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Há muito tempo, numa aldeia insignificante chamada Nazaré, teve lugar o maior acontecimento de toda a História, Uma mulher recebeu a maior mensagem jamais ouvida na terra. Uma mensagem e um pedido contrários a toda a lógica e razão. Ela confiou em Deus e disse «Sim», porque para Ele, nada é impossível. A sua resposta não deve ter sido tão fácil como parece à primeira vista. Quando Maria respondeu a Deus dessa maneira, sabia o perigo que corria. Ao estar comprometida com José, teria de explicar-lhe que a criatura que trazia no seu seio, era do Espírito Santo. Acreditaria ele nessa história? Que aconteceria se não acreditasse nela? Seguramente iria repudiá-la por pensar que havia cometido adultério. E embora fizesse isso em segredo, mais tarde ou mais cedo as pessoas dar-se-iam conta do seu embaraço e vendo que não estava ligada a ninguém, iriam apedrejá-la ou queimá-la-iam viva como era costume, segundo a lei. Todavia, Maria confiava em Deus. «… Faça-se em mim segundo a tua palavra». Ele pediu-lhe consentimento para vir a nós e Ela consentiu com simplicidade e humildade. Há muito tempo, numa aldeia insignificante chamada Nazaré, pelo sim de uma mulher, Deus entrou na nossa terra. Também hoje, se nós dissermos sim a Deus, à sua vontade, à sua palavra e confiarmos contra todo o prognóstico, entrará no nosso coração. [...] Maria, Mãe do Sim, o teu exemplo me fascina, porque arriscaste a tua vida; porque não olhaste para os teus interesses, mas para os do resto do mundo; e tu és exemplo de entrega a Deus. Mãe de Deus, me ajude a tomar o teu exemplo, e entregar-me à vontade de Deus como tu, a seguir os teus passos, e através deles, aproximar-me do Teu Filho Jesus. Mãe de Deus, me ajude a ter a tua generosidade e entrega, para nunca dizer não a Deus para ser sempre fiel ao teu Filho Jesus. Mãe do sim, pede ao teu Filho por mim, para que me dê a tua força. Pede ao teu Filho por mim, para que me conceda um coração tão ardoroso como o d’Ele. Pede ao teu Filho por mim, para que me dê a graça necessária para nunca pecar. Dizer sim como Maria é estar disponível. [...] No seu momento, Maria soube dizer sim a Deus e essa resposta trouxe consigo a presença de Deus no nosso mundo, em cada pessoa. Hoje Deus, do mesmo modo que a Maria, também te pede que lhe digas «sim». Talvez não ocorram coisas tão incríveis como as que aconteceram há dois mil anos, mas a tua vida mudará e, à semelhança de Maria, será possível que Deus entre na vida de muitas pessoas.
Fonte (texto/créditos):
https://comunidadeshalom.org/movimentoshalom
Imagem (créditos):
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Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima.
Agradecimentos: Apostolado Mundial de Fátima
https://worldfatima.com/pt/
Trilhas sonoras (créditos):
https://www.youtube.com/watch?v=xGErtF688PA&list=RDxGErtF688PA&start_radio=1&rv=xGErtF688PA&t=44 - Lost in prayer - Doug Maxwell
ARAS RELAXING MUSIC
https://www.youtube.com/watch?v=ugCzxzVeGjE - Tema de casamento (Schubert - Ave Maria Instrumental)
TheMxMusicas
CONVIDO VOCÊ HOJE PARA REFLETIR CONOSCO SOBRE O PRIMEIRO TÓPICO DA QUARTA BEM-AVENTURANÇA: - “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados”. FALAREMOS HOJE SOBRE A EXORTAÇÃO À GENEROSIDADE.
