. Até mais, Raíra.
    1 hr 10 min
  • Paula Baião
    Neste terceiro episódio da live convido a Paula Baião para uma conversa sobre músicas e seus processos. Paulinha é uma amiga muito maravilhosa, parceira fiel para viver os carnavais do Rio de Janeiro. Entrar em contato com a sua playlist me trouxe memórias incríveis nossas juntas, o quanto aproveitamos as ruas em liberdade há meses atrás. Consegui matar uma saudade de sua companhia sempre alto astral, divertida, sensata e inteligente. As músicas que a Paulinha escolheu demonstram uma sabedoria autoreflexiva, além de uma grande maturidade. Os processos dela levaram a nossa conversa a debates sobre amadurecimento, romantização da dor, viver no "automático", conquista de liberdade e felicidade. Fiquei muito grata por essa conversa, e muito feliz de dividir esse momento com mais pessoas. Se você gosta de MPB, dá uma conferida nesse papo, e até mais! Raíra. :)
    1 hr 1 min

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