1º Tópico a ser considerado nessa bem-aventurança: EXORTAÇÃO À GENEROSIDADE. Esta Bem-aventurança abre novos horizontes às exigências da vida cristã: Bem-Aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Esta formulação distingue-se claramente das anteriores. Os pobres, os mansos, os aflitos podiam parecer resignados; mas os famintos e os sedentos não podem concordar com a sua sorte, a menos que aceitem morrer. Não é possível fazer calar a fome nem a sede: quem tem fome deverá saciá-la custe o que custar, nem que tenha de comer fruta podre ou raízes de árvores; e, se necessário, beberá água poluída para, pelo menos, enganar a sede. Do ponto de vista do Evangelho, o faminto e o sedento são seres descontentes a quem Jesus promete não só contentá-los mas também saciá-los. O que pretende Jesus com esta Bem-aventurança? Se analisarmos o texto do Evangelista Lucas, podemos pensar que se trata de uma necessidade corporal: Bem-aventurados os que agora padeceis de fome porque sereis saciados. Ideia que se vê reforçada pelo clamor paralelo: Ai de vós que estais saciados porque vireis a ter fome! Neste caso, o Evangelista Lucas teria repetido, de outra forma, a bênção dos pobres e a maldição contra os ricos. Reiteração que não se explicaria bem, já que se deve dizer que, quando Lucas fala simplesmente dos “famintos saciados” e dos “saciados famintos”, como o faz igualmente numa estrofe do Magnificat (1,53), utiliza umas metáforas cujo sentido espiritual era clássico nas Escrituras. [...] Jesus aperfeiçoou os Dez Mandamentos com as Bem-aventuranças que nos obrigam a progredir o melhor possível no bem. Diante de nós já não há barreiras: o horizonte é ilimitado, o progresso indefinido. O mandamento já não é “Não esquecerás o teu Deus nem tratarás mal o teu próximo”, mas “Amarás a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo”. [...] Jesus Cristo não instaurará o reinado de Deus sobre a terra com temerosos e medíocres: fazem-lhe falta homens e mulheres de coração grande, que pensem grande, que vejam longe, que amem com grandeza. [...] Os cristãos das Bem-aventuranças não são semideuses caídos do céu; são terrenos, pessoas de carne e osso; são pobres pecadores que anseiam por sair da sua miséria. Têm fome de um mundo melhor, têm sede de colocar um pouco mais de beleza na sua vida e de ver mais fraternidade entre os homens e mulheres de boa vontade. Esta sede só Jesus pode saciar; disse Jesus “Se alguém tiver sede, venha a Mim” – pede que demos o primeiro passo e depois disso – “e bebamos de sua fonte de Água Viva”. Que nos aproximemos de Jesus, como viajantes e peregrinos, os sedentos que se inclinam para a água do riacho que nos refresca. Que nos alimentemos da Palavra de Deus, e que penetremos no espírito de Cristo! O dinheiro, a ambição, os prazeres, não saciam a profunda necessidade de atingir a felicidade para a qual fomos criados. Vamos Àquele que espera por nós junto do poço, onde disse a uma pecadora de Samaria: “Quem beber da água que Eu lhe der jamais terá sede porque a água que Eu lhe der tornar-se-á nele e nela uma nascente de água que jorra para a vida eterna” (João 4, 14).
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/a-fome-no-mundo-atual.htm
Trilha sonora: Acervo pessoal.
Continuamos a conversar sobre a santidade. Família cristã: um caminho para a santidade - Casal cristão e santo? Se perguntássemos a um casal que vive longe de Deus, “qual é a proposta mais ousada que você pode fazer a seu companheiro(a)?”, certamente teríamos uma série de respostas, das mais românticas às mais materialistas, de acordo com os valores da sociedade atual, por vezes tão avessa às coisas de Deus. Contudo, qual seria a melhor resposta se esta pergunta fosse dirigida a um casal cristão, que procura viver seu matrimônio em espírito de fé? Arrisco responder que a “proposta mais ousada” de um casal cristão deveria ser: “Vamos ser santos juntos”. Sim, um casal cristão pode (e deve) ser santo! É isso o que ficou claro, para toda a Igreja, quando o Santo Padre o Papa João Paulo II, em 21 de outubro de 2001, beatificou o primeiro casal de toda a história, Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi. Talvez isso possa soar estranho, sobretudo numa época em que os valores religiosos são questionados, mas é a mais pura realidade: um casal cristão é chamado, pelo Batismo e pelo Matrimônio, a seguir o caminho da santidade. Esposo e esposa devem ser santos juntos, esforçando-se para santificar o lar e a vida dos filhos. Cada um deve, pois, “andar de modo digno da vocação com que fostes chamados” (Ef 4,1). Na Exortação Apostólica sobre a Família, João Paulo II nos recordava esta verdade: “Todos os cônjuges são chamados, segundo o plano de Deus, à santidade no matrimônio e esta alta vocação realiza-se na medida em que a pessoa humana está em grau de responder ao mandato divino com espírito sereno, confiando na graça divina e na vontade própria” (n. 34). “Inspirando-se na palavra de Deus e no testemunho dos Santos, os beatos Esposos viveram uma vida ordinária de maneira extraordinária. Entre as alegrias e preocupações de uma família normal, souberam realizar uma existência extraordinariamente rica de espiritualidade. No centro, a Eucaristia quotidiana, à qual se acrescentava a devoção filial à Virgem Maria, invocada no Rosário recitado todas as noites, e a referência aos sábios conselheiros espirituais”. “A riqueza de fé e de amor dos cônjuges Luís Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini é uma demonstração viva de quanto o Concílio Vaticano II afirmou sobre a vocação de todos os fiéis à santidade, especificando que os cônjuges procuram este objetivo seguindo o próprio caminho”. “Queridas famílias, temos hoje uma particular confirmação de que o caminho de santidade percorrido em conjunto, como casal, é possível, é belo, é extraordinariamente fecundo e fundamental para o bem da família, da Igreja e da sociedade”. “Confio todas as famílias provadas à mão providencial de Deus e à amorosa solicitude de Maria, sublime modelo de esposa e mãe, que experimentou bem o sofrimento e a canseira no seguimento de Cristo até aos pés da cruz”. Que estas palavras do Santo Padre o Papa João Paulo II animem todos os casais e todas as famílias a terem a coragem de assumir a ousadia da santidade. Roguemos a Deus, pela intercessão do casal Luís Beltrame Quattrocchi e Maria Corsini, a graça da santificação de nossas famílias.
Fonte (texto/créditos):
http://casaiscarmelitas.blogspot.com/2009/06/beatos-luiz-beltrami-quattrocchi-e.html
Pe. Ednilson de Jesus, MIC. http://sites.garlix.com.br/grupodeoracao/index.php?option=com_content&view=article&id=70:familia-crista-um-caminho-para-a-santidade&catid=35:artigos-do-padre-ednilson&Itemid=53
Imagem (créditos): AdobeStock_136867412_Preview
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=ojxeUYuaAZ0. Johann Sebastian Bach: Masterworks - Misty Horizon.
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima - (AMF) - https://worldfatima.com/pt/
Certa vez duas moscas caíram num copo de leite. A primeira era forte e valente, e logo ao cair nadou até a borda do copo para tentar sair, mas como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, seu esforço foi em vão. A mosca tentou por várias vezes subir com todas as suas forças, mas não conseguiu. Acreditando que não havia saída, a mosca desistiu e afundou. Sua companheira, apesar de não ser tão forte, era persistente e observadora. Aprendeu que não adiantava tentar escalar as paredes do copo, e decidiu tentar algo diferente. Juntando todas as suas forças, começou a se debater, e assim ficou por tanto tempo que, aos poucos, o leite ao seu redor foi se transformando em manteiga. A mosca subiu em um pequeno nódulo e conseguiu levantar vôo para um lugar seguro. Tempos depois, a mesma mosca se descuidou e novamente caiu em um copo. Imediatamente começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria, mas o tempo passava e nada acontecia. Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira, pousou na beira do copo e gritou: "Tem um canudo ali, nade até lá e suba pelo canudo". A mosca não lhe deu ouvidos, e baseando-se na sua experiência anterior de sucesso, continuou a se debater e a se debater até que, exausta, afundou no copo. Desta vez o copo estava cheio de água. Não era leite! Essa história traz dois ensinamentos: o primeiro é sobre a força do pensamento positivo. Aqueles que acreditam ter potencial pra resolver um determinado problema, por mais difíceis que possam ser, conseguem chegar a uma solução com mais probabilidade de sucesso que aqueles mergulhados no pessimismo e na falta de coragem. O segundo é sobre o poder da inovação. O fato de ter tido sucesso no passado não significa necessariamente a garantia da sua recorrência em ações futuras. Para novos problemas, novas estratégias e soluções. Sobrevive no final quem acredita em si, mas, sobretudo, quem consegue se adaptar as mudanças e tomar as decisões corretas quando surgem as oportunidades. "Podemos e devemos aprender com os nossos erros. Porém, o aprendizado não precisa ser apenas através dos nossos próprios erros. Podemos aprender muito observando os erros que os outros à nossa volta cometem". Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de notar as mudanças no ambiente e ficamos nos esforçando para alcançar os resultados esperados até que afundamos na nossa própria falta de visão? Fazemos isto quando não conseguimos ouvir aquilo que quem está de fora da situação nos aponta como solução mais eficaz e, assim, perdemos a oportunidade de “re-enquadrar” nossa experiência. Ficamos paralisados, presos aos velhos hábitos, com medo de errar. “Re-enquadrar” é permitir-se olhar a situação atual como se ela fosse inteiramente diferente de tudo que já vivemos. “Re-enquadrar” é buscar ver através de novos ângulos, de forma a perceber que, fracasso ou sucesso, tudo pode ser encarado como aprendizagem. Desta forma, todo o medo se extingue e toda experiência é como uma nova porta que pode nos levar à motivação de continuar buscando o que queremos, à auto-estima que nos sustenta.
Fontes (texto/créditos):
http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/parabolas_e_fabulas/As_Duas_Moscas
http://www.vidanet.org.br/mensagens/as-duas-moscas
https://psicologiadoimaginario.wordpress.com/2016/12/17/a-mosca-e-o-copo/
Imagem (créditos): AdobeStock_316590917_Preview
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=EKBAYi_14Ig. El Delfín Azul - Mila Khodorkovsk Tema.
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça porque serão saciados”. Os que não pactuam com nenhuma mentira, venha ela donde vier, nem se deixam subornar. Os que não toleram que outros vivam na miséria. Os que sempre e em toda a parte são honrados e não permitem o roubo camuflado. Os que não fazem discriminação de pessoas pela cor da pele, sexo, credo ou situação social.
QUARTA BEM-AVENTURANÇA
“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados”.
Na formulação desta Bem-aventurança fala-se dos conceitos “fome”, “sede” e “justiça” e que quem tenha “fome e sede” dessa “justiça”, num determinado momento, ficará saciado.
Ter “fome e sede de justiça” equivale, para o Evangelista Mateus, sentir-se dominado por uma disposição interior pela qual nos entregamos inteiramente a Deus, exclusivamente, sem reservas. É a incessante procura de sermos perfeitos como Deus é perfeito. É o desejo ardente de que a Sua vontade se cumpra totalmente, a todo o custo, não apenas com palavras mas também com obras e verdade.
Por outro lado, ser “justo” para Mateus equivale a trabalhar em tudo, segundo as normas de Deus, respeitando tanto os direitos divinos como os humanos. E esta conduta, esta atitude, que será critério de eleição e motivo de bênção no Juízo Final (Mt 25, 34-40), reflete-se de modo singular na ajuda aos necessitados: “Porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolheste; estava nu e me vestiste; adoeci e fostes me visitar; estive na prisão e foste ter Comigo” (Mt 25, 35-39). Aqui podemos lembrar das palavras de Dom Bosco: Reprovemos os erros, mas respeitemos as pessoas. Talvez possamos dizer que o vocábulo “justiça” sugere, pelo menos, três atitudes diferentes:
- A justiça de Deus ou a salvação final que Ele oferece a todos os homens e mulheres.
- A justiça dos homens, isto é, as suas boas obras ou obras de misericórdia.
- A justiça social, baseada em nossas relações justas.
Não se trata, pois, de espiritualizar ou materializar essa fome ou essa sede, de discutir significados literais ou simbólicos, mas de comprovar como estas três atitudes estão tão relacionadas umas com as outras como pode estar uma planta com a raiz, a flor e o fruto:
- A raiz é a justiça de Deus. É Ele que, com a Sua graça, nos torna justos, santos.
- A flor são as nossas boas obras, realizadas de acordo com a vontade divina.
- Os frutos aparecerão na forma de justiça social, solidariedade, caridade.
Atitudes e virtudes com as quais cada homem e cada mulher não tem como objetivo a sua própria satisfação ou interesse mas a do seu próximo e, dentro destes, os mais necessitados.
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://www.maosdadas.ong.br/bem-aventurados-os-que-tem-fome-e-sede-de-justica/
Trilha sonora: acervo pessoal.
O exame de consciência - Vigiar e orar
Você se lembra de que, no Horto da Oliveiras, quando Jesus fez um intervalo na sua oração e foi ver se os Apóstolos o acompanhavam na prece, achou-os dormindo. Com pena, disse a Pedro: Não pudeste vigiar uma hora comigo? E a todos: Vigiai e orai, para não entrardes em tentação (Mt 26,40-41)?
Uma das melhores maneiras de “vigiar”, como Jesus nos pede, é fazer todos os dias o exame de consciência: um balanço do nosso dia diante de Deus, cheio de sinceridade, que se pode resumir nas três perguntas que São Josemaria às vezes aconselhava: O que fiz bem? O que fiz mal? O que poderia fazer melhor amanhã?
Algumas sugestões para começar:
1) O exame deve ser simples e breve (podem bastar três minutos), nunca complicado. O exame será bom se nos ajudar a enxergar algumas falhas daquele dia e a pedir perdão a Deus por elas. O exame será completo se terminar com alguma resolução, muito concreta, de melhorarmos em algum ponto no dia seguinte (por ex., ser pontual no trabalho, ser amável ao cumprimentar tal ou qual pessoa). Veremos isso a seguir.
2) É importante ter em conta que não é “obrigatório” fazer o exame à noite, na última hora, quando já estamos caindo de sono e nos preparamos para dormir. Convém fazê-lo num momento em que a cabeça esteja ainda lúcida. Cada qual tem que achar seu “bom horário”.
3) O que se deve evitar é fazer o exame na cama, já deitado. Esse mesmo conselho – lembra? – dávamos ao falar da oração mental. Quem tiver suficiente autocontrole da sonolência ou falta de sono, pode arriscar-se a ler, a orar mentalmente, a rezar o terço, a fazer o exame na cama. Mas não se engane. Você já se conhece. Se tiver o cochilo fácil…, sabe muito bem o que acontecerá: vai adormecer sem fazer nada.
4) Ainda uma sugestão dirigida às pessoas sinceras que quiserem fazer o exame com o máximo proveito: não faça o exame sem ter à mão uma agenda (ou um caderninho) e a caneta. Daqui a pouco veremos o que é bom anotar.
Em que assuntos nos convém pensar?
Sugestões:
1) Comece pedindo luz ao Espírito Santo, para fazer um bom exame: “Vinde, Espírito Santo!” “Que eu veja!”.
2) Pode ser útil, inicialmente, dar uma olhada rápida ao dia, procurando lembrar alguma coisa que pese um pouco mais na consciência: “Tive uma briga feia em casa”, “Tive preguiça de cumprir um dever”, “Deixei-me dominar pela ira”, “Abusei na comida”, “Falei palavras ofensivas a um colega”, “Cedi à imoralidade da Internet”… São faltas fáceis de lembrar, sem necessidade de uma análise complicada.Uma vez recordadas, peça perdão a Deus: “Senhor Jesus, Filho de Deus, tenha piedade de mim, que sou um pecador”, e proponha-se lutar.
3) Mas e bom não reduzirmos o exame diário a uma espécie de exame preparatório para uma confissão (ainda o exame diário facilite preparar boas confissões). Muitas vezes, mais do que deter-nos nas “faltas”, será bom deter-nos mais nas “coisas boas”. Concretamente, todos deveríamos ter um pequeno programa das melhoras que desejaríamos alcançar (de preferência listadas na agenda ou caderno). Por exemplo: a) um plano diário de orações, de recitação do terço, de leituras espirituais, com seus horários previstos; b) duas ou três mortificações (sacrifícios), que nos ajudem a ter, se precisarmos, mais ordem, a segurar a língua, a controlar a gula…; c) um pequeno programa de ajuda aos outros, também de ajuda espiritual e apoio moral, etc.
4) Se revisarmos diariamente essas listas, veremos os pontos positivos que houve e aqueles em que estivemos mais falhos, e poderemos então fazer um propósito ou propósitos de luta (não mais de dois) para o dia seguinte.
Texto (adaptações/créditos): https://padrefaus.org/2010/05/07/o-exame-de-consciencia/
Imagem (créditos): https://pt.wikihow.com/se-Confessar
Trilha sonora: arquivo pessoal.
Continuemos a conversar com você sobre o apelo da Mensagem de Fátima: Meus Deus, peço-Vos perdão. A oração do Anjo, e também o conjunto da Mensagem de Fátima são contínuo convite a pedir perdão pelos nossos pecados e pelos pecados do mundo, convite que podemos tomar como tema da nossa reflexão e oração. O Anjo convidou primeiro a pedir perdão pelos que não creem, não adoram, não esperam e não amam. Mas, na oração à Santíssima Trindade, não só se faz a referência à reparação, pois há blasfêmias, sacrilégios, indiferenças, mas também se afirma: «peço a conversão dos pobres pecadores». Somos convidados a ter um coração universal e a pedir perdão por todos. Levar o mundo pecador ao Coração de Deus pelo Coração lmaculado de Maria. Sentir-se solidário com todos os pecados e falhas do mundo, sentir pena por todos os pecados e pedir perdão, suplicar misericórdia, ser reparador. O pecado, mais que uma falta à lei, é um atentado ao amor. Trata-se sempre, quando pecamos, de magoar as pessoas, de trair o amor, de negar o amor na nossa vida. Não basta pedir perdão. É urgente a conversão pessoal, da família, da paróquia, da sociedade. Enquanto cada um de nós não der o tempo e a intensidade suficientes à vida de oração, enquanto não vivermos com mais empenho a vida sacramental, enquanto Deus não for o nosso Tudo, é preciso conversão. Enquanto Deus não for tudo em todos, enquanto Cristo não reinar no coração e na vida de cada pessoa, enquanto Maria Santíssima não for amada como verdadeira Mãe, enquanto a Igreja não for para nós a Esposa santa de Cristo, é preciso conversão. Pai nosso, que estais nos Céus, santificado seja o Vosso Nome; venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa vontade assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Fonte (texto e créditos): Trechos do Livro: ORAI, ORAI MUITO. Padre Dário Pedroso - MEU DEUS PEÇO-VOS PERDÃO.
Imagem (créditos):
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Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima; Apostolado Mundial de Fátima (Fátima/Portugal). https://worldfatima.com/pt/
Trilhas sonoras (créditos):
https://www.youtube.com/watch?v=iXcftUVYSHA. Música Kyrie Eleison, Christe Eleison (com Letras) - Paróquia Nossa Senhora.
https://www.youtube.com/watch?v=Bs4PW1QsYHQ. Misericórdia Senhor - Ato Penitencial - Nice Iász.
O mistério da Santíssima Trindade - O que a Igreja nos ensina sobre o mistério da Santíssima Trindade? É bom conhecer para que a adoração da Santíssima Trindade seja feita com devoção esclarecida e conhecimento de nossa religião. 1. Que lugar ocupa o mistério da Santíssima Trindade na fé e na vida cristã? Ocupa lugar central. “O mistério central da fé e da vida cristã é o mistério da Santíssima Trindade. Os cristãos são batizados no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. 2. O mistério da Santíssima Trindade pode ser conhecido só pela razão humana? Não. “Deus deixou alguns sinais do seu ser trinitário na criação e no Antigo Testamento. Entretanto, a realidade da vida da Trindade Santa constitui um mistério inacessível à razão humana sozinha. A existência deste mistério foi revelada por Jesus Cristo e é a fonte de todos os outros mistérios”. 3. Que significa ”mistério da Santíssima Trindade”? Significa “algo que a nossa inteligência não compreende. Se você, por exemplo, não é físico, a teoria da relatividade de Einstein é um mistério para você, mas não é para os físicos. Se você não é biólogo a complexidade da célula, dos cromossomos e dos gens pode ser um mistério, mas não é para aquele que estudou tudo isso. Ora, Deus é um Mistério para todos nós, porque a Sua grandeza infinita não cabe na nossa inteligência limitada de criatura”. 4. O que nos revela Jesus Cristo sobre o mistério do Pai? “Jesus Cristo revela-nos que Deus é «Pai», não só enquanto é Criador do universo e do homem, mas sobretudo porque, no seu seio, gera eternamente o Filho, que é o seu Verbo, «resplendor da sua glória, e imagem da sua substância» (Hb 1, 3)”. 5. Quem é o Espírito Santo que Jesus Cristo nos revelou? “É a terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Ele é Deus, uno e igual ao Pai e ao Filho. Ele «procede do Pai» (Jo 15, 26)” e ”procede também do Filho (Filioque), pelo dom eterno que o Pai faz de Si ao Filho. Enviado pelo Pai e pelo Filho encarnado, o Espírito Santo conduz a Igreja «ao conhecimento da Verdade total» (Jo 16, 13)”. 6. Como é que a Igreja exprime a sua fé trinitária? “A Igreja exprime a sua fé trinitária confessando um só Deus em três Pessoas: Pai e Filho e Espírito Santo”. As três Pessoas divinas são um só Deus, porque cada uma delas possui a mesma natureza divina. “Elas são realmente distintas entre si, pelas relações que as referenciam umas às outras: o Pai gera o Filho, o Filho é gerado pelo Pai, o Espírito Santo procede do Pai e do Filho”. [...] Enfim, se entendêssemos Deus, este não seria mais Deus. “Depois de tentar de muitos modos desvendar o Mistério da Santíssima Trindade, Santo Agostinho, (+430) abdicou: ‘Deus não é para se compreendido, mas para ser adorado!’”.É o que a Igreja ensina sobre a Trindade. Diante da magnitude deste mistério, resta-nos, dobrar os joelhos, e numa reverente adoração, contemplar humildemente, a “glória do Pai, ao Filho e do Espírito Santo!”
Fontes (textos/créditos):
http://www.catolicismoromano.com.br/content/view/211/41/
Prof. Felipe Aquino, no artigo “O que é o mistério da Santíssima Trindade”, no site Editora Celofas.
Catecismo da Igreja Católica
Imagem (créditos): https://br.depositphotos.com/425870090/stock-photo-icon-holy-trinity.html
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima ; Apostolado Mundial de Fátima - https://worldfatima.com/pt/
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=Yk-So4rt1cc. Chopin - Valsa da Primavera, Spring Waltz (Mariage d'Amour) - 4K - Classical Relaxation 4K
CONVIDO VOCÊ HOJE PARA REFLETIR CONOSCO SOBRE O QUARTO TÓPICO DA TERCEIRA BEM-AVENTURANÇA: - “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”. FALAREMOS HOJE SOBRE O NOSSO DEUS DE TODA A CONSOLAÇÃO.
4º Tópico a ser considerado nessa bem-aventurança: O DEUS DE TODA A CONSOLAÇÃO. Você já parou para pensar que há algo sagrado na linguagem das lágrimas? Substitui a impotência da palavra para expressar o quanto de indefinível e de inconsolável está contido na dor. Detém todo o diálogo; diante das lágrimas nada mais há a fazer senão calar-se. Voltemos o nosso olhar para os que choram, para os aflitos encerrados na sua dor. “Vós que chorais, vinde a este Deus, pois Ele chora”. Esta frase que Victor Hugo escreveu junto ao crucifixo é a afirmação desconcertante do prodígio da Encarnação do Filho de Deus. Este Deus Que chora é um Deus perdido em alturas inacessíveis, Que não se comoveu com os suspiros dos homens. Este Deus é o mesmo que Jesus nos descreveu com a fisionomia de um Pai compassivo não apenas com a angústia, mas também com a rebeldia dos Seus filhos. Não obstante, como sair do obscuro labirinto onde se cruzam e embaralham a bondade de Deus e aparentemente a Sua impassibilidade? O Deus que quer secar as nossas lágrimas não é suficientemente poderoso para afastar os males que nos fazem chorar? Jesus, cujo poder é manifestamente sobre-humano, devolve aos paralíticos o uso dos seus membros, aos mudos o da palavra, o ouvido aos surdos, a vista aos cegos, a vida aos mortos. Por onde quer que passe “cura todas as enfermidades e moléstias” (Mt 9,35), escrevem os evangelistas. Uma vez que pode, porque não o faz para que desapareça o sofrimento do nosso pobre mundo? Aí está o grande mistério. Jesus tira o pecado do mundo, mas deixa nele o sofrimento. [...] O Salvador ressuscitado vai repetir às testemunhas da Sua nova vida, dizendo: “Não tinha o Messias de sofrer essas coisas para entrar na Sua glória?” (Lc 24,26). Era preciso! E porquê? O mistério da dor continua a ser indecifrável para nós. Emanuel – Deus entre nós – não nos explicou os enigmas do universo. Veio para ensinar-nos a viver e a triunfar do mal. É este o consolo anunciado na Bem-aventurança de que nos ocupamos e que não é a promessa de uma anestesia impossível. [...] Jesus, o vencedor da morte, não só chorou como nós mas também, quando chega a hora de Ele próprio “enxugar as lágrimas de todos” (Is. 26,8; Ap 21,4), une as nossas dores às Suas com vista a ajudar a todos a sofrer, para que as nossas lágrimas, como as Suas, tenham um valor redentor. Que importa que não possamos sofrer o que muitos intitulam de “problema do mal” e que, na verdade, é um mistério impenetrável, uma vez que, de qualquer maneira, havemos de sofrer? Coisa estranha: mal a ciência encontra a cura de uma doença, logo lhe aparece outra desconhecida; contudo, os usos da maioria das descobertas cientificas para a humanidade têm a finalidade, normalmente, para fins mortíferos. É como se uma porção constante de dor tivesse de afligir sempre a terra! Mas Jesus preferiu voltar os nossos olhos para o futuro e assegurar-nos de que a nossa dor não é inútil. Os cristãos ficarão consolados se aceitarem os sofrimentos inevitáveis, dos quais nenhum homem e nenhuma mulher está isento, como um sacramento que os une a Cristo para a realização da Sua obra redentora. Bem-aventurados os cristãos que, quando choram, dizem com Jesus: “Pai, faça-se a Tua vontade. Pai, perdoa os que me fazem sofrer! Pai, em Tuas mãos entrego a minha vida!”. Eles já não estão sós. Estão consolados.
CRÉDITOS
Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf
Imagem: https://br.pinterest.com/pin/418553359136112976/visual-search/?x=16&y=16&w=414&h=447.2127659574468&cropSource=6&surfaceType=flashlight
Trilha sonora: acervo pessoal.
Continuamos a conversar com você sobre a santidade do episódio do Evangelho de São João Capítulo 4, 5-42 que descreve o encontro e a conversa de Jesus com a Samaritana. Reconhecer os próprios erros é o primeiro passo para a Santidade! Se continuarmos fingindo para nós mesmos, não iremos a lugar nenhum; enquanto não reconhecermos as nossas necessidades, as nossas lutas, os nossos males, enquanto não dermos nomes aos nossos sentimentos e encará-los, eles serão maiores do que nós. É o poder do olhar de Cristo (da nossa consciência a nos chamar a atenção) que nos restitui, e no caso daquela mulher samaritana, fazendo com que ela pudesse descobrir as forças que antes desconhecia e reconhecer nas palavras de Jesus que ela nasceu para dar certo! Quantos de nós temos de passar pelo duro aprendizado de dizer “não deu certo”, “eu falhei” ou “pisei na bola”. Por orgulho, às vezes nós mentimos para o outro, mentimos para nós mesmos; mas não conseguimos mentir para Deus (ou seja, para a nossa consciência). Jesus deu àquela mulher samaritana a força para reconhecer: “Não nascemos para vivermos eternamente na condição de pecadores”. Contudo, assumir os erros sem nos lançarmos no Amor de Deus é perda de tempo! Deus quer nos levantar, mas antes é preciso admitir o erro! Não tenhamos medo de nos apresentar com os baldes vazios e permitir que Ele nos ajude a enchê-los de amor e de bondade. É importante reconhecer que quem nos leva para frente é o Amor de Deus, a Sua Divina Misericórdia que nos encoraja a olhar para nós mesmos e constatar: “Não deu certo, mas pode dar, acreditamos e temos esperança em Deus”. Às vezes, somos especialistas em reparar somente naquilo que não deu certo em nós. Assumimos a postura de acusador. E é ainda pior quando agimos assim com os outros: Aí, dá tudo errado! Quase sempre ficamos atentos aos erros das pessoas com as quais convivemos e, muitas vezes, não percebemos as nossas próprias falhas e imperfeições. São João da Cruz nos ensina que: “Não reparar nas imperfeições alheias e tratar estas questões continuamente com Deus desenraizam grandes imperfeições da alma, tornando a nossa alma proprietária de grandes virtudes”. Não repararemos nas falhas alheias; isto nos tornará virtuosos.
O Santo Padre o Papa João Paulo II disse em 1993: CONVIDAMOS A TODOS QUE SE FAÇA UM ESFORÇO PARA SUPERAR A CRISE DO SENTIDO DO PECADO QUE SE VERIFICA NA CULTURA CONTEMPORÂNEA, E, MAIS AINDA, QUE SE VOLTE A DESCOBRIR CRISTO COMO MISTÉRIO DA MISERICÓRDIA, NO QUAL DEUS NOS MOSTRA O SEU CORAÇÃO COMPASSIVO E NOS RECONCILIA PLENAMENTE CONSIGO. TAL É O ROSTO DE CRISTO QUE IMPORTA FAZER REDESCOBRIR TAMBÉM POR MEIO DO SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO. SE O BATISMO É UM VERDADEIRO INGRESSO NA SANTIDADE DE DEUS POR INTERMÉDIO DA INSERÇÃO EM CRISTO E DA HABITAÇÃO DO SEU ESPIRITO SANTO, SERIA UM CONTRA-SENSO CONTENTAR-SE COM UMA VIDA MEDÍOCRE, PAUTADA POR UMA ÉTICA MINIMALISTA E UMA RELIGIOSIDADE SUPERFICIAL. OS SACRAMENTOS NOS AJUDAM A VENCER AS DIFICULADES DO DIA A DIA.
Sejamos santos como Deus Pai é Santo.
Fonte (texto/créditos): http://wiki.cancaonova.com/index.php/Santos_dos_Dias_de_Hoje. (Trecho extraído do livro "Santos de Calça Jeans" de Adriano Gonçalves). Santos de calça jeans - Adriano Gonçalves.
Imagem (créditos): AdobeStock_543762138_Preview
Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=YpeLdaOezmM. CATHARSIS - Linda Música Ambiente Cinematográfica Cantos de Monges - Paz Interior e Exterior, Soneca - Meditações Ambientais.
Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima - (AMF) - https://worldfatima.com/pt/
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